Agosto 15, 2019

NSC devolve espaço para emissoras regionais

NSC devolve espaço para emissoras regionais

A estratégia de reduzir custos na programação regional derrubou a audiência e a NSC vai mudar: na próxima segunda-feira, 19, o Jornal do Almoço de Blumenau, Joinville e Chapecó voltam a ser todo local. Desde abril de 2017, quando a negociação, NSC/RBS estava em andamento, a maior parte do conteúdo passou a ser gerado da capital. O resultado favoreceu a RIC/Record.

A ancoragem regional, no entanto, não será acompanhada por uma recuperação de estrutura. Parte do tempo será entregue aos consultores terceirizados respondendo perguntas de quem está em casa ou da produção.

Hoje, as diferenças entre NSC e RIC não estão apenas no espaço, mas no investimento em reportagem. Pode ser que apenas abrir câmera no estúdio não adiante para recuperar todo o Ibope, mas agora a NSC já sabe o que o mercado já sabia: o catarinense preserva o localismo.

 

Atlântida

A matéria de ontem, 14, com a gravação entre dois comunicadores da Atlântida de Porto Alegre viralizou (veja aqui). O que todo mundo quer saber são perguntas que estão sem respostas:

 

- quem gravou o áudio: um dos apresentadores ou uma terceira pessoa que ouvia a conversa de fora?

- quem vazou e com que interesse?

- se a RBS diz que já tinha conhecimento do áudio e que ele foi gravado há um ano, porque não gerenciou o assunto internamente?

 

O que surpreendeu a todos foi o nível da conversa, envolvendo praticamente toda a alta direção da RBS – do presidente do conselho de administração ao executivo da emissora.

Nunca se ouviu tantas fofocas em 15 minutos.  

 

Record + Universal

Blogs especializados informam que a Record vai diminuir em uma hora o espaço da Igreja Universal. Agora será da 1h15 até as 5 h da manhã. Com isso, a programação de jornalismo vai começar mais cedo, na tentativa de neutralizar o crescimento do SBT.

A Igreja Universal é a dona e maior cliente da Record, com investimento estimado em 50 milhões de reais.

 

WhatsApp

Apresentadores de rádio e TV chamam com insistência o público a participar via WhatsApp. Logo em seguida, invariavelmente, dizem que receberam muitas mensagens e que não dá para ler todas.

Dá para entender?

 

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Claiton Selistre

Claiton Selistre

Jornalista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi diretor de Jornalismo por 25 anos da RBS TV, TVCom e Rádio CBN/Diário em Santa Catarina. Antes atuou na  Rádio e TV Gaucha do grupo RBS e em redações de jornal, rádio e tv do grupo Caldas Jr. em Porto Alegre. Foi também repórter da na Sucursal do Jornal do Brasil. Planejou e Coordenou coberturas multimídia nas Copas do Mundo de Futebol na Alemanha, Argentina, Espanha, México, Itália, Estados Unidos, França e Japão/Coréia.

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