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sexta-feira, 27 maio, 2022

Casa d’Agronômica vive dias agitados

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Casa d’Agronômica vive dias agitados

DIVULGAÇÃO

Depois de um encontro com a maior parte da bancada do MDB, o governador Carlos Moisés recebeu o presidente estadual do Republicanos, o deputado Sérgio Motta, na Casa d’Agronômica, tudo na quinta (24), e, nesta sexta (25), ao final da tarde, será a vez de uma conversa com o senador Esperidião Amin, pré-candidato a governador pelo PP.

A movimentação parece acelerada, porém não tem o ingrediente fundamental, a definição de qual sigla abrigará Moisés, fato que deflagraria o restante da construção no projeto à reeleição, como alianças e as nominatas a deputado federal e estadual ou mesmo de quem será o senador da coligação.

Ou seja, tecnicamente, neste momento, Moisés não é candidato, não tem como articular nada mais efetivo porque lhe falta um endereço partidário, uma porta que auxilie a saber com quem as demais siglas conversam e a quem estão se associando, tanto no Estado quanto em nível federal, nem adianta ter uma nominata debaixo do braço.

A última argumentação do governador é a de que sem concretizadas as federações – associação de partidos que devem atuar, ficar juntos no popular, durante quatro anos – não é possível se filiar por ora.

Há um equívoco neste raciocínio político transverso, já que se o problema agora é saber se o MDB deve estar com o União Brasil ou mais outra sigla, por exemplo, depois a conversa envolverá mais gente e outros interesses, o que dificulta o diálogo e o fechamento de acordo, que passará pelo prefeito Gean Loureiro, de Florianópolis, que pode se dizer pré-candidato ao governo, está filiado.

 

Difícil

Imaginem nesta condição, sem rumo acertado, conversar com partidos e líderes mais experientes: “Vamos fazer uma aliança no escuro?”

A falta de uma filiação sugere começar a construção de uma casa pelo telhado, sem fundação, o que, desde já, se sabe que não dá certo.

 

Emedebistas 1

Da bancada, Moisés recebeu o integral apoio e o compromisso de que só quando o MDB se apaziguar internamente haverá a conversa decisiva.

O governador passou a bola a quem de direito, enquanto namora com o Podemos, de quem o ainda não pré-candidato à reeleição parece ter se aproximado a ponto de se entrelaçar nos últimos dias, principalmente depois da ida a Brasília durante a semana.

 

Emedebistas 2

Os deputados estaduais do MDB já identificaram a origem da influência sobre Antídio Lunelli e o presidente Celso Maldaner, que dificulta uma solução para o impasse, e que também envolve a grande maioria dos prefeitos do partido.

É gente que estava na mesma estratégia furada de Mauro Mariani e Dário Berger, em 2018, e levou a sigla a amargar derrotas, perder o governo e ver diminuir as bancadas na Assembleia e na Câmara.

Para tanto, nem precisava pensar muito, pois até os postes sabem que o tal grupo, já famoso por estar do lado errado da história, foi um dos poucos a garantir mandato, no melhor estilo “só penso no meu umbigo”.

 

MÔNICA FOLTRAN/DIVULGAÇÃO

CONSELHO PRECIOSO

Secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, o ex-prefeito de Chapecó Luciano Buligon foi um emedebista aguerrido antes de ser atropelado por trapalhadas patrocinadas, entre outros, pelo ex-deputado Valdir Colatto, que o fez abandonar o partido e seguir para o PSB, na época que tinha a grife Bornhausen. Buligon admite que, desde o dia 15, passou a ficar receoso pela falta de definição do governador sobre o destino partidário. Sugeriu, em outra ocasião, que Moisés entre no MDB, pela capilaridade e força da militância, uma das poucas que sobreviveu. Pré-candidato a deputado estadual, Buligon confirma que se filiará na mesma legenda do governador. Nada melhor, então, do que um território que conhece bem e onde seria muito bem recebido. Na foto, o secretário deu entrevista à jornalista Karem Fabiani, no programa SC Acontece, da TVBV, sobre o recorde histórico de empregos gerados no Estado.

 

É histórico

Buligon deixou o MDB para concorrer à reeleição na maior cidade do Oeste, mas o partido não saiu de sua história.

No gabinete na prefeitura, além de um belo painel com uma vista aérea da cidade, havia somente duas fotos lado a lado na parede: um pequeno quadro de Jesus Cristo e outro do amigo e ex-governador Luiz Henrique da Silveira.

 

DIVULGAÇÃO/AQUIVO 07DEZ2019

PSDB DIZ QUE MERISIO ESTAVA DE SAÍDA, MAS NÃO É BEM ASSIM!

Depois de andar de braços dados com Gelson Merisio pelo Estado afora e até em eventos nacionais, como o da foto, em Brasília, que marcou o ato de filiação, a executiva do PSDB catarinense afirma em nota que a desfiliação do ex-deputado e presidente da Assembleia já “era ato consolidado”. Era depois de que Merisio apareceu, na quarta (23), ao lado do ex-presidente Lula, pré-candidato ao Palácio do Planalto, confirmou apoio à empreitada do PT nas eleições de 2022. Há menos de dois meses, o próprio prefeito Clésio Salvaro, de Criciúma, lançou o ex-deputado como pré-candidato do PSDB ao governo, logo depois de tirar qualquer possibilidade de renunciar ao cargo para concorrer. Agora, o tucanato esclarece que a decisão isolada de Merisio, o que dá relevância ao ato pró-Lula, nada altera o projeto do PSDB, embora o ex-deputado tenha liderado o movimento para que os catarinenses apoiassem o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, nas prévias do PSDB nacional, vencidas pelo governador de São Paulo João Doria Júnior, dia 27 de novembro passado.

 

É só fazer as contas.

Merisio estava no PSDB desde dezembro de 2019, pouco mais de um ano depois de ter levado uma surra nas eleições estaduais, onde perdeu para o atual governador Carlos Moisés.

Leia a nota na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO EXECUTIVA ESTADUAL DO PSDB/SC

Diante dos últimos acontecimentos ocorridos, no que tange ao posicionamento político do Ex Deputado Gelson Merísio, importa esclarecer que sua desfiliação já era ato consolidado, consequência de um processo que teve início há alguns meses.

 

Sua decisão isolada em nada altera o projeto tucano de 2022. O PSDB de Santa Catarina tem lideranças competentes, com conhecimento e visibilidade para concorrer no pleito de 2022, as quais já colocaram seus nomes a disposição.

Tal situação não abala os projetos do partido, que continua forte e com o mesmo propósito de sempre, apresentar uma alternativa mais bem preparada para as disputas eleitorais.

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Roberto Azevedo
Roberto Azevedo tem 37 anos de profissão. Estudou jornalismo na UFSC, de Florianópolis, e direito na FURB, de Blumenau. Foi repórter, editor, chefe de Reportagem, chefe de Redação, editor-chefe, gerente e diretor de Jornalismo, na RBS TV de Blumenau e Florianópolis, na TV Record de Florianópolis, na Rede TV Sul! e na TVBV (Barriga Verde, BAND); comentarista na RIC TV Record e na Record News, e colunista no Diário Catarinense (onde também foi editor de Política) e no Notícias do Dia, tendo blogs nas versões digitais das edições. Atuou nas rádios União de Blumenau e União FM de Florianópolis, e na Rádio Record da Capital catarinense. Além de ter uma coluna no Portal Making Of, desde setembro de 2016, faz comentários sobre política e economia na Rádio Cidade em Dia FM, de Criciúma, e na TVBV (BAND), de Florianópolis.
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