Fevereiro 12, 2019

As tragédias na morte de Boechat

As tragédias na morte de Boechat

O helicóptero amarelo que caiu e se consumiu na rodovia dos Bandeirantes ontem, 11, promoveu várias tragédias que se encerram na morte de uma só pessoa: Ricardo Boechat.

Uma tristeza para sua mulher e seis filhos, amigos e companheiros de trabalho. Isso nunca será reparado. Uma tristeza para a Band, sem dívidas que perdeu seu mais respeitado profissional.

Uma tristeza para o jornalismo e para os que admiram a busca da verdade acima de tudo. Boechat foi um incansável profissional multimídia, um dos primeiros e o mais respeitado, um legítimo âncora dono de opinião e comentários que deixarão um vazio na mídia.

Diante das tragédias que nos impactaram nas últimas semanas, podiam ter nos dado uma folga. Queríamos ter tido o privilégio de conviver mais tempo com Boechat.

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Claiton Selistre

Claiton Selistre

Jornalista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi diretor de Jornalismo por 25 anos da RBS TV, TVCom e Rádio CBN/Diário em Santa Catarina. Antes atuou na  Rádio e TV Gaucha do grupo RBS e em redações de jornal, rádio e tv do grupo Caldas Jr. em Porto Alegre. Foi também repórter da na Sucursal do Jornal do Brasil. Planejou e Coordenou coberturas multimídia nas Copas do Mundo de Futebol na Alemanha, Argentina, Espanha, México, Itália, Estados Unidos, França e Japão/Coréia.

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