Elenco limitado
O empate em 1 a 1 com o Maringá, na noite de segunda-feira (11), expôs novamente o baixo nível técnico do elenco do Figueirense. A insistência em apostar em jogadores de pouca qualidade, sem capacidade de decisão e com repertório ofensivo limitado, cobra caro. A equipe sofre para criar, finaliza mal e apresenta fragilidade defensiva incompatível com quem quer se manter na Série C.

Z-4 confirmado
O resultado, diante de mais de seis mil torcedores no Orlando Scarpelli, colocou o Alvinegro na 17ª colocação, dentro da zona de rebaixamento, restando apenas três jogos para o fim da fase classificatória. A permanência na Serie C ainda depende apenas dos seus próprios resultados, mas o desempenho fraco é um sinal alarmante para um clube de tanta tradição.
Pressão crescente
A sequência de cinco partidas sem vitória, somada à incapacidade de vencer em casa desde 1º de junho, aumentou a insatisfação da torcida. As vaias, os protestos e até as bombas arremessadas no gramado refletem um clima de tensão que ameaça paralisar o time dentro de campo. Um vexame para uma equipe que queria subir e está sob ameaça de descer. Que venham São Bernardo, Floresta e Ypiranga.
Pintado fora

Minutos após o apito final, a diretoria anunciou a demissão do técnico Pintado. O discurso do diretor de futebol Daniel Kaminski foi de agradecimento ao trabalho, mas deixou claro que o desempenho recente inviabilizou a permanência. A mudança no comando é tentativa de frear a queda, mas sem reforços de qualidade, a troca pode ser apenas simbólica.
Risco real
O fantasma da Série D ronda o Scarpelli. Mais do que buscar um novo treinador, o Figueirense precisa encontrar soluções urgentes dentro de campo para evitar um rebaixamento histórico. A má gestão do elenco e as escolhas equivocadas no mercado deixam pouco espaço para otimismo.









