13.7 C
fpolis
14.5 C
fpolis
segunda-feira, 23 maio, 2022

O poder da influência entre pessoas

Freepik
Freepik
Últimas notícias

Acompanhando o fenômeno Big Brother Brasil, verdadeiro Super Bowl da publicidade brasileira, é possível perceber como os participantes são influenciados a agir, pensar e ser como seus colegas de confinamento esperam — assim como acontece com qualquer pessoa no mundo real. Recentemente, grande parte do público afirmou que a então líder, Jade Picon, foi influenciada por suas amigas da Pipoca para indicar Arthur Aguiar, até então seu aliado, também contando com a má fama que o ator tem no mundo real pelas múltiplas traições à mulher. Neste contexto, surge a pergunta: até que ponto somos influenciados para seguirmos as tendências da vez e não necessariamente o que acreditamos?

Se tradicionalmente era apenas a “nata da sociedade” quem ditava tendências e mesmo sem perceber todos aderimos aos modismos, como os vestidos de noiva se tornarem todos brancos como o da rainha Vitória há mais de cem anos (em 1840), hoje, a hierarquia deu lugar à horizontalidade. Graças à internet, pessoas comuns estão movendo multidões nas redes sociais e influenciador digital é um título ostentado com orgulho. Pode ser o maromba dando dicas milagrosas, aquela vizinha que arrasa no delineado gatinho ou o adolescente que faz os slimes mais legais, todos têm espaço e público nas redes. A regra é clara: conteúdo é rei e deve contar com a personalidade do criador, sendo publicado com periodicidade e em formatos que funcionem bem na rede escolhida. Difícil para indivíduos, ainda mais complexo para empresas.

A verdade é que a princípio quase ninguém sabe quem é aquele criador de conteúdo e ele também ainda está descobrindo quem seu público será, então, tem espaço para testar diferentes abordagens, errar e, com sorte, acertar para que o hobby vire profissão. O mesmo não acontece com as marcas conhecidas no mercado, estrategicamente direcionadas aos públicos que já têm e aos que gostaria de alcançar, mas sem muito espaço para tentativas e quase nenhum para erros. Cuidar de perfis proprietários de empresas é tarefa árdua, principalmente se não flexibilizarmos o público-alvo e ampliarmos os temas de interesse.

Saber que nosso cliente em potencial é um homem +30 da classe A é importante, mas não resolve o conteúdo do nosso perfil no Instagram, rede em que a maior parte do público é feminina. Por isso, um atalho para as marcas é se apoiar sobre essa estrutura complexa de relacionamentos cibernéticos para monetizar por meio da influência de alguém que corresponde a seu nicho e que só tocamos pela tela. Exemplo disso é o caso do emparedado Arthur Aguiar que fez sua jaqueta bordada esgotar em poucas horas, após o discurso redentor de Tadeu Schmidt que eliminava outra pessoa da casa para a surpresa dos brothers.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Nielsen, cerca de 90% da população confia mais em recomendações feitas por pessoas do que por marcas, enquanto 74% desse público decide seguir uma recomendação realizada com base na opinião de outras pessoas. Dito isto, é estimado que a Indústria de Marketing de Influência cresça quase 16 bilhões de dólares em 2022, paralelamente o Influencer Marketing Hub revela que, em 2021, 26% das empresas e marcas utilizaram essa estratégia para alavancar negócios.

Para que sua empresa tenha sucesso com o uso do Marketing de Influência, a REPENSE reconhece as seguintes etapas básicas:

  • Definir as características do seu público-alvo.
  • Escolher a mensagem-chave.
  • Ter ao menos um destes três objetivos definidos: Awareness (Visibilidade do produto), Branding (Reforçar o posicionamento da marca) & Conversão (Estímulo de compras).
  • Decidir quais mídias serão trabalhadas.
  • Mapear e conectar o influenciador apropriado aos pontos anteriores, com a mensagem-chave adequada à realidade dele e ao modo de comunicar com seu público.
  • Analisar os dados apresentados após a divulgação para ajustes de rota.

Na REPENSE, acreditamos que para despertar o interesse genuíno das pessoas para relacionamento com marcas, elas devem se mostrar verdadeiramente úteis, relevantes e atraentes para o público, sendo que o Marketing de Influência pode ajudar muito nessa missão. Neste sentido, trabalhamos com setores diversos e desenvolvemos estratégias totalmente customizadas, seja para produtos, serviços, terceiro setor ou a campanha que o cliente decidir abraçar.

*Por Heloísa Gonçalves e Tábata Madeira, board da Repense.
**Foto: freepik

 

Mais notícias para você
Últimas notícias

Após dois anos, chega ao fim emergência sanitária de Covid-19

Após dois anos, chegou ao fim ontem, 22, o estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin),...
.td-module-meta-info { font-family: 'Open Sans','Open Sans Regular',sans-serif; font-size: 14px !important; margin-bottom: 7px; line-height: 1; min-height: 17px; } .td-post-author-name { font-size: 14px !important; font-weight: 700; display: inline-block; position: relative; top: 2px; }