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‘Cola’ de Bolsonaro na mão foi proposital

Reprodução/Globo

A cola do presidente Jair Bolsonaro na mão, durante entrevista ao Jornal Nacional, na noite de ontem, 22, foi proposital e fazia parte de uma estratégia, informa a colunista Carla Araujo, do Portal UOL.

Pelas câmeras, foi possível identificar as palavras “Nicarágua”, “Argentina”, “Colômbia” e o nome “Dario Messer”, escritos na mão esquerda de Bolsonaro.

A colunista destaca que a escolha das palavras foi do próprio Bolsonaro e que o objetivo era despertar a curiosidade dos telespectadores e mobilizar as redes sociais em torno de termos associados à esquerda, de forma negativa.

A estratégia não é nova. Conforme lembra a colunista, a ferramenta de usar palavras na mão já foi utilizada na campanha de 2018, quando antes de um debate ele escreveu as palavras: ‘pesquisa’, ‘armas’ e ‘Lula’.

Ainda conforma a colunista, a campanha de Bolsonaro comemorou o fato de a cantora Anitta ter compartilhado uma foto com a cola na mão de Bolsonaro, que ironizou a postagem da cantora com a mensagem: “Obrigado, Anitta” e fez o que queria: pediu aos seguidores que pesquisassem os temas.

Em seguida, Anitta apagou a postagem.

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