Novembro 30, 2018

CAPELA DO VINHO

CAPELA DO VINHO
Francisca Lobão/Divulgação

Grossas portas de madeira, vitrais com imagens sacras, um altar e uma grande cruz na parede. A ambientação remete a uma capela. E é. Mas o local que já foi de oração, hoje abriga um wine bar onde o vinho é servido ao lado do altar.

A Capela Incomum fica na cidade do Porto, em Portugal, e tem chamado atenção de moradores e turistas que visitam a cidade. O prédio do século XIX estava abandonado e, antes de abrir as portas, a proprietária chegou a pedir autorização para o Bispo.

"Quis saber há quanto tempo não havia celebrações aqui e enviei uma carta ao Bispo do Porto. Como não havia atividades religiosas há mais de 50, anos pude avançar", conta Francisca Lobão, a proprietária do local.

A Capela não é um lugar pra grandes especialistas. É que a carta de vinhos é restrita, limitada a vinhos Verdes e do Porto. Mas os rótulos oferecidos são honestos; além disso a história do prédio e a ambientação do local tornam o espaço um local único, perfeito para turistas e casais apaixonados.

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PERFUME PERFUMADO

 

CommodityGoods/Divulgação

 

Perfume inspirado em bebida alcoólica não é, necessariamente, novidade (vide o caso do Malbec, desenvolvido por O Boticário). Mas há de convir que o projeto do perfumista Ash Huzenlaub mesmo assim consegue ser inovador.

Há quatro anos ele e um sócio criaram um projeto de financiamento coletivo para produzir perfumes que tinham coquetéis, gim e whisky como referência. As fragrâncias não reproduzem o aroma de determinada bebida, mas apresentam notas que harmonizam com destilados e coquetéis. O perfume de gim, por exemplo, apresenta notas de zimbro, limão e gengibre. Já o de whisky remete a mogno, sálvia e canela.

A empresa tem outras opções de perfumes com aromas inusitados: livro, ouro, chuva... E todos podem ser misturados, criando uma fragrância única – bem ao gosto do cliente. Os produtos começam a ser vendidos pela Sephora e custam de 26 a 105 dólares.

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CORRETA, MAS INCOMPLETA

 

Quarta-feira a coluna informou sobre a premiação do Prosecco da Salton, no Effervescents du Monde. O espumante ficou entre as dez melhores do mundo no evento realizado em Dijon na França. A informação está correta – mas incompleta. É que outros nove espumantes produzidos aqui no país, também foram premiados no evento. Eis a relação dos medalhistas:

 

OURO:

Lunar Perfetto Espumante Rosé – Famiglia Zanlorenzi

Ponto Nero Cult Natural Espumante Brut – Domno do Brasil

Salton Espumante Prosecco – Vinícola Salton

 

PRATA:

Brazilian Soul Moscato – Cooperativa Vinícola Aurora

Bueno Cuvée Prestige Espumante Brut – Vinícola Galvão Bueno

Casa Perini Espumante Charmat Brut – Vinícola Perini

Casa Valduga 130 Espumante Brut – Casa Valduga Vinhos Finos

Garibaldi Espumante Prosecco – Cooperativa Vinícola Garibaldi

Salton Ouro Espumante Brut – Vinícola Salton

Zanotto Espumante Natural Brut - Vinícola Campestre

 

O concurso reuniu 594 amostras de 22 países. A relação dos espumantes que dividem espaço com o Salton na lista dos Top 10, está aqui no link.

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MENOS PLÁSTICO




Business Wire/Reprodução

 

A cervejaria mexicana Corona anunciou uma série de medidas para ajudar a reduzir a quantidade de plástico nos oceanos. Além do engajamento com o projeto Parley for the Oceans para limpeza de praias e a proteção de 100 ilhas até o ano de 2020, a empresa está testando novas tecnologias para os packs de cerveja.

Os anéis de plástico usados para unir e transportar latas e garrafas, vão ser substituídos por material biodegradável. A experiência começa pelo México no começo de 2019 e deve ser expandida gradualmente para outros mercados atendidos pela cervejaria.

A iniciativa pretende servir de inspiração para outras empresas já que impacto ambiental provocado pelo plástico, que é monstruoso. O Parley for the Oceans calcula que, a cada ano, oito milhões de toneladas de plástico vão parar nos mares.

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Jefferson Douglas da Silva

Jefferson Douglas da Silva

Jefferson atuou por mais de 25 anos em jornais e emissoras de televisão de Chapecó, Blumenau, Joinville e Florianópolis. Foi repórter, editor, apresentador e gestor de equipes de TV, entre elas a chefia de redação da RBS TV. Atualmente reside em Balneário Camboriú e trabalha com consultoria na área de comunicação. Como jornalista – e descendente de italianos – pode conhecer em detalhes a rotina de cantinas e alambiques que produzem vinho colonial e cachaça no Oeste do estado. Fez cursos de coquetelaria (Senac) e produção artesanal de cerveja (Escola Superior de Cerveja e Malte). Apaixonado por vinhos, estuda o assunto desde 2001 e está em busca da certificação de sommelier pela Fisar (Itália).

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