Novembro 01, 2018

MITO

MITO
Cervejaria Vapor Negro/Reprodução

Cerveja e eleição. A combinação anda rendendo bons resultados para um trio de empreendedores gaúchos. O grupo aproveitou a onda “bolsonarista” e lançou em junho uma cerveja com a cara e o apelido do novo presidente do Brasil.

Embora a cervejaria Vapor Negro seja de Nova Petrópolis (RS) a “Mito” é produzida em Caxias do Sul. São três estilos: Lager, Red Ale e Schwarzbier em garrafas de 300 ml. O investimento inicial foi de R$ 100 mil mas o faturamento é duas vezes maior, conta Adriano Lazzari um dos sócios da empresa. Nos primeiros quatro meses de vendas foram comercializadas 30 mil garrafas. Mas, prevendo a vitória do candidato, os empreendedores se apressaram para produzir um lote de 15 mil garrafas, que já estão sendo vendidas.

A procura pela cerveja é maior no Rio Grande do Sul, mas consumidores de outras regiões do país podem encomendar o produto pela internet.

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ÁCIDA E POPULAR

A coluna comentou em julho sobre o reconhecimento da Catharina Sour pelo BJCP como o primeiro estilo de cerveja brasileiro. Pois a bebida ácida, com aroma de frutas tropicais e baixo teor alcoólico vai ser uma das atrações do 2º. Floripa Craft Beer, que começa amanhã (02) em Florianópolis. Os organizadores reuniram 23 cervejarias catarinenses que vão oferecer 120 tipos de chopp. Além de mostrar a qualidade e variedade da produção cervejeira catarinense, o evento vai oferecer opções gastronômicas, música e diversão para as crianças. O Floripa Craft Beer ocorre no bolsão da Beira-Mar Continental até sábado, e não há cobrança de ingresso.

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HALLOWEEN


Draftmag/Reprodução

O último dia de outubro é marcado por uma tradição no Hemisfério Norte e que, aos poucos, ocupa espaço também no Brasil. O Halloween é dia de fantasias, doces e – claro – cerveja de abóbora. E haja abóbora para tanta cerveja. Nessa época do ano o consumo da Pumpkin Ale nos Estados Unidos chega a ultrapassar a toda poderosa IPA.

O estilo criado no entre os séculos XVI e XVII surgiu como uma necessidade, já que não havia cevada nos Estados Unidos mas sobrava abóbora nas propriedades. Só mais tarde, com o início da importação e plantio da cevada em larga escala é que o legume passou a ser considerado um adjunto cervejeiro. O estilo acabou esquecido por décadas e ressurgiu nos Estados Unidos só no início dos anos 80.

Por lá, há mais de 400 rótulos de pumpkin, mas a que é encontrada com mais facilidade aqui nos trópicos é a Booklyn Post Road. A coluna relacionou outras opções nacionais desse estilo:

Tormenta Vampkin – Paraná

Bier Hoff Jerimoon – Paraná

Bier Hoff Jerimoon Pumpking IPA – Paraná

Klein Bier Pumpking IPA - Paraná

Kud Trick N’Treats Pumpkin Ale – Minas Gerais

Sauber Beer – São Paulo

Bierland Pumpking Ale – Blumenau

A cerveja é sazonal, tem cor âmbar e mais ou menos 6% de teor alcoólico. O sabor e adocicado e lembra abóbora em calda.

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PONTE AÉREA



BrewDog/Divulgação

Os fundadores da cervejaria escocesa BrewDog são conhecidos pela criatividade e ousadia. Nos últimos dez anos James Watt e Martin Dickie (com o financiamento do fundo TSG Consumer Partners) conceberam cervejas icônicas como a Punk IPA; protagonizaram um programa de TV onde produziram cervejas inusitadas em condições adversas; abriram bares na Escócia e no Brasil; e até um hotel temático nos Estados Unidos.

A novidade da vez é a criação da primeira “companhia aérea de cerveja do mundo”. O primeiro voo já está programado para fevereiro de 2019 e vai ligar Londres a Ohio, onde fica o hotel temático The Dog House. Durante a viagem os passageiros vão degustar coquetéis e cervejas de edição limitada produzidas pela BrewDog. Ao chegar a diversão fica ainda melhor. O pernoite é no hotel do grupo, que tem torneira de chopp no quarto, frigobar com cervejas à vontade e um spa com opções de relaxamento e tratamentos de beleza à base de cerveja.

Esse primeiro voo é um teste e a rota pode ser mantida caso haja demanda. O pacote completo – com passagem aérea, hospedagem e muuuuuita cerveja – vai de 1.250 a 1.400 Euros por pessoa.

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SANTO REMÉDIO



Pexels/Divulgação

Um estudo conduzido pela Asthma UK, uma instituição médica do Reino Unido, deu um alento a quem sofre com rinite alérgica (também conhecida como febre do feno).

Enquanto vinho e cerveja podem agravar os sintomas, uma boa dose de gim (ou vodka) com tônica tem o efeito contrário. O motivo, mostra a imprensa australiana que repercutiu o assunto, seria a ausência de sulfitos nestes destilados.

O artigo reforça que não se trata de uma cura em definitivo, mas um alívio temporário para a incômoda coceira e a coriza.

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Redação Making Of

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