Agosto 11, 2018

BEBIDA E DIREÇÃO

BEBIDA E DIREÇÃO

Bebeu? Vai dirigir? A combinação é perigosa, como todo mundo sabe. Mas, se não tem outro jeito, é bom saber quanto tempo aguardar antes de pegar o volante.

Uma consultoria que orienta motoristas sobre como recorrer de multas de trânsito avaliou o teor alcoólico de diferentes bebidas, considerou a diferença no metabolismo de homens e mulheres, fez mais algumas contas e condensou tudo em um aplicativo: o Motorista Consciente.

Disponível na PlayStore, o app é bem simples. O condutor indica o sexo, peso aproximado, quantidade e tipos de bebidas ingeridas. O aplicativo considera a hora em que o condutor começou a beber e calcula em quanto tempo o álcool vai ser metabolizado pelo organismo, reduzindo o risco de um resultado positivo no teste do bafômetro.

A empresa responsável diz que embora leve em conta critérios científicos, os resultados servem apenas como uma referência para os motoristas – e não substituem o bom e sempre necessário bom senso.

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GOSTO MAPEADO  


Foto: Stephany Lorena/Divulgação

A cerveja continua dominando o mercado-norte-americano. Mas o consumo de drinks e bebidas misturadas tem aumentado, especialmente entre os jovens. O levantamento feito pela Morning Consultant ouviu 2 mil pessoas. E traçou um perfil (e gosto) do consumidor daquele país. Alguns dados do relatório:

- 32% dos entrevistados são fãs de cerveja

- 28% preferem coquetéis ou bebidas mistas

- 25% são adeptos ao vinho

Analisando por gênero, a cerveja é a bebida preferida da maioria dos homens (45%) enquanto coquetéis ou bebidas mistas são mais populares entre mulheres (37%).

Segundo o estudo os baby boomers preferem cerveja (32%) enquanto a maioria dos millenials opta por coquetéis ou bebidas mistas (29%).

Como a Morning Consultant não divulgou dados anteriores não é possível analisar em que categoria houve aumento ou decréscimo no consumo. Mas David Ozgo, economista-chefe do Conselho de Bebidas Destiladas, diz que diz que o setor de bebidas alcoólicas registrou um crescimento impressionante “impulsionado por produtos inovadores e o renascimento da cultura de coquetéis”.

Voltando aos dados da pesquisa, a análise por faixa salarial mostra que o público que ganha menos prefere cerveja (30%) enquanto os mais ricos são consumidores assíduos de vinho (32%). Os entrevistados também responderam sobre que tipo de licor ou destilados estariam mais propensos a comprar. Vodka e tequila foram as bebidas citadas pela maioria.  

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MULA RENOVADA 


FOTO: MOSCOW MULE – Diageo/Divulgação

 

A Smirnoff está (re) lançando o Moscow Mule. O coquetel semi-pronto é uma mistura de vodka, gengibre e limão, e tem 30% de teor alcoólico. É só acrescentar uma cerveja de gengibre, preparar a espuma (há muitas formas de preparo, mas recomendo essa receita) e servir.

Disse “(re) lançado”, acima, porque bebidas parecidas já haviam sido produzidas pela empresa. Um coquetel em lata – para o mercado alemão – e uma ice com gengibre – nos Estados Unidos. A receita parece ter sido ajustada, assim como o marketing do produto. Um dos diferenciais do lançamento é a garrafa que lembra o copo de bronze em que o drink é servido.

A intenção é atender um mercado que vem crescendo nos últimos meses: o de consumidores que preparam drinks em casa. Por enquanto o coquetel está sendo vendido apenas nos Estados Unidos. A garrafa custa 14 dólares, em média.

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SHOT

Quem comemorar o Dia dos Pais em trânsito neste domingo, pode ser surpreendido nos voos da Avianca. A empresa vai dar de presente um cálice da Stella Artois e uma lata de cerveja em 14 voos da empresa. A promoção é válida apenas para voos da ponte-aérea RJ/SP.

Além do Dia dos Pais, tem comemoração do Dia do Garçom. A data é neste sábado (11) mas vai ser celebrada na segunda-feira (13) em Balneário Camboriú. Antes do almoço promovido pelo sindicato da categoria, uma corrida muito tradicional. Os garçons percorrem um trecho de 180 metros na faixa de areia equilibrando uma bandeja com uma garrafa.

Nem o chardonnay mais gelado alivia a preocupação dos produtores de vinho dos Estados Unidos e Europa. Em Portugal a onda de calor afetou a produtividade dos parreirais e favoreceu o surgimento de pragas. Algumas propriedades foram atingidas também por queimadas. O fogo tem preocupado ainda mais os norte-americanos. Embora as queimadas ainda não tenham chegado às vinícolas, o estrago é monstruoso. O Wall Street Journal diz que a situação na Califórnia é considerada uma das mais graves da história.

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Redação Making Of

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