Maio 16, 2019

A praga dos influenciadores digitais

A praga dos influenciadores digitais

De vez em quando podemos ser vítimas das fake news, prontamente desmentidas pelas mídias tradicionais, mas o que aflige com mais frequência hoje em dia são os influenciadores digitais. É uma verdadeira praga que atinge a internet em busca de cada vez mais seguidores para promover marcas e produtos de todos os tipos.

A Revista Veja fez uma matéria sobre esses "comerciantes" digitais, enriquecendo a custo de curtidas dos incautos. Bruna Marquezine, por exemplo, cuja última novela foi um fracasso devido a atuação robótica, pode cobrar 200 mil reais por uma citação de produto, uma única vez, nas redes sociais. Evaristo Costa, que um dia apresentou o Jornal Hoje ganhando 70 mil reais por mês, ganha o mesmo valor por uma citação, segundo a revista.  

É possível que a maioria das pessoas não se dê conta de que está sendo usada; por isso, até nisso, é necessário prestar atenção. As "celebridades" usam as pessoas sem que elas se deem conta.

 

Mais opiniões furadas

Depois da menção (aqui) que a equipe da TV a cabo TNT/Esporte Interativo havia detonado o brasileiro Lucas Moura antes dele fazer três gols e classificar o Tottenham para a final da UEFA, a coluna recebeu muitas mensagens de WhatsApp de colegas gaúchos. Lá no Sul, narrador e comentarista da Rádio Gaúcha fizeram algo semelhante, em dobro: disseram que o Barcelona já estava desclassificado (acabou eliminado pelo Liverpool) e que o Tottenham estaria igualmente fora.

Os dois times ingleses vão decidir o campeonato europeu e nós vamos ficar aqui ouvindo esses "chutadores" mal informados. O nível, como já disse, anda muito baixo e está na hora de uma renovação.

 

O Grande Celito

Celito Esteves é um jornalista experiente, com mais de 20 anos de profissão. Depois de um período no esporte da RBS Santa Catarina, acabou no SBT nacional por 14 anos, e há poucas semanas veio para RIC Record.   

O trabalho de Celito é diferenciado. Seus textos são caprichados, tanto quanto a edição. Há um respeito muito grande pelo entrevistado e pelo seu drama. Foi o caso da reportagem que ele mostrou semana passada, com a remadora paratleta catarinense várias vezes campeã, que não tem recursos para adquirir medicamentos para uma doença degenerativa. O repórter apresentou e viveu o drama da jovem.

Numa profissão em que as pessoas cada vez procuram outras alternativas para sobreviver fora do meio, Celito é um modelo a ser seguido.

Vida longa, Celito.

 

Exclusiva

A agenda de Jair Bolsonaro contra a Rede Globo continua. Nesta segunda, 13, ele deu entrevista exclusiva à Rádio Band. O presidente faz isso com frequência, com Record e SBT. Lembra os tempos da guerra de Leonel Brizola com a mesma emissora.

Provavelmente esta noite as manchetes do Jornal Nacional vão enfatizar as dificuldades do governo.

Quem ganha com isso?

 

Nova York

Trabalhar em Nova York é um prêmio para os repórteres da Globo. Boa exposição e salário em dólar. Para estimular a equipe, a rede faz rodízio de três em três anos. As vezes dá zebra como agora. Ismar Madeira, de Belo Horizonte, e Tiago Eltz são os repórteres mais fracos que já andaram por lá. 

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Redação Making Of

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