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segunda-feira, 4 julho, 2022

Instituto Vilson Groh abre inscrições para 2ª edição do Programa Pode Crer

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O Instituto Vilson Groh (IVG) está com inscrições abertas para a 2ª edição do Projeto Caixa Tem Programa Pode Crer – Acreditando nos Sonhos e talentos do futuro com patrocínio da Caixa e do Governo Federal, e apoio da FIESC, SEBRAE/SC, Movimento Floripa Sustentável, WOA, ACATE, entre outros empresários, pesquisadores e apoiadores do setor da tecnologia de Florianópolis e da Califórnia (EUA).

O projeto atenderá no contraturno escolar 300 crianças, adolescentes e jovens das periferias da Grande Florianópolis. Em correalização com a Associação João Paulo II, na Ponte do Imaruim, 100 crianças e adolescentes dos 11 aos 14 anos de idade poderão participar da trilha 1 com oficinas de Robótica, Inglês, Música e Comunicação. A partir dos 14 anos até os 17 anos os adolescentes e jovens terão acesso, na trilha 2, a oficinas de Imersão em Tecnologia, Inglês, Comunicação e Expressão e Direito à cidade. Jovens a partir dos 17 anos, na trilha 3, terão acesso à Prototipagem 3D, Robótica, Programação, Audiovisual e Inglês. Ambas as trilhas 2 e 3 acontecem no Centro Cultural Escrava Anastácia, no bairro Balneário, em Florianópolis. Além do acompanhamento socioassistencial, transporte e alimentação, os participantes das trilhas 2 e 3 receberão uma bolsa auxílio de R$ 200 para permanência no projeto.

O objetivo do IVG, neste projeto, é ampliar os horizontes de possibilidades e materialização de projetos de vida desse público, preparando-o para empreender, acessar universidades e o ecossistema de tecnologia da cidade de Florianópolis, conhecida como a Ilha do Silício, suprindo a demanda por mão de obra qualificada, criativa e engajada com questões sociais.

A estratégia pedagógica consiste em testar e aprimorar a metodologia de ensino para os futuros Centros de Inovação Social que o IVG e parceiros pretendem construir. O projeto materializa a criação de pontes com o ecossistema de tecnologia em prol da educação e da geração de oportunidades às juventudes periféricas, cocriando soluções para problemas sociais colaborativamente, com uma formação pautada em resolver problemáticas em contextos do território do público atendido, fomentando o aprendizado contínuo e desenvolvendo uma visão crítica da tecnologia.

Em 2021, na experiência piloto, 320 crianças, adolescentes e jovens, de 11 a 24 anos participaram de nove meses de oficinas que desenvolveram competências técnicas do universo da tecnologia e da inovação, além de habilidades socioemocionais, como coletividade, solidariedade e resiliência.

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