Fevereiro 26, 2020

Setores empresarial e de comunicação defendem reforma da previdência

Setores empresarial e de comunicação defendem reforma da previdência

O setor empresarial e as emissoras de rádio e televisão do estado atuarão de forma sinérgica na defesa da reforma da previdência estadual, que, na visão de ambos os segmentos, precisa seguir a lógica das mudanças na previdência nacional, que já ajustaram a situação dos trabalhadores do setor privado e dos funcionários públicos federais.

A decisão foi tomada ontem, 25, em reunião-almoço com a participação dos presidentes das federações das indústrias (FIESC), Mario Cezar de Aguiar, do comércio (Fecomércio), Bruno Breithaupt, e dos Transportes (Fetrancesc), Ari Rabaioli, com o presidente da Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão (Acaert), Silvano Silva, e o coordenador do Gsul, grupo que reúne as entidades de radiodifusão dos três estados do Sul do Brasil, Marcello Petrelli.

"Nos reunimos no sentido de avaliar ações conjuntas pela necessária reforma da previdência do estado de Santa Catarina. A nossa proposta é termos um alinhamento com a proposta nacional para assegurar o pagamento futuro das aposentadorias. É fundamental que essa discussão seja feita em bom nível", disse Aguiar.

"É urgente que equacionemos o problema, pois ele será cada vez maior se postergarmos essa decisão. Nesse sentido, é fundamental o esclarecimento da opinião pública para que possamos, de uma maneira organizada, definir os rumos para Santa Catarina", acrescentou, sublinhando a importância dos veículos de comunicação para explicar o cenário à população.

Na semana passada, as sete entidades integrantes do Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (COFEM), durante reunião com o governador Carlos Moisés, já haviam manifestado apoio à reforma da previdência estadual.

"A Acaert já se posicionou a favor da reforma da previdência e hoje estamos veiculando campanha através de rádios e TVs de Santa Catarina. É um momento ímpar", disse Silva, acrescentando que a reunião com as entidades que representam o setor empresarial amplia a representatividade do debate. "A decisão foi pela defesa da reforma da previdência com urgência. Precisamos ter recursos nos estados e municípios, que, sem a reforma, não terão como pagar os seus inativos, nem investir em saúde, educação e segurança. A reforma é urgente. Não pode ser adiada e precisa ser no mínimo do tamanho da reforma aprovada em nível nacional. É isso que queremos e para isso que estaremos juntos", acrescentou.

Fonte: Assessoria de Imprensa FIESC

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Redação Making Of

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