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sábado, 28 maio, 2022

Moisés mantém a tese do partido neutro

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Moisés mantém a tese do partido neutro
PETERSON PAUL/SECOM

O ideal para o governador Carlos Moisés é ter o MDB como vice na campanha à reeleição, o que permitiria que PP, PSD e PSDB, entre outros da base de apoio na Assembleia, viessem a compor uma grande aliança.

As declarações do Moisés ao SC Acontece, novo programa jornalístico da TVBV, nesta segunda (10), deixaram margem para que a construção seja de uma filiação ao Republicanos ou ao Avante ou até mesmo ao Democracia Cristã (DC), o antigo PSDC, de José Maria Eymael, ex-candidato à Presidência, dono do jingle mais chiclete das campanhas.

O governador os chama de siglas neutras por não entender que estar em uma delas provoque debandadas ou ciumeiras políticas, com na Fla-Flu entre emedebistas e pepistas, rivais irreconciliáveis em muitas regiões do Estado.

Sobre o outro ponto do assunto, o momento da filiação, Moisés ainda usa a legislação debaixo do braço e assegura que deve assinar ficha até 31 de março, prazo que incomoda mais tarde nas costuras.

 

Ah, uma ponte!

Episódio inusitado fez o governador reforçar a importância da Ponte do Pontal, que ligará a rodovia SC-100, na região do Farol de Santa Marta, até Laguna.

Nesta segunda (10), Moisés ficou retido na balsa que faz a travessia, enquanto um rebocador não chegava para retirar a embarcação das pedras, quase uma hora de espera.

A licitação aberta pelo governo do Estado já tem uma vencedora e a empresa vencedora terá 540 dias para concluir a obra depois de assinado o contrato.

 

Dois do MDB disputam a presidência da Fecam

Dois emedebistas já colocaram o time em campo para disputar a presidência da Federação Catarinense de Municípios (Fecam), o que quebra uma tradição de chapa única.

Clezio José Fortunato, prefeito de São João do Itaperiú, e Jorge Koch, prefeito de Orleans, ainda têm tempo de chegar a um acordo sobre a eleição, que deve ser realizada em janeiro, conforme o regimento da entidade.

Clezio já havia declarado a intenção, Koch apareceu agora, inclusive com a proposta de que o novo presidente da Fecam não deve ser da mesma região do atual comandante, pois, no caso, Clenilton Pereira, de Araquari, é vizinho de São João do Itaperiú.

Ou seja, Koch, atual tesoureiro da entidade, apoiado por Clenilton, luta pela preservação do mesmo time, embora defenda que o Conselho da Fecam deva ser integrado por representantes de todas as microrregiões catarinenses.

As articulações estão avançadas e até o prazo final tudo deve ocorrer, inclusive nada de novo.

 

Jorginho corre para evitar o prejuízo

O senador Jorginho Mello (PL) tem uma tarefa hercúlea para salvar a biografia enquanto a presidente da Fampesc, Rosi Dedekind (foto), pede aos deputados federais que derrubem o veto de Jair Bolsonaro ao Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp) e o presidente da República afirma que vai tentar uma saída até quarta (12).

Jorginho, pré-candidato ao governo, tinha comemorado a decisão do Congresso e contava com o apoio de Bolsonaro, mas a renúncia fiscal de R$ 50 bilhões das dívidas com o Simples e uma alegada inconstitucionalidade na proposta derrubaram as pretensões do senador pelo PL e pegaram mal a um eleitorado cativo que ele possui entre os empreendedores.

 

Fila de vices

No fim de semana, o senador Jorginho Mello protagonizou outra daquelas, publicou um post em que alertava para o fato de que não tem vice definido ao governo.

Quem leu teve a impressão de que o pré-candidato ao governo possui fila de espera, quando se sabe que, além do empresário Ninfo König (80) – que já foi cotado a ser vice de Gelson Merisio, em 2018 – aparecem a deputada federal Angela Amin (PP) e a vice-governadora Daniela Reinehr (PL), que representaria uma difícil opção de chapa pura ou uma significativa falta de alternativas.

Roberto Azevedo
Roberto Azevedo tem 37 anos de profissão. Estudou jornalismo na UFSC, de Florianópolis, e direito na FURB, de Blumenau. Foi repórter, editor, chefe de Reportagem, chefe de Redação, editor-chefe, gerente e diretor de Jornalismo, na RBS TV de Blumenau e Florianópolis, na TV Record de Florianópolis, na Rede TV Sul! e na TVBV (Barriga Verde, BAND); comentarista na RIC TV Record e na Record News, e colunista no Diário Catarinense (onde também foi editor de Política) e no Notícias do Dia, tendo blogs nas versões digitais das edições. Atuou nas rádios União de Blumenau e União FM de Florianópolis, e na Rádio Record da Capital catarinense. Além de ter uma coluna no Portal Making Of, desde setembro de 2016, faz comentários sobre política e economia na Rádio Cidade em Dia FM, de Criciúma, e na TVBV (BAND), de Florianópolis.
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