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quarta-feira, 25 maio, 2022

Palmeiras e Santos, um jogo para esquecer

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Palmeiras e Santos, um jogo para esquecer
Reprodução Fox Sports

A final da Libertadores ontem no Rio entre Palmeiras e Santos mostrou o nível do futebol brasileiro. Melhor dizendo, a falta dele. Jogo totalmente trancado, faltoso, sem jogadas de área, jogadores reclamando do juiz e dos outros aos palavrões. Fora o hábito chamado de jeitinho brasileiro de simular câimbras e lesão do goleiro para ganhar tempo.

A demonstração total da baixaria, sem dúvidas, foi proporcionado pelo técnico Cuca, do Santos, usando camisa com motivo religioso, de cócoras, tentando agarrar a bola fora do campo para enrolar o jogo. E ainda pedir VAR, depois de expulso, para mostrar que não havia feito nada de errado, ao trombar com o jogador do Palmeiras.

O próprio irmão disse ao final do jogo que aquele momento Cuca de ser desconcentrou a equipe, facilitando o gol da vitória do Palmeiras nos descontos.

Deu Europa contra Brasil. De um lado o treinador português Abel Ferreira, elegante, vitorioso: do outro o Cuca desconcertado, no meio da torcida, suado, sem ação.

E para coroar a tarde futebolística cinzenta, Marinho, do Santos, recebeu um presente da Conmebol um anel de ouro e diamantes escolhido o melhor jogador da Libertadores. Até ele ficou desconcertado ao receber o mimo pedindo desculpas por não ter feito nada decente em campo ontem.

Pobre futebol brasileiro.

 

Terra arrasada

 

O fraco desempenho do futebol da capital catarinense pede medidas urgentes e profissionais de respeito para tratar do tema. Chega de improvisações. Ex-jogadores e ídolos  nem sempre são a solução para comandar elencos.

Não significa terra arrasada.  E sim zerar para recomeçar. O momento é limpar as gavetas e  liberar funcionários remunerados que somem na hora da crise porque não sabem o que dizer.

 

Chapecoense

 

Enquanto a capital decepciona, a Chapecoense orgulha os catarinenses. Campeã da série B com méritos. Nos bastidores tem o apoio da empresa gaúcha com atuação internacional, Success. Discreta e eficiente.

 

Figueirense

 

Sobre o clube do Estreito alguns pontos que precisam ainda ser esclarecidos:

– porque ex-dirigentes e sócios influentes deixaram a situação financeira chegar a um momento crítico?

– quem embolsou 2 milhões de reais com a venda de jogadores da base, já que esse valor não entrou na gestão do clube?

– para um buraco imenso nas finanças, muita gente cometeu falhas graves de gestão durante muito anos. Vão sair impunes?

Neste momento em que o clube quer chegar a 10 mil associados para assegurar a manutenção do time na Série C, são os esclarecimentos mínimos que os torcedores merecem.

 

TV

 

O SBT transmitiu a decisão da Libertadores e liderou a audiência do sábado à tarde. O SBT ontem foi a Globo dos bons tempos.

       

Claiton Selistre
Publisher, colunista e owner do Portal Making Of, é jornalista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Foi diretor de Jornalismo por 25 anos da RBS TV, TVCom e Rádio CBN/Diário, além de coordenador do comitê editorial da RBS em Santa Catarina. Antes atuou na Rádio e TV Gaucha do grupo RBS e em redações de jornal, rádio e tv do grupo Caldas Jr. em Porto Alegre. Foi também repórter da na Sucursal do Jornal do Brasil. Planejou e Coordenou coberturas multimídia nas Copas do Mundo de Futebol na Alemanha, Argentina, Espanha, México, Itália, Estados Unidos, França e Japão/Coréia. Dirige a Making of há sete anos.
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