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sexta-feira, 20 maio, 2022

Especial de Natal: Nossa Jogada

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Especial de Natal: Nossa Jogada
Foto de uma cena do filme O Sol É Para Todos (To Kill a Mockingbird, 1962, Robert Mulligan).  

O ano de 2020

Aprendemos a trabalhar em casa. Aprendemos a viver com a família. Percebemos que não precisávamos sair tanto, ficar no bar bebendo com os amigos e que dar mais um tempo em casa pode ser bom. Mas foi um ano que alguns sobreviveram. E que continuamos tentando sobreviver a uma pandemia que parece não ter fim. Nesta história diferente, singular, o jogo de futebol sobreviveu, sem público nos estádios, sem o efeito local e enchendo a casa com um entretenimento que nos ajudou a passar o tempo confinado.

Imagine sem entretenimento na TV: os esportes, filmes, novelas e séries?

Mas foi um ano que todos se tornaram mais críticos e que alguns setores da sociedade precisaram mudar a forma de como vinham fazendo o trabalho e informar, opinar e entreter. Há muitos que procuram o mais fácil, fizeram tudo para atrair o público e esqueceram ele. Terminamos o ano discutindo significado e significante de uma palavra: negro. Já não sabemos se ela identifica a cor da pele de uma pessoa ou ofende.

Na TV, o basquete, golfe, jogos antigos, filmes sobre atletas, histórias sobre o esporte encheram as programações dos canais. Os melhores: “The English Game” e “O Arremesso Final“, ambos da Netflix (foto). Foram melhores que os jogos do brasileiro, que a disputa do título ficou para o ano que vem e os jogos da Champions que se estenderam até o outono.

Foi um ano em que a seleção não deixou registros, Neymar Júnior terá o ano de 2021 para ver se consegue conquistar uma Bola de Ouro da FIFA, mas depende do seu time o Paris Saint Germain conquistar a Champions, se isso acontecer ficará atrás de Messi e Cristiano Ronaldo.

A foto acima, do filme “O Sol é para Todos”, serve para entendermos o que significa racismo e injúria racial, que virou moda no futebol e mote ideológico neste ano assustador. Que venha com esperanças o novo ano e Feliz Natal, porque sempre há o que caminhar…

Fim.

Paulo Brito
Paulo Brito nasceu em Florianópolis, graduou-se em jornalismo na PUC RS em 1972, mas desde 1971 exerce o ofício de comentarista esportivo, tendo trabalhado em jornais, rádios e televisões nas praças de POA, SP, BCN e FLN. Foi professor do IEE: - Instituto Estadual de Educação e no Colégio Catarinense, profissão que o levou a UFSC: - Universidade Federal de Santa Catarina onde permaneceu até 1998. Foi membro da Comissão que criou o Curso de Jornalismo na Federal de SC.
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