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Clésio Salvaro confirma a sua pré-candidatura a deputado estadual pelo PSD

 

Na noite de quinta-feira, 15, o PSD de Criciúma fez uma reunião extraordinária para tratar de assuntos da eleição deste ano. No dia anterior, o ex-vereador Arleu da Silveira tinha decidido que não iria mais ser candidato a deputado estadual em 2026.

Com isso, o PSD precisou buscar um substituto para a vaga e ficou definido que o ex-prefeito Clésio Salvaro será o nome do partido que vai representar a região sul na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Em 2024, Salvaro encerrou a sua terceira passagem pela Prefeitura de Criciúma, tendo conseguido eleger seu sucessor, o atual prefeito Vagner Espíndola (PSD), que derrotou o candidato Ricardo Guidi (PL), que saiu do PSD para ser o representante do governador Jorginho Mello (PL) naquela eleição.  

Além de Clésio Salvaro e Arleu da Silveira, estavam presentes o presidente da Alesc, deputado estadual Júlio Garcia; o prefeito Vaguinho; o vice-prefeito e presidente do PSD de Criciúma, Salésio Lima; os vereadores Antônio Manoel, Daniel Formentin, Márcio Daros e Valdecir “Amaral” Bittencourt e suplentes.

Desde 2025 Salvaro já pensava em disputar a eleição deste ano, mas faltava definir o cargo, já que seu nome estava cotado para ser o vice na chapa do prefeito João Rodrigues, que vai se candidatar a governador do Estado.

O PSD quer ampliar a representatividade na região sul e Salvaro será um nome de peso no planejamento estratégico. O ex-prefeito de Criciúma vai não só ajudar João Rodrigues, mas vai também fazer uma dobradinha com Júlio Garcia, que decidiu deixar a Alesc para concorrer a deputado federal neste ano.

 

TRAJETÓRIA DE CLÉSIO SALVARO

Clesio Salvaro iniciou a carreira política em 1988, quando se elegeu vereador de Siderópolis pelo PFL (atual Democratas), com 428 votos. Foi reeleito em 1992 e chegou à presidência da Câmara Municipal.

Em 1994, disputou pela primeira vez a vaga de deputado estadual e acabou como o quinto suplente. Já em 1998, voltou a concorrer a uma vaga na Alesc e ficou com a primeira suplência. Em 2002, enfim se elegeu deputado estadual com 48.302 votos e em 2006 foi reeleito com 59.061 votos, sendo o terceiro mais bem votado de Santa Catarina.

Em 2004, já filiado ao PSDB, concorreu pela primeira vez à Prefeitura de Criciúma, ficando em terceiro lugar, com 17.302 votos. Em 2008, foi eleito prefeito da cidade, o município, com 53.329 votos (48,62%). Em 2012, foi reeleito com 76,48% dos votos, mas impedido de assumir por decisão judicial.

Retornou à disputa em 2016, quando conquistou a maior votação da história de Criciúma, recebendo 82.959 votos (75,87%). Já em 2020, foi novamente reeleito prefeito, com 71.615 votos (72,36%).

 

 

 

 

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