Outubro 24, 2020

Impeachment é aprovado, Moisés afastado e Daniela será governadora

Impeachment é aprovado, Moisés afastado e Daniela será governadora

 

Acompanhe em tempo real:

(02:00) Daniela Reinehr, que será governadora em exercício a partir de terça (27), falou com os jornalistas depois da decisão do Tribunal Especial de Julgamento. Depois, foi agradecer ao deputado Sargento Lima (PSL) pelo voto salvador. Daniela circulou pelo plenário e também foi cumprimentar o desembargador Ricardo Roesler.

(01:53) O desembargador Ricardo Roesler, presidente do Tribunal Especial de Julgamento, decide que a vice-governadora Daniela Reinehr deverá assumir o governo do Estado interinamente. Roesler rejeitou a denúncia contra a vice-governadora.

(01:24) Deputado Laercio Schuster (PSB) vota pelo prosseguimento da denúncia. Neste momento, Moisés está afastado e o presidente votará a situação de Daniela.

(1:04) Imbróglio jurídico em discussão: item 15 não permitiria que Sargento Lima vote em separado para Moisés e Daniela. Ou vota com o relator ou vota contra ele. O presidente Ricardo Roesler terá que decidir sobre a validade ou não é sobre o desempate de Daniela. Sargento Lima está sendo assediado.

(00:37) Desembargador Luiz Felipe Siegert Schuch vota pela continuidade do impeachment. Dificulta a vida de Moisés, que está a um voto de ser afastado. Daniela ainda irá para o desempate, caso Laercio Schuster vote pela continuidade.

(23:01) Deputado Luiz Fernando Vampiro (MDB) vota pela continuidade do processo: quatro votos contra Moisés, quatro a favor; três votos contra Daniela e cinco a favor. Falta um voto para a vice escapar do impeachment e de se tornar a dona da caneta em caso de afastamento do titular.

(22:07) Desembargador Rubens Schulz vota pela não continuidade do processo. Placar: quatro a três contra, no caso de Moisés.

(21:59) O deputado Sargento Lima (PSL) abriu mão de um discurso lido. Criticou a equiparação dos procuradores, chamou o governador de fraco e disse que, entre a lei e a justiça, prefere a segunda. Votou pela continuidade do processo de Moisés e contra o da vice-governadora: três a três.

(21:26) Julgamento do impeachment é retomado com voto do deputado Sargento Lima.

(20:24) Intervalo: Sessão retorna às 21:15. 

(20:16) Desembargadora Cláudia Lambert de Faria, que começou o voto a reclamar da falta de fundamentação e adjetivos no relatório, vota contra o prosseguimento do processo de impeachment. O placar é de três a dois pelo arquivamento.

(18:11) A sessão segue com a leitura do voto da desembargadora Cláudia Lambert de Faria.

(18:10) Ex- líder do governo, o deputado Mauricio Eskudlark (PL) não deu só um voto, fez discurso. E deixou claro que, por trás da questão dos procuradores, está ainda na batalha pelo reajuste dos delegados de polícia, motivo de seu rompimento com Moisés. Empata a votação.

(17:30) Deputado estadual Maurício Eskudlark que iniciou a fala.

(17:28) Desembargador Sérgio Rizelo segue a divergência do colega de TJ Carlos Alberto Civinski e vota contra o afastamento de Moisés e Daniela. Também não vê justa causa para o prosseguimento do pedido de impeachment. Dois a um.

(16:04) Desembargador Sérgio Rizelo inicia a leitura do voto.

(15:59) Desembargador Civinski abre a divergência do voto do relator e não vê justa causa para a continuidade do processo de impeachment. Leva a análise para o lado jurídico e contraria a tese política. O placar é de um a um.

(14:09) Depois do recesso, o desembargador Ricardo Roesler reabre a sessão do Tribunal Especial do impeachment. Recomeça agora a votação com o desembargador Carlos Alberto Civinski.

(12:41) Sessão retorna às 14h.

(12:40) Kennedy Nunes, como era esperado, proferiu o voto pelo afastamento de Moisés e Daniela. Pareceu mais uma vingança por ter sido aprovado o relatório, por sugestão dele, sem leitura. Demorou mais de duas horas e 25 minutos para proferir o voto.

(11:20) Em frente à Assembleia, a cidadã Rita de Cássia deixa uma mensagem de apoio ao governador Carlos Moisés.

(10:16) Deputado Kennedy Nunes (PSD) começa a leitura do voto no Tribunal Especial, que deve ser pelo afastamento de Moisés e Daniela.

(10:09) Deputados e desembargadores acertaram que, cada voto, que poderia durar até duas horas, será sintetizado em trinta minutos.

(09:58) Na defesa de Daniela Reinehr, a advogada Ana Cristina Blasi reafirma que a vice-governadora agiu contra a equiparação e qualifica a tentativa de incluí-la na denúncia como “uma bomba atômica constitucional”.

(09:41) Advogado de Carlos Moisés, Marcos Fey Probst, sustenta que o governador não agiu na concessão da equiparação e que não poderia obstar o reconhecimento administrativo.

(09:28) Advogado Péricles Prade, que se pronuncia em nome do proponente do pedido de impeachment, Ralf Zimmer Júnior, afirma que houve um crime contra a administração pública na isonomia entre procuradores do Estado e da Assembleia.

(09:24) Ao lado de assessores, a vice-governadora Daniela Reinehr acompanha a sessão do Tribunal Especial.

(09:16) Desembargador Ricardo Roesler abriu a sessão do Tribunal às 9h09min e disse que na análise do pedido "não há espaço para conveniências". Logo em seguida o relatório foi aprovado pelos 10 integrantes.

(09:03) Desembargadores e advogados chegam ao plenário para o início da sessão.

(08:47) Assessores, alguns deputados, advogados e a segurança já estão em plenário para o início da sessão do Tribunal Especial na Assembleia.

Será decidido nesta sexta-feira, 23, o futuro do Governo de Santa Catarina. O Tribunal Especial de Julgamento discute o relatório do primeiro pedido de impeachment contra o governador Carlos Moisés da Silva e a vice Daniela Reinehr. Se aprovado, os dois serão afastados por 180 dias.

A sessão iniciou por volta das 9h, na Assembleia Legislativa, Alesc, em Florianópolis. O colunista de política Roberto Azevedo acompanha durante todo o dia o julgamento. 

Este primeiro pedido de impeachment trata da equiparação salarial dos procuradores do Estado. Um segundo pedido, aprovado na Alesc nesta semana, envolve a compra de 200 respiradores e a construção do hospital de campanha em Itajaí.

Nesta manhã, o governador se pronunciou sobre o julgamento desta sexta. Ele afirmou que acredita na Justiça e no arquivamento do processo.

 

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Roberto Azevedo

Roberto Azevedo
Jornalista com 35 anos de profissão. Foi repórter, editor, chefe de Reportagem, editor-chefe, chefe de Redação, gerente e diretor de Jornalismo na RBS TV (Blumenau e Florianópolis), hoje NSC TV; na TV Record (Florianópolis) e na Rede TV Sul (hoje SCC SBT); comentarista na RIC TV (hoje NDTV) e na Record News; editor de Política e colunista no Diário Catarinense (DC), e colunista no Notícias do Dia (ND). Atuou nas rádios União AM e FM (Blumenau e Florianópolis) e na Rádio Record da Capital. Atualmente, além do Making Of, faz comentários na Rádio Cidade em Dia FM, de Criciúma, e é diretor de Conteúdo na TVBV (Band).
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