Dezembro 02, 2019

Catarinenses foram destaque no Jornal Nacional

Catarinenses foram destaque no Jornal Nacional

Chegou ao fim a comemoração dos 50 anos do Jornal Nacional, que colocou na bancada aos sábados apresentadores de afiliadas dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal. Foi uma importante ação na relação da emissora com a comunidade. E serviu também a outros propósitos, entre eles mostrar os vários sotaques que as notícias têm pelo país e até avaliar o pessoal.

Nesse aspecto, dois profissionais evoluíram na carreira logo depois da passagem pela redação do Rio de Janeiro: Mario Bonfim de Pernambuco, promovido a substituto de Tadeu Schmitt no Fantástico e Taís Lopes, do Ceará, foi contratada pela CNN Brasil.

Profissionais na NSC TV, um nascido no Rio Grande do Sul e outro em São Paulo, também foram destaque no Jornal Nacional: Fabian Londero, que atuou na metade do projeto e Mário Motta, que encerrou o rodízio sábado passado, 30. Motta, reconhecido por Wiliam Bonner como o mais longevo apresentador em um mesmo noticiário (mais de 33 anos no Jornal do Almoço), tirou de letra o desafio em um grande momento da longa carreira.

 

Volta por cima

A queda de nível do futebol catarinense – três rebaixados e um em crise – deve continuar merecendo uma avaliação mais profunda na direção dos clubes, na Federação e até na mídia que acompanha futebol. Desde 2001 tínhamos representantes na série A, graças a uma ação vitoriosa que juntou a RBS, Associação de Clubes e a FCF, justamente para elevar o nosso futebol.

É preciso dar a volta por cima, com urgência. Ter o campeonato regional como parâmetro não é garantia de sucesso nacional. A gestão tem que ser mais profissional, com empatia na comunidade, mas com acompanhamento das lideranças das instituições. 

O ano que vem poderá ser mais complicado do que agora, porque a receita da TV para três clubes – Avaí, Criciúma e Chapecoense – vai cair significativamente. Montar times competitivos com respaldo do marketing é o desafio.

 

The Crown

É uma filmagem especular – direção, roteiro e atuações – transformando a série britânica The Crown em um grande prazer para o usuário Netflix. A história da realeza já está no terceiro ano, com atores mais velhos nas duas primeiras temporadas dando show de interpretação.

O terceiro capítulo, que assisti ontem, 1, tem um roteiro muito bem elaborado, contendo preciosidades como esta: "Quando o povo está furioso, joga pedras em seus líderes". Outra, da rainha Elizabeth II se esquivando em visitar um local de tragédia: "Pra que? Rainhas só visitam hospitais".

O terceiro ano de The Crown custou 125 milhões de dólares.

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Claiton Selistre

Claiton Selistre

Jornalista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi diretor de Jornalismo por 25 anos da RBS TV, TVCom e Rádio CBN/Diário em Santa Catarina. Antes atuou na  Rádio e TV Gaucha do grupo RBS e em redações de jornal, rádio e tv do grupo Caldas Jr. em Porto Alegre. Foi também repórter da na Sucursal do Jornal do Brasil. Planejou e Coordenou coberturas multimídia nas Copas do Mundo de Futebol na Alemanha, Argentina, Espanha, México, Itália, Estados Unidos, França e Japão/Coréia. Dirige a Making of há seis anos.

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