Fevereiro 26, 2020

Fim de festa, início do ano!

Fim de festa, início do ano!
Fotos David Collaço

Dizem que ano começa mesmo após o carnaval. Então tá. Um bom ano pra todos nós e com a alegria da galera que agitou um dos blocos mais tradicionais de Florianópolis, o Bloquete & Calma Beth, que reuniu nesse carnaval milhares de pessoas na arena montada na Praça Fernando Machado, no centro de Floripa. Da uma espiadinha quem curtiu por ali também.

 

Pedro Lombardo e o cantor Bochecha

 

A top Arícia Silva

 

Arthur Magalhães

 

Neto Barni e Mariana Nienow curtiram juntinhos

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Não era amor    Foto Rodrigo Costa/Agencia Larissa Trentini

Os sócios do bloco Não Era Amor e da organização da Arena SKOL Floripa, da esq. p/ dir., Coy, Rolf Krueger, Tiago Basso, Leandro de Bem, Anão, Cassiano Silveira, Lucas Moraes, coordenador de eventos da Ambev, Vinícius Mastiguim, gerente regional de marketing da Ambev, e Fernando Maboni.

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Molejo    Foto Rodrigo Costa/Agencia Larissa Trentini

Amanda Ferreira também curtiu o domingo ao som de Molejo na Arena SKOL Floripa

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Summer Nights

Proporcionar momentos agradáveis para toda a família com música boa em apresentações gratuitas foi o propósito do projeto Summer Nights que encerra neste final de semana no MULTI Open Shopping. Até o dia 29 de fevereiro estão programados três shows no  palco principal do boulevard do primeiro e único open shopping da região do Rio Tavares, em Florianópolis.

As apresentações ao vivo, em parceria com o 900 Sports Pub e Ponta D'Agulha Costelaria, acontecem sempre a partir das 20h. Nesta quinta-feira, dia 27 quem sobe ao palco é o Catfish Duo formado por Rafael Salib e Renato de Carvalho. Eles apresentam versões de clássicos e lados B da música negra do século passado.

 

Na sexta-feira, dia 28, o trio TBZ Blues volta com toda energia para brindar o verão de 2020 no MULTI. E para completar a programação tem show do Gustavo Barreto na noite do sábado, dia 29.

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Passeios harmonizados

Pensando na chegada da colheita das uvas, a Vinícola Villa Francioni se preparou com uma programação especial que, além de contar com várias alternativas de passeios, dá enfoque a um importante atributo quando o assunto é gastronomia: a culinária. Degustações ao pôr do sol incluem pratos típicos da região serrana e tábuas de frios, todos cuidadosamente harmonizados com cada um dos rótulos da vinícola de São Joaquim, incluindo o VF Rosé, premiado como melhor do Brasil na categoria, no ano passado. 

Para saber mais, acesse http://www.villafrancioni.com.br  e clic em NOTÍCIAS

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Sobre violência e feminicídio :(

Não sei o que está acontecendo, mas é fato que violência contra a mulher está aumentando. Presenciei nesse carnaval duas cenas que me deixaram profundamente triste, chocada, abismada. E isso não foi em nenhuma balada, foi da minha cama, na tranquilidade do nosso lar!

A última barbárie aconteceu ontem no início da noite, quando ouvimos uma forte freiada de carro, tipo um cavalo de pau, e na sequência gritos aqui na nossa rua (moro pertinho da Praia do Campeche, ao lado da Pequeno Príncipe). O cara jogou a menina pra fora do carro e depois começou a arrasta-la pelo asfalto, batendo na moça.

Chamamos a polícia, que não veio! Nós e outros moradores da rua fomos la tentar tira-la da mão do "macho-alfa", e eu com o coração na boca, morrendo de medo do valentão tirar uma arma e recebermos um tiro! Ela chorava e gritava: "Sou eu quem paga o aluguel, trabalho, me sustento, já fiz BO, só quero que ele volte pra cidade dele, mas ele nao me deixa em paz!"

A outra cena lamentável aconteceu uns cinco dias atrás, voltávamos a pé do mercado, quando avistamos de longe um cara jogando a menina no chão, depois ele a arrastou pra dentro de um lote baldio e começou a espanca-la. Eu comecei a gritar desesperadamente, ele viu que estávamos ligando pra polícia (que de novo não apareceu!) e saiu correndo. Nesse caso ele correu pra um lado e ela pra outro.

Até achei ontem era o mesmo casal brigando, porque não era possível aquilo, mas não era, era só mais um número na escala de mulheres que andam sendo agredidas, espancadas e mortas (como o assassinato da diretora Elenir Fontão, que aconteceu aqui pertinho também). O pior é saber que muitas vezes nada acontece com o agressor (como nos dois casos em que presenciamos).

Gosto de noticiar coisas bacanas, energias vibrantes, festas legais, premiações merecidas. Mas não pude deixar de relatar isso e continuo abalada. Onde isso vai parar, gente? Quando? Como? Quantas vidas estão sendo ameaçadas e daqui uns dias serão aniquiladas?

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Yula Jorge

Yula Jorge
Jornalista graduada pela UFSC. Antes disso estudou e viveu quatro anos entre o Canadá e os Estados Unidos e quando retornou a sua terra natal, Goiânia, graduou-se pela PUC em Secretariado Bilíngue. 
Logo mudou-se para Florianópolis, ingressou na Universidade Federal, e da ilha não saiu mais. Atua como colunista desde 2012, assinou uma coluna diária no jornal Notícias do Dia por alguns anos, e, paralelamente, foi repórter da RICTV Record e Record News. Traz todos os dias o que rola de especial em Floripa: sobre quem acontece, empreende, se engaja em causas legais. O que inaugura, as festas bombásticas, as melhores casas, restaurantes, os shows, as ações bacanas e o voluntariado.

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