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quinta-feira, 26 maio, 2022

Nossa Jogada

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Nossa Jogada
Foto capa do Mundo Esportivo, jornal espanhol, deste domingo.

1 – Comparações

Depois da Copa do Mundo no México, em 1970, tudo sobre a atuação de um jogador de futebol como gols e jogadas comparam com Pelé. Como a da foto acima: Pele fez 643 gols jogando pelo Santos e afirmam que Messi quer superar esta cifra, pois tem 641 e até maio jogando pelo Barcelona. No final de semana deram destaque a um gol marcado por Rafael Sobis, jogador do Cruzeiro, contra o Brasil de Pelotas como: “o gol que Pelé não fez”, no jogo do Mundial de 70, no México, contra a Tchecoslováquia. No estádio e na frente da TV o mundo torceu para que a bola entrasse. Ela passou raspando a trave. Neste final de domingo, Jhonatan, do Figueirense, fez de bate – pronto, sem deixar a bola cair e de uma distância maior que a de Pelé e Rafael Sobis. Este gol de Jhonatan definiu o placar de 2 a 0 a favor do Figueirense frente ao Náutico. Um gol difícil de fazer por ter sido chutado sem deixar a bola cair no chão ou ajeitar.

2 – Novo “treineiro”

Vai conseguir preparar o time do Avaí para o jogo de amanhã contra a Chapecoense? Não tem como, por mais competente que seja. Quer dizer que o time será montado e treinado por quem está ali desde o início do ano sem ter conseguido sucesso até agora. Quer dizer o Departamento de Futebol: Evando, Marquinhos e Diogo.

3 – Assédio, que direito eles têm?

No final da noite desse domingo, 6, a Policia Militar teve que intervir no entorno do Shopping, porque torcedores do Avaí, alterados, encurralaram jogadores que se encontravam numa casa de pagode. Torcedor acredita que são condutores do destino e da vontade dos outros. Quando estão vencendo, liderando uma competição ou ganhando campeonatos eles, os torcedores, são os primeiros a oferecerem bebidas e convidarem os jogadores para festas, se aproveitando do prestígio que eles “oferecem”. Por que eles se acham no direito de constranger e assediar os jogadores?

Os jogadores não têm o direito de se divertirem no dia de folga? Quando é que eles poderão se divertir? Quando chegarem a minha idade e a juventude tiver passado? Pois estas pessoas que assediaram os jogadores são os primeiros a invadirem o gramado no dia de uma conquista de campeonato, como fizeram o ano passado, roubando o protagonismo e a alegria dos jogadores.

4 – Sem VAR

Na Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol Masculino não tem VAR, mas é comum ver jogadores levantarem os braços reclamando dos juízes cada vez que ocorre um lance duvidoso. Como a fita não volta, não tem VAR, é como correr atrás do vento…

5 – Na quarta-feira

Os torcedores do Figueirense irão sofrer de novo, como sofreram no final de tarde deste último domingo com o gramado do Scarpelli alagado. Os “meninos” do Jorginho lutaram contra o Náutico treinado por Hélio dos Anjos. Nesta quarta-feira, dia 9, será contra o Paraná, em Coritiba, adversário direto para fugir do rebaixamento. No dia seguinte, 10/12, o Conselho Deliberativo irá se reunir para aprovar o orçamento de 2021 e analisar a rescisão de contrato com a Elephant.

6 – Chuva e gramados

Avaí e Figueirense constroem os gramados abaixo da pista, não levantam o terreno e quando chove alaga tudo. Como desculpa dizem que foi por causa da maré alta, muita chuva, passa um riacho debaixo do gramado, a drenagem estava entupida, mas nunca olharam para os campos ingleses, onde chove mais que em Joinville e Saco Grande juntos, para corrigirem um erro de engenharia.

7 – Clássico

O clássico entre Figueirense x Avaí, no Estádio Orlando Scarpelli, será no sábado dia 26 de dezembro, um dia depois do Natal, às 16 horas. Os torcedores poderão festejar o Natal com a família, os jogadores estarão concentrados.

8 – Reta final

Faltam 12 jogos, alguns contra adversários diretos na tentativa de subirem para Primeira ou de não caírem para a Terceira Divisões. Avaí e Figueirense só podem perder três jogos e assim somarem 63 pontos e 43 pontos, respectivamente, para alcançarem os objetivos.

9 – Goleiros

Os goleiros não encaixam mais a bola como antes. Como Adolfinho Camilli, ex-goleiro do Avaí, que agarrava a bola com uma mão só. Hoje os arqueiros socam, dão tapas, espalmam e não encaixam a bola. Todos têm treinadores que não ensinam que não se deve despachar para o centro da área. Os meninos dizem que o futebol no meu tempo era diferente. Era melhor: goleiro agarrava ou atacavam a bola, como dizia o Jorge Ferreira.

10 – Série C

Entre os times catarinenses, na última rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro da Série C, os dois empataram. Com este resultado, o Criciúma se livrou do rebaixamento e o Brusque continua na competição. Foguinho, do Criciúma, estará liberado para defender o Avaí, segundo o presidente Battistotti.

11 – Geninho caiu

Samuel Beckett parecia estar se referindo a Geninho quando escreveu: “não há partida de volta entre o homem e seu destino”. Lembrei da turma do Paulo Prisco, lá no “Balneário do Estreito”, porque o vento Nordestão anda soprando fraco, não há nuvens carregadas no céu sobre o Scarpelli. No Carianos, ao contrário, o que não falta são nuvens cinzentas, marolas e vento Sul. Battistotti sondou treinadores, todos pedirem R$ 150 mil por mês. Mas quer voltar ao Geninho porque no seu destino esperavam por ele: Ponte Preta, Sampaio e Cruzeiro. “Não me querem aqui? Vou-me embora. Se a ‘Mesa’ não me quer, adeus!”. Sem Geninho irão culpar Battistotti, Marquinhos e Diogo, porque a sucessão, para eleger o novo presidente do Avaí, no ano que vem, já começou.

Fim.

Paulo Brito
Paulo Brito nasceu em Florianópolis, graduou-se em jornalismo na PUC RS em 1972, mas desde 1971 exerce o ofício de comentarista esportivo, tendo trabalhado em jornais, rádios e televisões nas praças de POA, SP, BCN e FLN. Foi professor do IEE: - Instituto Estadual de Educação e no Colégio Catarinense, profissão que o levou a UFSC: - Universidade Federal de Santa Catarina onde permaneceu até 1998. Foi membro da Comissão que criou o Curso de Jornalismo na Federal de SC.
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