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quarta-feira, 25 maio, 2022

Projeto de Ciro não atrapalha o PDT catarinense

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Projeto de Ciro não atrapalha o PDT catarinense
BRUNO RIBEIRO/DIVULGAÇÃO

O ex-deputado e ex-prefeito de Lages Fernando Coruja Agustini é o pré-candidato do PDT ao governo do Estado e, se for necessário, o partido fará palanque duplo para o pedetista Ciro Gomes e para o petista Luiz Inácio Lula da Silva, em Santa Catarina, sem qualquer prejuízo à formação da Frente Democrática com os demais partidos de esquerda.

Presidente estadual do PDT, secretário-geral nacional e presidente da Fundação Leonel Brizola, o ex-deputado Manoel Dias entende que a confirmação da pré-candidatura de Ciro ao Planalto, no último dia 22 – data do aniversário de Leonel Brizola, que completaria 100 anos – não altera as conversas que envolvem a sigla com PSOL, PT, PSB, PdoCB e PV.

Os partidos devem fazer um reunião em Lages, nos próximos dias, para estabelecer algumas diretrizes para as eleições.

Para Maneca, o que está se desenhando em Santa Catarina deveria ser seguido pelas agremiações de esquerda em todo o país, uma união necessária para enfrentar Jair Bolsonaro (PL).

 

Alternativa

O PDT com Fernando Coruja, o PT com Décio Lima ou Rogério Portanova e o PSB com Dário Berger pode virar uma candidatura única, patrocinada pela Frente Democrática.

Manoel Dias acreditas que Dário poderá a vir ser o nome de uma candidatura da esquerda, desde que formalize a filiação nas hostes pessebistas nos próximos dias.

 

De olho na indicação, Antídio tenta convencer o MDB

O prefeito de Jaraguá do Sul, o empresário Antídio Lunelli anunciou na segunda (24) que se licenciou do cargo para percorrer o Estado no ritmo de quem mantém a vontade de concorrer ao governo, mas precisa, necessariamente, convencer o MDB.

Com a mais do que provável saída do senador Dário Berger do partido, Antídio ganhou a oportunidade de ser o candidato com o decretado fim das prévias, previstas para o dia 19 de fevereiro, a mesma que só o grupo do prefeito de Jaraguá alimentava.

 

Vice

O vice-prefeito Jari Franzner (MDB) assumiu a prefeitura enquanto Antídio percorrerá o Estado para firmar seu nome e garantir o apoio interno entre emedebistas ainda desconfiados.

Parte dos filiados da sigla, o que inclui gente de forte influência, como a bancada estadual, dezenas de prefeitos e vices, preferem que a sigla embarque no projeto à reeleição do governador Carlos Moisés da Silva, que, nas próximas horas, conversa com dirigentes e mandatários do PP, algo que é como “kryptonita” para o emedebista raiz.

 

Noiva

Se Moisés mira no MDB em Santa Catarina, a procura de aliança com a sigla não é diferente entre alguns postulantes ao Planalto, em Brasília.

A pré-candidata à Presidência, senadora Simone Tebet (MS), é cortejada pelo tucano João Doria Júnior, pelo neopessedista Rodrigo Pacheco (presidente do Senado) e até por Lula (PT), embora a esquerda ainda jogue pedras e considere o partido responsável pelo impeachment de Dilma Rousseff, substituída pelo vice Michel Temer.

 

Clézio Fortunato encabeça terceira chapa à Fecam

Pela primeira vez, a eleição à presidência da Fecam terá três chapas na disputa, o que pressupõe o fim da unanimidade.

Nesta segunda (24), uma hora antes de encerrado o prazo para inscrição, o prefeito Clézio Fortunato (MDB), de São João do Itaperiú, no Norte do Estado, oficializou a intenção de concorrer ao cargo.

Antes dele, Jorge Luiz Koch (MDB), de Orleans, e Milena Andersen Becher Lopes (PL), de Vargem, na Serra Catarinense, haviam formalizado a inscrição das chapas para participar da eleição marcada para o dia 31, às 14h, na Assembleia Legislativa, em Florianópolis.

Koch é o tesoureiro da atual diretoria, apoiado pelo presidente Clenilton Pereira (PSDB), prefeito de Araquari; Milena já foi segunda vice-presidente na chapa de Clenilton, mas renunciou ao cargo, juntamente com o primeiro vice, Mário Hildebrandt (Podemos), de Blumenau, por não concordarem com decisões do comandante da entidade, que não consultou o conselho executivo; e Clézio já havia anunciado o desejo de concorrer, antes de Koch.

Veja a chapa de Clézio:

 

Conselho Executivo

Presidente: Clézio José Fortunato – Prefeito de São João do Itaperiú – MDB – AMVALI – região Norte Nordeste

1º Vice-Presidente: Jorge Augusto Kruger – Prefeito de Timbó – PP – AMVE – região Vale do Itajaí

2º Vice-Presidente: Orvino Coelho de Ávila – Prefeito de São José – PSD – GRANFPOLIS – região Litoral

3º Vice-Presidente: Juliano Schneider – Prefeito de Luzerna – PL – AMMOC – região Meio Oeste

1º Tesoureiro: Hélio Alberto Junior – Prefeitura Municipal de Grão – Pará – PP – AMUREL – REGIÃO Sul

2º Tesoureiro: Rafael Calefi – Prefeito de São Lourenço do Oeste – MDB – AMNOROESTE – região Oeste

1º Secretário: Antônio Ceron – Prefeito de Lages – PSD – AMURES – região Serra/Planalto 

2º Secretário: Luciano Franz – Prefeito de Cunhataí – MDB – AMERIOS – região Extremo Oeste

 

Conselho Fiscal

Tiago Maciel Baltt – Prefeito de Balneário Piçarras – MDB – AMFRI

Marcelo Tadeo Rocha – Prefeito de Laurentino -MDB – AMAVI

Rodrigo Adriany David – Prefeito de Garuva – MDB – AMUNESC 

Olmir Paulinho Benjamini – Prefeito de Piratuba – PSD – AMAUC

João Cidnei da Silva – Prefeitos de Anita Garibaldi – PL – AMURES

 

Olavo deixa a cena

Radicado nos Estados Unidos, o professor Olavo de Carvalho morreu aos 74 anos, na madrugada desta terça (25), de causas não reveladas pela família.

Olavo, guru do bolsonarismo, rejeitava os rótulos de filósofo ou ideólogo e de ser o guia do presidente Jair Bolsonaro e dos filhos do chefe da Nação.

Na última live que fez, em 20 de dezembro passado, criticou Bolsonaro, de quem se distanciou nos últimos tenpos e chegou a chamar de covarde.

Antes de soltar os tradicionais palavrões, Olavo afirmava que no Brasil ou o indivíduo é comunista ou neutro, e disparava: “Não existe direita no país, existe o bolsonarismo!” 

A ex-candidata à prefeitura de Criciúma, a advogada e jornalista Julia Zanatta (PL), coordenadora da Embratur no Sul do país, divulgou fotos ao lado do professor no Instagram e agradeceu a Olavo de Carvalho “por tanto”, caminho de homenagens seguido por outros conservadores, como o deputado estadual Kennedy Nunes, presidente estadual do PTB, e a vice-governadora Daniela Reinher (PL).

Roberto Azevedo
Roberto Azevedo tem 37 anos de profissão. Estudou jornalismo na UFSC, de Florianópolis, e direito na FURB, de Blumenau. Foi repórter, editor, chefe de Reportagem, chefe de Redação, editor-chefe, gerente e diretor de Jornalismo, na RBS TV de Blumenau e Florianópolis, na TV Record de Florianópolis, na Rede TV Sul! e na TVBV (Barriga Verde, BAND); comentarista na RIC TV Record e na Record News, e colunista no Diário Catarinense (onde também foi editor de Política) e no Notícias do Dia, tendo blogs nas versões digitais das edições. Atuou nas rádios União de Blumenau e União FM de Florianópolis, e na Rádio Record da Capital catarinense. Além de ter uma coluna no Portal Making Of, desde setembro de 2016, faz comentários sobre política e economia na Rádio Cidade em Dia FM, de Criciúma, e na TVBV (BAND), de Florianópolis.
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