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domingo, 22 maio, 2022

A guerra pela audiência na guerra

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A guerra pela audiência na guerra

Reproduções/emissoras

A GloboNews publicou um card discreto comemorando os dados de audiência em relação aos concorrentes na TV fechada: os números  são fortes. Diz que de 24 a 28 de fevereiro teve 78% de audiência maior que o segundo colocado e 27% maior que os outros somados – Band News, Jovem Pan, CNN e Record News.

Mas, quem acompanhou os vários canais, lá no início da guerra, zapeando, percebeu que na largada, o conteúdo da CNN foi muito mais ágil, até o final de semana seguinte quando demonstrou falta de equipe e se perdeu na ancoragem com apresentadores muito jovens. Como se sabe, credibilidade para dar notícias é o que importa.

Apesar da reorganização da GloboNews, no dia primeiro de março a CNN tomou a dianteira quase todo o dia, só perdendo um pouco à noite. O trunfo da franquia é sem dúvida ter a possibilidade de colocar no ar, a qualquer momento, a imagem da matriz, de Atlanta, e realizar uma ótima tradução. Por isso, a CNN passa a sensação de mais agilidade.

Diante do revés, o canal da Globo alterou a programação nos dias seguintes para conter os estragos.  

 

CNN dança

A Jovem Pan que começou muito mal também se calçou para acompanhar a guerra, usando entrevistados de muito conhecimento e imagens de agências noticiosas.

Apesar do bom desempenho na guerra, o colunista Gabriel Vaquer, do UOL, está informando que em abril a CNN fará uma dança de cadeiras de apresentadores para estancar derrotas que vem sofrendo para a Jovem Pan. Vão entrar no pacote a programação matinal, o programa de Monalisa Perrone, que sobe para as nove horas da noite, e até Márcio Gomes, que tem perdido para “Os Pingos nos Is”, da Pan.

William Waack deixa o jornal da noite e fica com um programa de trinta minutos mais tarde.

Essas mexidas deixaram apreensiva a redação. Desde que Douglas Tavolaro deixou a CNN, a executiva que o substituiu faz modificações frequentes de programas e pessoas, mal deixando os telespectadores se habituarem ao produto.

Agora é espera para ver o resultado disso tudo ou se a continuidade de bons resultados na cobertura da guerra pode modificar o projeto.

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Claiton Selistre
Publisher, colunista e owner do Portal Making Of, é jornalista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Foi diretor de Jornalismo por 25 anos da RBS TV, TVCom e Rádio CBN/Diário, além de coordenador do comitê editorial da RBS em Santa Catarina. Antes atuou na Rádio e TV Gaucha do grupo RBS e em redações de jornal, rádio e tv do grupo Caldas Jr. em Porto Alegre. Foi também repórter da na Sucursal do Jornal do Brasil. Planejou e Coordenou coberturas multimídia nas Copas do Mundo de Futebol na Alemanha, Argentina, Espanha, México, Itália, Estados Unidos, França e Japão/Coréia. Dirige a Making of há sete anos.
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