Mesmo dizendo que passou férias em Santa Catarina e que tem boas lembranças do Estado, é fato que Carlos Bolsonaro, pré-candidato a senador do PL, não conhece nada por aqui.
Então, depois de fixar residência na cidade de São José, na Grande Florianópolis, ele precisará de aliados para levá-lo aos 2295 municípios de Santa Catarina.
Inicialmente, quem deve fazer isso são os políticos da ala bolsonarista do Partido Liberal. No Sul, essa incumbência deve ficar com o deputado federal Daniel Freitas e o deputado estadual Jessé Lopes; no Norte esse trabalho está com o também deputado estadual Sargento Lima (PL); e no Oeste, Carlos Bolsonaro vai percorrer a região com a deputada federal Caroline de Toni (PL), mesmo que ela saia do PL e vá para o Novo, o que hoje parece menos provável.
Na Grande Florianópolis, é muito provável que o governador Jorginho Mello abra as portas para ele, até porque, andar do lado de Carlos Bolsonaro, ajuda o governador com o eleitor bolsonarista.
Já no Vale do Itajaí, esse trabalho pode ficar com o pastor Dirlei Paiz, que é visto como o único bolsonarista de verdade do PL da região, mas pode ficar também com o vereador de Blumenau, Flávio Linhares (PL), que é cria da deputada federal Júlia Zanatta (PL).
Fato é que Carlos Bolsonaro, mesmo sendo candidato em Santa Catarina, conhece pouco o nosso Estado e, assim como o vereador de Balneário Camboriú, Jair Renan (PL), vai precisar de pessoas que abram as portas para ele.
O empresário Emílio Dalçóquio, o deputado estadual Alex Brasil (PL) e o senador Jorge Seif (PL) também fazem parte desse grupo de apoio da família Bolsonaro e também devem peregrinar com Carlos e Renan por toda Santa Catarina.
As pesquisas mostram que a candidatura do filho 2 de Jair Bolsonaro está bem encaminhada e a pré-candidatura à presidência da República do seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL), pode impulsionar ainda mais a imagem dele, mesmo não aparecendo em algumas cidades.









