A boa ideia de apresentar a programação para todo o Estado direto de Criciúma, a aniversariante da semana passada, rendeu susto e algum sorriso para quem acompanhava a NSC TV.
Para começar, algum operador com dedo apressado colocou no ar, em meio a novela, o apresentador Fabian Londero se preparando no estúdio e falando com a chefia em Florianópolis.
Fabian demonstrava surpresa com o tamanho do estúdio, que é assim grande desde a fundação da antiga empresa da família Freitas em 1979.
A RCE, em algum momento, tinha projetado uma grande operação e construiu um prédio tão grande que metade das salas foram posteriormente fechadas pela RBS por falta de uso.
Só quem nunca foi à Criciúma pode se surpreender com isso.
Mergulho
Outro momento, talvez divertido, do dia dedicado à Criciúma, foi proporcionado pelo Globo Esporte. Para sair do ar, durante a apresentação, a repórter local tentou se esconder da câmera, mas acabou sendo flagrada. Pareceu que estava mergulhando.
Meteorologia
A previsão nacional do tempo cumpriu um excelente papel nos últimos dias, ao prever tempestades severas e avisar a população com ênfase. Coube papel de destaque também para a mídia que não cansou de alertar população.
Segundo os próprios meteorologistas, o serviço poderia ser ainda melhor se houvesse computadores de última geração. Falta o governo federal agir, comprar o equipamentos necessários e não ficar somente no proselitismo sobre clima.
Tralli

Ao apresentar o Jornal Nacional como locutor, apenas lendo, Cesar Tralli perdeu uma de suas características principais que era interagir com as notícias.
Como está, acaba comparado com o antecessor, Wiliam Bonner, de maneira bem desfavorável.
Melhoria
O pessoal do esporte da NSC TV podia investir no treinamento da nova repórter Tatiane Borges, que até há pouco trabalhava nos bastidores. No mínimo uma fonoaudióloga, mas cabe também estudar a base de reportagem – com alguém mais experiente na área.
E também com o objetivo de melhorar a redação, a NSC pode mandar uma gramática para Chapecó, para evitar que uma repórter local use a conjugação “houveram” indevidamente. “Houveram vítimas” dói nos ouvidos, ainda mais duas vezes no mesmo texto.
Leituras
Aguardando leitura:











