Janeiro 13, 2022

Gean nega o leilão de Carmen

Gean nega o leilão de Carmen
DIVULGAÇÃO/PMF

Há quatro meses ocorreu o encontro do prefeito Gean Loureiro (União Brasil) com a deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania), em Lages, e de lá para cá o pré-candidato da União Brasil ao governo do Estado afirma não ter mais contato sequer utilizar o nome da parlamentar em qualquer conversa política.

Gean fez questão de reagir à informação divulgada ontem pela coluna, repassada por partidos, de que Carmen era usada como moeda de troca nas conversas para a composição de aliança, justamente para compor chapas robustas à Câmara Federal. 

A parlamentar também aparece na tratativa que envolve outro pré-candidato ao governador, o senador Jorginho Mello (PL).

Gean explica que a estratégia da União Brasil não é trazer deputados, mas uma nomeação competitiva à Câmara, preferencialmente sem obrigatoriedade em Brasília, e cita alguns, como o vereador Ed Pereira (PSDB), da Capital; o deputado estadual Ricardo Alba (PSL), de Blumenau; Norma Pereira (PSDB), de Canoinhas, que assumiu, a vaga de Carmen Zanotto na condição de apoio na assistência da Saúde Daniela Reinehr (PL); e Gabriel Ribeiro (PSD), de Lages, ex-deputado estadual.

Reparem que todos os com mandatos usariam a janela com a criação do União Brasil para trocar de siglas, o que alimenta a perspectiva da legenda em criação para fazer dois deputados federais.

Uma das surpresas na lista do prefeito é o vice-prefeito de Tubarão, Caio Tokarski, que recentemente trocou o PSD pelo PL, mas descontente com a formação de chapas no Sul do Estado e poderia migrar para a União Brasil.

 

Bastante adiantado

O TSE marcou para o dia 1º de fevereiro a homologação da fusão, entre PSL e DEM, que cria a União Brasil, o cria uma janela partidária um mês antes da designação no calendário eleitoral e que deve beneficiar a nova.

Gean trabalha com a perspectiva de PSD e Podemos para seu projeto, enquanto confirma que, no Estado, ele e o deputado federal Fábio Schiochet trabalham juntos na construção da nova sigla.

 

De quebra

Mesmo que negue a intenção de compor alianças com o nome da deputada federal Carmen Zanotto, Gean faz um comentário sobre a situação da parlamentar: ela terá dificuldades para se reeleger pelo Cidadania, não fecha com o PL de Bolsonaro e Jorginho, e, no União Brasil, poderia ser a terceira cadeira na Câmara, com votação entre 80 mil e 100 mil votos.

 

REPRODUÇÃO/INTERNET

JORGINHO FALA EM DERRUBADA DO VETO DE BOLSONARO

Enquanto uma saída complicada para o refinanciamento da dívida dos pequenos e médios empresários que elegeu o vídeo pelo Simples Nacional, o senador disse em quarta-feira (12), que busca o veto do presidente Jair Bolsonaro será derrubado em fevereiro. Jorginho, pré-candidato ao governo ao governo, foi o autor da lei assim como do Pronam, que salvou muitos planejamentos do setor, e foi aprovado pela equipe econômica, de tar ou refinanciamento das dívidas. O senador, um dos mais próximos a Bolsonaro e que conta com a força política dele ter sucesso na pretensão de chegar ao governo, afirma que a dos micro e pequenos negócios poderá ser feita a partir de março, depois que o Congresso derrubar o veto ao presidente.O Relp, quando efetivado, fornecerá 130 meses para o pagamento das dívidas do tributo com até 90% de desconto dos valores. Assista ao vídeo:

 

REPRODUÇÃO/RÁDIO CHAPECÓ

De mãos abanando

Deputada federal pelo DEM, de Mato Grosso do Sul, a ministra Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou que veio a Santa Catarina para ouvir a demanda dos produtores rurais, governo do Estado prefeituras sobre a estimativa, durante a passagem por Chapecó, nesta quarta (12), sem nenhum estudo ou avaliação técnica preliminar. De mãos abanando, cercada de assessores, Tereza Cristina nãoria ter gasto o dinheiro do contribuinte para passar também para o Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul, sua base eleitoral precisa, se a intenção era saber que o apoio é mais importante do que a boa intenção de ver o problema de perto. O pior é bradar “Calma, vai chover!”. Há ameaça de quebra de safra de milho e soja, criadores de aves e porcos em situação delicada em função da falta de água, um choque para o agronegócio que a própria ministra acentua tem sido o “carro-chefe da economia nestes tempos bicudos”. Sem uma garantia, a visita é mais um afago do que uma promessa ou solução para uma atividade que não tem tempo ou uma dança da chuva para se resolver a curto prazo. Este discurso que depois de avaliarmos a situação, liberamos o dinheiro, já deu o que tinha que dar, vira palanque, é só olhar no entorno onde estavam vários pré-candidatos, alguns deles ao governo do Estado.

 

 

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roberto-azevedo política economia bastidores da política Santa Catarina
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Roberto Azevedo

Roberto Azevedo
Roberto Azevedo tem 36 anos de profissão. Estudou jornalismo na UFSC, de Florianópolis, e direito na FURB, de Blumenau. Foi repórter, editor, chefe de Reportagem, chefe de Redação, editor-chefe, gerente e diretor de Jornalismo, na RBS TV de Blumenau e Florianópolis, na TV Record de Florianópolis, na Rede TV Sul! e na TVBV (Barriga Verde, BAND); comentarista na RIC TV Record e na Record News, e colunista no Diário Catarinense (onde também foi editor de Política) e no Notícias do Dia, tendo blogs nas versões digitais das edições. Atuou nas rádios União de Blumenau e União FM de Florianópolis, e na Rádio Record da Capital catarinense. Além de ter uma coluna no Portal Making Of, desde setembro de 2016, faz comentários sobre política e economia na Rádio Cidade em Dia FM, de Criciúma, e na TVBV (BAND), de Florianópolis.
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