Julho 15, 2019

Hoje, todos na torcida por Floripa!

Hoje, todos na torcida por Floripa!
Fotos Nilva Damian - Uma Fotografia

O manezíssimo Edinho Daniel está há 30 anos a frente do Sufocos Bar e Restaurante. Seu sócio e cunhado, Pedrão, somente há duas "décadas" somando nessa empreitada. Foi o Pedrão quem criou o, hoje famoso, Arancini de Siri, que desbancou os 16 finalistas da etapa regional do Concurso Comida Di Buteco 2019, levando o primeiro lugar.

Hoje, em São Paulo, eles concorrem na final, onde será conchecido o bar que levará o título de MELHOR BUTECO DO BRASIL!

 

 

Como foi pra vocês vencer a etapa regional? Vocês esperavam?

Edinho: O pessoal gosta muito dos nossos pratos e muita gente tem um carinho especial pelo Sufocos, mas nunca imaginei ganhar o primeiro lugar! Misturamos o tempero açoriano com o italiano, no caso do arancini, e deu certo! Quando ganhamos o primeiro prêmio, que foi o Melhor Petisco Perdigão, o Pedrão disse: já está ótimo, vou pra casa feliz. E eu ainda brinquei, espera que nós vamos ganhar! Bem nessa hora a moça gritou, "e o vencedor do Comida Di Buteco 2019 é o Sufocos!". Foi uma festança!

Pedrão: Queríamos ficar com uma colocação melhor que o 8º lugar, que foi nossa classificação no ano passado, mas levar os dois prêmios foi realmente uma supresa boa. Lembrando que o Comida Di Buteco não classifica só o melhor petisco. Claro que pelo menos 50% da análise dos jurados é baseada no prato, mas é levado em conta também o atendimento, higiene, temperatura da bebida, a cultura do alimento, o preparo, a tradição...

 

De onde veio a ideia de preparar um Arancini de Siri para concorrer?

Pedrão: Eu comia muito arancini com minha nona, que é uma comida típica da Itália, que nasceu na Sicilia. O arancini seria como o nosso bolinho de arroz, mas no caso dessa receita é feita com nosso siri cremoso, famoso no cardápio do Sufocos. Se você abre o arancini você encontra uma crosta crocante de farinha panco, depois arroz árboreo temperado com açafrão espanhol, o siri cremoso, e, no miolo, queijo muzzarela. Porque arancini que é arancini tem dar o fio, você abre e o queijo tem estar derretido, tem dar a liga. E deu! Foi assim que levamos o primeiro lugar.

Edinho: Ah, e o Arancini de Siri foi criado para concorrer no Comida Di Buteco 2019, mas agora passa a integrar o nosso cardápio, que é pra todo mundo poder experimentar.

 

Na noite de hoje, 15 de julho, em São Paulo, o que vocês esperam sobre a final do concurso?

Pedrão: Olha, nem sei mais de nada (risos), mas gostaria de ficar entre os 3 primeiros, claro, seria sensacional! Pena que eu não estarei na premiação, estou indo pra Itália agora, até para trazer receitas novas, mas meu coração vai estar lá, com minha vibração e com o Edinho. Só a realização de estar numa final nacional é gratificante demais!

Edinho: Eu espero ganhar, ué! (mais risos)

 

E como foi a repercussão do concurso?

Edinho: Isso foi o que nos deixou mais feliz! Foi uma repercussão maravilhosa. Está sendo. As pessoas mandando um monte de mensagens pra gente, parabenizando, vibrando, demostrando tanto carinho. Isso vale mais que até o próprio prêmio.

 

 

Feedback

O que você não fica sem
Edinho: amor
Pedrão: minha família

O que mais admira
Edinho: a honestidade das pessoas
Pedrão: o trabalho

O que não suporta
Edinho: não suporto pressão
Pedrão: falsidade

Um lugar no mundo
Edinho: meu rancho de canoa na beira da praia
Pedrão: Campeche, Florianópolis!

Uma saudade
Edinho: saudade do Sufocos quando era na beira do mar, onde eu pescava, dormia e trabalhava. Hoje estamos muito bem aqui, mas se é pra falar em saudade...
Pedrão: também sinto saudade do início do Sufocos, que era um desafio muito motivador

Hobby
Edinho: pesca
Pedrão: marcenaria

Bebida
Edinho: cerveja
Pedrão: vinho

A melhor viagem
Edinho: ter me rebelado em casa pra montar o bar, minha família me chamava de maluco! Mas eu tive coragem e abri o Sufocos - no maior sufoco!
Pedrão: o Sufocos, um casamento que deu certo

Sonho
Edinho: só continuar pescando, trabalhando, vivendo bem todos os dias
Pedrão: aposentar, deixar meu filho tocando isso aqui e curtir ainda mais a vida

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Viva você, Lelê!     Foto divulgação

Hoje o dia é dessa canceriana querida, a jornalista Alessandra Cavalheiro. Feliz aniversário, gatona!!!

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Com poesia e emoção

Florianópolis reencontrou seu poeta maior, ícone da literatura e símbolo de resistência: Cruz e Sousa (1861 – 1898). O poeta simbolista foi retratado pelo artista Rodrigo Rizo em um enorme mural de 900 metros quadrados no total.

A obra de arte urbana é parte do projeto Street Art Tour e foi inaugurada na quinta-feira, 11/7, com a participação da população da cidade, artistas, representantes do movimento negro e autoridades do município e do Estado.

 

Ao vivo     Foto Marcio H Martins

O ator JB Costa, que há mais de três décadas interpreta Cruz e Sousa, fez uma performance emocionante. O evento teve ainda a participação da cantora Maria Helena, que interpretou o samba Nas Veias do Brasil.

 

Arte nas ruas

O mural Cisne Negro começou a ser feito no começo de junho no paredão do edifício João Moritz, localizado ao lado do jardim do Museu Histórico de Santa Catarina – Palácio Cruz e Sousa. Na foto, parte da equipe do projeto Street Art Tour.

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Encontros do Mercosul em Floripa
 
A diretora de programação do FAM, Marilha Naccari, acabou de chegar da Bolívia, onde participou do BolíviaLAB, um laboratório audiovisual realizado em Santa Cruz de La Sierra.
 
 
 
Projetos selecionados lá vem participar do Encontro de Coprodução do Mercosul, realizado durante o Festival de Cinema Florianópolis Audiovisual Mercosul que vai divulgar no hoje, 15 de julho, a lista dos filmes selecionados.
 
O Festival que está de casa e data nova, será realizado de 26 de setembro a 2 de outubro no Cinema do Beiramar Shopping, no Hotel Magestic, no Museu da Escola Catarinense e a grande noite de encerramento no Teatro Álvaro de Carvalho.  
 
Tags:
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Yula Jorge

Yula Jorge
Jornalista graduada pela UFSC. Antes disso estudou e viveu quatro anos entre o Canadá e os Estados Unidos e quando retornou a sua terra natal, Goiânia, graduou-se pela PUC em Secretariado Bilíngue. 
Logo mudou-se para Florianópolis, ingressou na Universidade Federal, e da ilha não saiu mais. Atua como colunista desde 2012, assinou uma coluna diária no jornal Notícias do Dia por alguns anos, e, paralelamente, foi repórter da RICTV Record e Record News. Traz todos os dias o que rola de especial em Floripa: sobre quem acontece, empreende, se engaja em causas legais. O que inaugura, as festas bombásticas, as melhores casas, restaurantes, os shows, as ações bacanas e o voluntariado.

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