A violência e a morte do cão Orelha, provocada por adolescentes na Praia Brava, se tornou uma bola de neve que só cresce.
A repercussão nacional, envolvido artistas e intelectuais, e até as manifestações internacionais, multiplicaram a repercussão do crime.
A mídia fez o que pode para se distanciar do fato, diante das amarras do Estatuto de Criança e Adolescentes e do perigo de cometimento de crime na divulgação.
Mas aí, entrou o componente rede social. Centenas de publicações, algumas fake news, expuseram o nome dos garotos envolvidos, dois dos quais foram passear na Disney depois do fato e foram escoltados pela polícia na volta à Santa Catarina.
A internet, como em muitos outros casos, virou terra sem lei, arrastando no pacote de “denúncias” gente que não tinha nada a ver com o fato. Vários citados, entre eles o proprietário de hotel, vieram a público desmentir o parentesco com os garotos.
Três dos pais e amigos foram acusados de ameaçar testemunhas. E quem não tinha nada a ver com o tema, acabou demitido, o porteiro do edifício onde os rapazes veraneiam.
A polícia tem a difícil missão de investigar a fundo e montar um caso que não permita o esquecimento dessa violência contra o Orelha, que há dez anos frequentava a Brava entre seus veranistas.
Há duas forças antagônicas em luta desde que o cão foi morto em 4 de janeiro: os familiares e o seu entorno na Brava, composto por pessoas influentes.
As redes sociais, não vão deixar o assunto morrer. E a polícia tem a missão de denunciar os adolescentes e os três ameaçadores.
E a mídia, queira ou não, vai ter que ir atrás.
Paraná

Uma das mais importantes afiliadas da Rede Globo, a RPC do Paraná, foi vendida pela família Cunha Pereira para o sócios minoritários da família Lemanski.
Os donos anteriores ficaram 60 anos no poder.
Há muitos anos, a família Sirotsky da RBS manifestou intenção de comprar a RPC, mas foi barrada pela Globo, diante do grande porte que ficaria o grupo gaúcho.
A transferência da rede paranaense envolveu 300 milhões de reais, metade do que o grupo NC pagou a RBS catarinense em 2017, criando a NSC.
Editores de esporte
Voltaram os inúmeros jogos pelo brasileirão e também a grande quantidade de transmissões esportivas pela TV e no streaming.
Se fosse possível e tivessem ascendência, os editores que colocam as partidas no ar teriam que monitorar narradores para que parassem de gritar e comentaristas para que falassem menos.
Como há muita gente nova e despreparada ao microfone algumas transmissões são verdadeiros martírios para os ouvidos.
Apelido
Chamar o time Camboriu de “Cambura” é horrível.
Chumbinho

O 27 vezes campeão nacional de motocross Milton “Chumbinho” Becker, 56 anos, morreu sábado em um acidente na SC-305, entre Campo Erê e São Lourenço.
Andava na sua moto Yamaha MT-09 e morreu sozinho em uma estrada esburacada ao sair da pista.
Durante muitos anos Chumbinho fez a alegria dos admiradores de motocross, em jornadas memoráveis – por exemplo – em Canelinha.
#RIP Chumbinho









