Outubro 30, 2020

Consumo das rádios nas plataformas digitais tem aumento de 52,35%

Consumo das rádios nas plataformas digitais tem aumento de 52,35%
Reprodução

Realizado pela Nextdial, a segunda edição do NextOnDial, primeiro estudo detalhado da audiência nas plataformas digitais dos radiodifusores no Brasil, revela um total de 75.062.634 impactos no segundo trimestre, um aumento de 16,82% em relação aos 64.252.742 do estudo anterior. O consumo total passou de 170 horas para 259 horas, um aumento de 52,35% no período.

Segundo o levantamento, que contou com a participação de 116 emissoras FM brasileiras com presença nos meios digitais, os números reiteram que os brasileiros ouvem sua rádio preferida basicamente em cinco dispositivos. São eles o smartphone, desktop, videogame, smart speaker e smartTV. Outro ponto a ser destaque é que o estudo considera o alcance de ouvintes únicos e o tempo médio direto do servidor de streaming das emissoras assinantes da tecnologia Nextdial Intelligence.

Para o estudo foram coletadas a data e hora de início do impacto; data e hora de término do impacto; o tempo total contabilizado pelo servidor de streaming; o IP do ouvinte; e os identificadores de ouvintes de aplicação (site ou aplicativo que o ouvinte usou) gerados pela Nextdial. O estudo não considera a audiência do dial nos aparelhos analógicos tradicionais.

Segundo a Nextdial, no período de realização da pesquisa NextOnDial 20-Q2, algumas emissoras que haviam participado do estudo anterior solicitaram o cancelamento da auditoria e novas emissoras passaram a ser auditadas. "Os resultados compartilhados são e sempre serão valores consolidados, não sendo permitido individualizar qualquer emissora participante", comenta Thiago Fernandes, diretor da Nextdial e coordenador do estudo.

 

Os resultados do NextOnDial 20-Q2

Consumo Total: A média de horas consumidas com rádio digital, de segunda a domingo das 5h à meia noite, chegou a 63 horas em abril (contra 58 horas de janeiro), 89 horas em maio (contra 52 horas de fevereiro) e 109 horas em junho (contra 60 horas de março). O consumo médio de horas no primeiro semestre foi de 71 h 48 min, somando-se as médias dos meses de Q1. O consumo total acumulado passou de 170 horas em Q1 para 259 horas em Q2, um aumento de 52,35% no período, que somam 340 horas no primeiro semestre do ano.

Alcance: Nos meses de abril, maio e junho, ao longo da manhã o alcance aumenta até chegar ao pico do dia, entre 11h30min e 12h30min, chegando a 84 mil ouvintes (contra 60 mil de Q1). Entre 05h e 06h a média chegou a 10 mil ouvintes (contra 8 mil do Q1). No meio da tarde, entre 15h e 16h, a média registrada foi de 69 mil ouvintes (contra 51 mil de Q1), enquanto no final da noite, a partir das 23h, o alcance chegou a 23 mil ouvintes (contra 18 mil de Q1). Comparado com Q1, obtemos uma média de 44 mil ouvintes mensais ao longo do primeiro semestre de 2020.

 

Os consumo por dispositivos

Em abril, a audiência via desktop foi de 28h18min (contra 19h42min de janeiro); em maio 38h06 min (contra 20h48min de fevereiro) e em junho 43h13 min (contra 26h06 min de março). Ao final do primeiro semestre, a média foi de 29h19 min consumidas.

No mobile em abril, o tempo médio de consumo acumulou 27h42min (contra 19h30 min de janeiro); em maio foram 37h35min (contra 20h36min de fevereiro), e em junho 42h48min (contra 26h06min março).  Ao final do primeiro semestre foi registrada a média de 29h04 min de consumo.

Na SmartTV o mês de abril totalizou 37h06 min (contra 25h16 min de janeiro), e em junho 69h34 min (contra 37h25 min de março). Ao final do primeiro semestre houve o registro da média de 42h37min de consumo.

Já as Smart Speaker, o consumo em abril totalizou 29h02 min (contra 14h55 min de janeiro), em maio 29h (contra 15h52 min de fevereiro), e em junho foram 21h12 min (contra 21h de março). Ao final do primeiro semestre houve a média de 23h28min de consumo.

O alcance fora da cobertura local da rádio foi de 54,19% (contra 49,81% de Q1). O estado com maior alcance foi São Paulo, com 981 mil (contra 800 mil de Q1). O Paraná aparece na segunda posição com 142 mil (contra 167 mil de Q1), seguido de Minas Gerais com 102 mil (contra 80 mil em Q1) e Rio de Janeiro, com 77 mil 692 contra 61 mil e 559 no 20-Q1.

 

Para baixar o relatório completo clique aqui.

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comunicacao
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Redação Making Of

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