Novembro 12, 2020

Nossa Jogada

Nossa Jogada

1 – Confiança

Os torcedores de futebol estiveram pendentes na frente da TV, no jogo Flamengo 1 x São Paulo 2, por causa da estreia de Rogério Ceni, como treinador do Mengo. Do embate com Fernando Dinis, treinador do São Paulo, e eu por causa da saída de Domenéc Torent, demitido do Flamengo e criticado desde a chegada ao Brasil. O time treinado por ele era líder, criticavam. Se um ou dois jogadores perdiam cobrança de pênaltis, diziam que não sabia armar uma defesa. Aprovaram a contratação de Rogerio Ceni. Que errou ao tirar Hugo, que sentado no banco lamentava não estar em campo. O treinador ao confiar em outro, lhe tirou a confiança e o sonho. Diego Alves não aguentou. Hugo foi chamado depois de ser preterido. Rogerio Ceni pagou e negou seu início como goleiro. Hugo falhou, por falta de confiança. Uma história bonita terminou ontem à noite.  

2 – Condenar?

Qualquer julgamento e condenação na mídia não substituem a função da justiça.

3 – Exemplo

O Avaí tem Felipe, 21 anos, e traz o lateral Edilson, 34 anos. A carreira de Felipe terá que esperar. Há quem pense que agora, com a contratação de mais um veterano, o time vai subir. Faltava um lateral.

4 - Bobagem

O destaque era a equipe sub-23 do Avaí. Alguém não estava feliz. Então sugeriu a vinda de dois jogadores que não serviam para o Cruzeiro, se servissem Felipão os teria mantido. Assim chegaram Cesinha, 21 anos, e Thiaguinho, 19 anos. O Avaí como líder invicto do campeonato precisava melhorar. A história do 10 com estrelinhas. O equilíbrio da interação social será desfeito, o grupo perdera a confiança e gerará dúvidas. Esta foi à pior atitude que se possa ter com um filho. Pois...

5 – Os entendidos em futebol

Negaram Richarlison da Seleção Brasileira e Everton da Inglaterra, que, a véspera de completar 16 anos, realizou testes no Avaí e Figueirense, em Florianópolis. No Avaí, depois de quatro semanas de testes disseram que não servia. No Figueirense levaram um mês de treinos para lhe dizerem que não servia e lhe deram a notícia no dia do aniversário de 16 anos. Não serviu para Avaí e Figueirense, serve para a seleção.

6 - Bola de ouro aos 17 anos

Jogador do Palmeiras, Gabriel Veron, em homenagem ao jogador argentino, é cobiçado por muitos clubes. Quem quiser saber mais sobre ele, clique aqui.

7 - Garantida

A Chapecoense depois de 21 jogos soma 44 pontos ganhos. Está garantida na série B de 2021, coisa que Avaí, Brusque, Figueira, Criciúma e Joinville ainda não garantiram. Qual é a receita? Gostaria da resposta de torcedores da capital que sabem tudo.

8 – Flavio Felix e a loucura         

“Quando presidente do Avaí, existia as categorias de infantis, até 16 anos, juvenis, até 18 anos e os juniores, até 21 anos. Todos davam despesas: remédios, alojamento, alimentação, transporte, comissão técnica, uniformes, etc. Concluiu que, se um menino de 16 anos não servia para compor o elenco do juniores, até 21 anos não iria a lugar algum. Eliminei a categoria de juvenil. Deu certo”.

9 – A melhor campanha

Do Avaí foi quando o Moisés Candido disse ao treinador Paulo Silas: “Não iremos contratar mais ninguém. Procure na base”. Do Figueirense quando tinha no time mais da metade formados na base. Assim como o Santos, de Robinho, de Neymar; o São Paulo, dos “Menudos”; Flamengo, de Zico, e o Botafogo, de Jair, Roberto, Caju...

10 – Do Juventude

Breno atacante, que passou pelo Figueirense, foi anunciado no Palmeiras. Os torcedores gostam de jogadores como Arouca, Marquinhos, Ralf, Valdívia, Wesley, Rildo. Pois Breno foi o sexto reforço do Figueirense na Série B do Brasileiro de 2019. Chegou por empréstimo. Iniciou à carreira no Joinville. Ninguém o enxergou. Foi para o Palmeiras, porque Breno disputou 36 jogos do “gaúchão” e marcou seis gols pelo Juventude.

11 – Reservas

Para que serve quatro reservas quando se tem 44 jogadores no elenco? O segundo reserva é uma opção. Quando joga, o treinador diz que o time jogou desfalcado. Imagino o dia em que entrar o quarto reserva? Um time não precisa de mais de 18 jogadores, tendo juniores e sub-23, é um desperdício de tempo e dinheiro.

Fim.

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Paulo Brito

Paulo Brito

Paulo Brito nasceu em Florianópolis, graduou-se em jornalismo na PUC RS em 1972, mas desde 1971 exerce o ofício de comentarista esportivo, tendo trabalhado em jornais, rádios e televisões nas praças de POA, SP, BCN e FLN. Foi professor do IEE: - Instituto Estadual de Educação e no Colégio Catarinense, profissão que o levou a UFSC: - Universidade Federal de Santa Catarina onde permaneceu até 1998. Foi membro da Comissão que criou o Curso de Jornalismo na Federal de SC.

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