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quinta-feira, 19 maio, 2022

Há muitas previsões sobre o impeachment

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Há muitas previsões sobre o impeachment

Cancelada no início da segunda quinzena de dezembro passada, a sessão que definirá pela continuidade ou não do segundo processo de impeachment contra o governador sobre suposto crime de responsabilidade na compra de respiradores e na dispensa de licitação para a instalação de um hospital de campanha, ainda depende do parecer da Polícia Federal que isenta Carlos Moisés de qualquer participação no pagamento antecipado de R$ 33 milhões por 200 aparelhos.

O presidente do Tribunal Especial de Julgamento, composto por cinco desembargadores do TJ e cinco deputados estaduais, desembargador Ricardo Roesler, está em férias até o dia 18 próximo.

A defesa de Moisés, representado pelo advogado Marcos Fey Probst, acredita que, tão logo venha o parecer, que será remetido pelo Superior Tribunal de Justiça, deva ser marcada a data para este pré-julgamento, ainda em janeiro, antes do reinício das atividades na Assembleia.

Relator na comissão especial, o deputado Valdir Cobalchini (MDB), que solicitou o adiamento da sessão, disse à coluna que ainda não tem qualquer informação sobre o envio da documentação da PF, mas que, esta semana, depois de participar do evento com o deputado fe4deral Baleia Rossi (MDB-SP), nesta segunda (11), ficará mais alguns dias na Capital para sabermais sobre a solicitação encaminhada ao STJ.

 

Assunto velho

A acusação contra Carlos Moisés perdeu força ainda em 2020, não só pelo arquivamento do primeiro processo de impeachment, aquela da equiparação dos salários entre procuradores do Estado e da Assembleia.

O parecer da PF que não vê envolvimento do governador em qualquer crime em torno do assunto, desde que foi provocada pelo STJ para investigar uma eventual participação em processo de corrupção da Moisés na compra dos ventiladores, foi o argumento final para enfraquecer o processo.

De fato, sem que o conteúdo integral da a investigação da PF, ressalvados os conteúdos sigilosos, prejudica a avaliação de parlamentares e magistrados sobre o assunto.

 

Está certo

Propositor da CPI dos Respiradores, que se tornou um palanque político, o deputado Ivan Naatz (PL) tem razão em um ponto.

A investigação do assunto, fora o histrionismo e a utilização contra o governador, deve prosseguir nas mãos da força-tarefa e apurar as responsabilidades, principalmente porque teve gente que posou de bonzinho durante a comissão e tem muito a responder.

 

REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS

SOB FORTE ATAQUE

O comandante-geral da PM, coronel Dionei Tonet, está sob forte ataque e uma das razões é este vídeo reproduzido na foto, gravado na sede do comando-geral, em Florianópolis, nas eleições deste ano, quando pedia voto para o irmão dele, o coronel PM da reserva Dionísio Tonet, que concorreu a prefeito em Rio do Sul pelo PSL. Tonet, o irmão, já foi o personagem de um bate-boca nas redes sociais com o deputado Kennedy Nunes (PSD), que fez um B.O. contra o ex-candidato a prefeito por ameaças. Kennedy afirma que tem provas contra irregularidades praticadas pelo comando-geral da corporação e agora aparece um dos motivos. A crise deve ganhar força porque o coronel Tonet da ativa assinou um documento, uma ordem, onde proíbe qualquer utilização na campanha eleitotal de instalações, símbolos, fardamento ou material que remetesse à PM, ou seja, impede a participação da corporação na eleição do ano passado. A ordem foi assinada dia 30 de outubro, o vídeo foi publicado dia 11 de novembro.  

Roberto Azevedo
Roberto Azevedo tem 37 anos de profissão. Estudou jornalismo na UFSC, de Florianópolis, e direito na FURB, de Blumenau. Foi repórter, editor, chefe de Reportagem, chefe de Redação, editor-chefe, gerente e diretor de Jornalismo, na RBS TV de Blumenau e Florianópolis, na TV Record de Florianópolis, na Rede TV Sul! e na TVBV (Barriga Verde, BAND); comentarista na RIC TV Record e na Record News, e colunista no Diário Catarinense (onde também foi editor de Política) e no Notícias do Dia, tendo blogs nas versões digitais das edições. Atuou nas rádios União de Blumenau e União FM de Florianópolis, e na Rádio Record da Capital catarinense. Além de ter uma coluna no Portal Making Of, desde setembro de 2016, faz comentários sobre política e economia na Rádio Cidade em Dia FM, de Criciúma, e na TVBV (BAND), de Florianópolis.
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