Setembro 28, 2021

Comunicação e entretenimento: o que aprender com e-Sports

Comunicação e entretenimento: o que aprender com e-Sports
Imagem de RODNAE Productions em Pexels

Durante algum tempo, os jogos eletrônicos foram vistos apenas como brincadeira de criança. Porém, o segmento cresceu tanto que, atualmente, são até mais populares do que alguns esportes tradicionais. Além do grande número de jogadores amadores, o que chama a atenção é a popularidade dos competidores profissionais.

Segundo apurou a Betway, há vários jogadores que contam com uma legião de fãs. Eles têm até mais seguidores do que os times pelos quais disputam.

Ao observar com cuidado, é possível tirar algumas lições para a comunicação. Até porque, esses competidores só estão onde estão devido à maneira com a qual interagem com o público. Veja só!

 

Compartilhamento de vitórias e derrotas

Diferentemente de algumas celebridades, os jogadores de e-Sports fazem questão de compartilhar a realidade do dia a dia. Isso inclui mostrar os pontos fortes, fracos e as derrotas.

Esse tipo de comunicação ajuda a mostrar para o público que os ídolos são reais. Dessa forma, os fãs conseguem se identificar com quem está do outro lado da tela e se inspirar.

De acordo com Gabriel "FalleN", jogador de Counter-Strike:Global Offensive, ele é um dos profissionais de e-Sports mais populares por conta da história que criou com quem o acompanha. “A relação que criei durante mais de 18 anos competindo nos eSports com a torcida brasileira é algo especial e único. Não há como pensar em FalleN sem pensar na comunidade brasileira. Tivemos que passar por cima de muitos obstáculos e construir coisas maravilhosas juntos para conseguir estarmos aqui hoje e muitos dos fãs que acompanharam essa trajetória fazem questão de torcer pela continuidade da minha carreira”, afirmou no dossiê sobre fanatismo no e-Sports, publicado no blog de palpites de apostas da Betway.

 

Uso das redes sociais

A maior parte dos profissionais de jogos eletrônicos está mais presente nas redes sociais do que os próprios times. Por terem liberdade, os jogadores têm mantido os perfis na internet como verdadeiras marcas.

Para isso, eles não poupam esforços para compartilhar conteúdos que sejam do interesse da maioria e interagir com o público.

O resultado pode ser visto em números. Nobru, que é o jogador mais popular, tem mais de 27 milhões de seguidores, enquanto o Corinthians (não apenas o setor de jogos eletrônicos) conta com mais de 6 milhões de fãs.

Nas redes sociais, o que vale é a máxima: só quem é visto é lembrado. Então, as marcas - e personalidades - que se expõem possuem mais chances de se destacarem.

 

Experiência que gera conteúdo

Outra tendência que tem sido impulsionada pelo e-Sports é a de usar a própria experiência para a geração de conteúdo. Um exemplo disso é o Gustavo "Baiano", um ex-jogador profissional de League of Legends.

Depois de deixar as competições, o competidor investiu na carreira do entretenimento. Usando o que aprendeu em anos de jogos e disputas, ele assiste aos confrontos e comenta para os espectadores.

Apesar disso, Baiano ainda não possui os direitos para transmitir as competições. Por esse motivo, as transmissões que faz são não oficiais.

“Eu acho que a tendência a partir de agora é que cada vez mais streamers comecem a fazer as transmissões com imagem. O cenário do LoL brasileiro ainda não chegou lá, mas em outras regiões, como na LCS (Estados Unidos), isso já ocorre e vem sendo muito bem aceito pela comunidade”, afirma.

Embora tenha muito conteúdo de todos os temas na internet, em muitos segmentos, o público não tem uma fonte carismática e em quem confie para acompanhar. Essa realidade está começando a mudar no e-Sports, mas marcas de vários segmentos podem aprender com o mercado de jogos!

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Redação Making Of

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