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terça-feira, 16 agosto, 2022

Lunelli diz que vencerá a convenção com mais de 70% dos votos

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Nessa última semana antes da convenção do MDB, que vai acontecer no dia 23 no Auditório Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa, em Florianópolis, Antídio Lunelli correu o Norte e Oeste de Santa Catarina em busca dos votos dos delegados emedebistas.

Lunelli está confiante nas conversas que teve pelo Estado e diz que, dos 541 votos possíveis, ele vai ter mais de 70% a seu favor. Se é verdade ou blefe, só a contagem final poderá provar.

Na sexta-feira, 22, ele chega na capital do Estado e deve ir direto para o diretório estadual do MDB, onde provavelmente deve encontrar Udo Döhler pela primeira vez depois do ex-prefeito de Joinville decidir ser o vice de Carlos Moisés.

Desde que Antídio decidiu voltar com a pré-candidatura, eles não se falaram mais e o ex-prefeito de Jaraguá do Sul, que se sentiu traído por Udo, quer saber qual mentira a bancada dos deputados estaduais inventaram para Döhler para que ele mudasse de ideia.

Antídio não entende a mudança de Udo, pois ele foi um dos grandes incentivadores para que ele renunciasse a Prefeitura de Jaraguá do Sul. Mas ele afirma que Celso Maldaner e Carlos Chiodino ainda estão com ele e, se vencer, vai renovar o MDB de Santa Catarina.

Lunelli rebate a fala do deputado Cobalchini, que disse que não tem como apoiar uma candidatura que nem chegou aos 10% dos votos sendo do maior partido de Santa Catarina, colocando a culpa justamente na bancada estadual que não o apoiou e está puxando seu tapete.

Para Antídio, um dos maiores opositores da sua pré-candidatura é Eduardo Pinho Moreira. Sobre Paulo Afonso Vieira, ele agradeceu a contribuição que o ex-governador deu para o partido, mas disse que está na hora dele ir para casa e ambos abrirem espaço para os novos.

Se perder a convenção, a primeira coisa que vai fazer é ir para a sua casa em Jaraguá do Sul e analisar o cenário para ver se vai se candidatar a outro cargo em 2022.

Antídio é enfático em dizer que não precisa da política para viver, mas que também não vai abandonar o MDB catarinense e vai lutar pela renovação, pois teme o futuro do partido com Carlos Moisés.

Perguntado se poderia concorrer a Prefeitura de Joinville em 2024, assim como fez Dário Berger quando saiu de São José e foi concorrer em Florianópolis, Antídio disse que não tinha pensado nesse assunto, mas pelo tom da voz, pareceu ter gostado da ideia.

O fato é que a decisão do MDB vai impactar na candidatura de Moisés, na decisão do PSDB e também se o PP vai ou não ouvir a proposta do governador do Estado. Essa é a decisão mais esperada do sábado e é a partir daí que o cenário político estadual se moldará.

 

Sergio de Oliveira
Jornalista formado pela UniSociesc tem graduação também em Gestão Comercial pela Uniasselvi. Foi dirigente e consultor nas Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDL) de Blumenau e Gaspar. Tem experiência em comunicação governamental, com passagem por órgãos públicos de Blumenau. Atua na área de comunicação desde 1993 com passagens por veículos como Rádio Atlântida FM, Rede TV Sul, Rádio Blumenau e Jornal O Município. Já foi produtor, editor e colunista, além de empreender na área de jornalismo digital. Há 14 anos estuda e escreve sobre o cenário político de Santa Catarina, procurando apresentar informações que orientem e ampliem a visão do leitor/internauta. Contato: sergio.redacao@gmail.com
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