Portal Making Of

|Radar Econômico| Combustíveis mais caros: por que os estados elevaram o ICMS agora?

Por Janine Alves, colunista de economia do Portal Making Of 

 

Combustíveis ficaram mais caros em todo o país, após estados e Distrito Federal anunciarem a alta do ICMS sobre gasolina, diesel e gás de cozinha. À primeira vista, parece apenas um aumento de alíquota para reforçar a arrecadação — e, de fato, melhorar o caixa é positivo para os governos estaduais. Mas o jogo é mais sutil: quem sente primeiro é o consumidor, porque combustível tem efeito em cadeia (frete, transporte, alimentos e serviços). E o timing não é neutro: estamos em ano eleitoral, com promessa do Ministério da Fazenda de encerrar o período com inflação em patamar historicamente baixo — um resultado politicamente valioso. Vale lembrar que a inflação influencia a manutenção da taxa Selic em níveis elevados para restringir o crédito, o que também pesa no bolso. Nesse contexto, o reajuste do ICMS também pode ser lido como parte do xadrez de 2026, já que a inflação “do dia a dia” pesa no humor social e pode influenciar diretamente pesquisas e voto.

Do ponto de vista técnico, a justificativa apresentada pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) é o cumprimento da legislação que padronizou a cobrança em valor fixo por litro ou por quilo, com atualização anual. Para 2026, os valores passam a R$ 1,57/litro (gasolina), R$ 1,17/litro (diesel) e R$ 1,47/kg (GLP) — altas de R$ 0,10, R$ 0,05 e R$ 0,08, respectivamente. O comitê afirma que o modelo vigente tem gerado perdas para estados e municípios em cenários de preços mais elevados, cita restrição de autonomia após mudanças aprovadas em 2022 e estima que, no primeiro ano de aplicação, as perdas fiscais superaram R$ 100 bilhões ao ano.

 

Foto: Divulgação/Tóia Oliveira

|Desmistificando| Lei Rouanet: dados contra o achismo. Para quem insiste em atacar a Lei Rouanet com base em narrativas de redes sociais, os números da Fundação Getulio Vargas são claros — e incômodos. Em 2024, a Lei Rouanet movimentou R$ 25,7 bilhões na economia, gerou e manteve 228 mil empregos e devolveu R$ 7,59 à sociedade para cada R$ 1 investido, além de R$ 1,39 em arrecadação tributária. Foi o primeiro aumento real de recursos desde 2011, com R$ 3 bilhões em renúncia fiscal, 4.939 projetos executados e 89,3 milhões de pessoas impactadas, fortalecendo micro e pequenas empresas e ampliando a capilaridade regional, especialmente no Nordeste e no Norte. A cadeia produtiva associada respondeu por 152,7 mil empregos diretos e 75,3 mil indiretos, com elevado efeito multiplicador em Museus, Artes Visuais e Audiovisual. Criticar a Rouanet ignorando esses dados não é opinião — é desinformação.

 

|Atenção| MEIs têm prazos decisivos em janeiro e novas regras tributárias em 2026. O início de 2026 exige atenção redobrada dos microempreendedores individuais: com a atualização do salário-mínimo e o avanço da fiscalização eletrônica, janeiro torna-se decisivo para a regularidade do MEI, alerta o Sebrae/SC. A Receita Federal intensificou as comunicações via Domicílio Tributário Eletrônico (DTE), e eventuais pendências — como DAS em atraso, falta da declaração anual ou excesso de faturamento — podem gerar exclusão do Simples Nacional; nesses casos, o prazo para regularização e reopção pelo SIMEI vai até 31 de janeiro. Além disso, os valores do DAS foram reajustados com o novo salário-mínimo, o cruzamento de dados entre fiscos está mais rigoroso e 2026 será um ano de preparação para a obrigatoriedade da nota fiscal em todas as operações a partir de 2027, reforçando a necessidade de organização financeira e cumprimento tempestivo das obrigações.

 

|A Capital|

Foto: GMF

Florianópolis: muitos prêmios, mas falta o básico. Florianópolis adora exibir prêmios e rankings: campeã do Prêmio Caio 2025, destaque em turismo de eventos e figurinha carimbada nos rankings de cidades inteligentes, como o Connected Smart Cities. Mas fora do material promocional, a realidade é bem menos sofisticada. A capital convive com uma das cestas básicas mais caras do Brasil, acima de R$ 800, falta saneamento básico, despeja esgoto em praias, alaga sempre que chove um pouco mais e sofre com uma mobilidade urbana colapsada. As filas no trânsito deixaram de ser sazonais e viraram rotina, enquanto projetos de transporte coletivo — inclusive na SC-401 — permanecem eternamente no papel. Mesmo cercada de universidades, técnicos e especialistas, a cidade falha no planejamento, permite a expansão acelerada do mercado imobiliário sem contrapartidas urbanas e impõe ao trabalhador a tarifa de ônibus mais cara do país. Florianópolis vende inovação, eventos e qualidade de vida, mas não entrega o básico — e quem paga essa conta não aparece nos rankings, aparece no ponto de ônibus, em bancos escaldantes, por vezes sem cobertura, faça chuva ou faça sol.

 

Foto: Balneário Camboriú / Crédito: reprodução – DCM.

|Insustentabilidade| Passa verão, entra verão — e o esgoto continua vencendo. Balneabilidade cai em pleno verão e expõe fragilidade do saneamento em SC. O relatório de balneabilidade do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina confirma um problema recorrente no auge da temporada: apenas 65% dos pontos do litoral catarinense estão próprios para banho, enquanto 35% seguem impróprios, uma piora em relação ao boletim anterior. Entre 5 e 9 de janeiro, foram analisados 260 pontos, com 91 classificados como impróprios, evidenciando a instabilidade da qualidade da água. Em Florianópolis, o cenário é emblemático: 34% dos pontos estão impróprios, e cinco locais pioraram de uma semana para outra. Municípios turísticos como Bombinhas, Balneário Camboriú, Itapema e Garopaba também registraram retrocessos, reforçando que o problema não é pontual, mas estrutural. A repetição anual desse quadro revela saneamento insuficiente, fiscalização frágil e crescimento urbano desordenado, que transformam chuvas de verão em gatilho para contaminação por esgoto. O resultado é previsível: risco à saúde, prejuízo ao turismo e mais um verão em que o discurso de excelência convive com bandeiras vermelhas fincadas na areia.

 

📊 Termômetro da Economia

Acompanhe os principais indicadores que mostram o pulso da economia em Santa Catarina, no Brasil e no mundo.

Destaques:

 

Foto: Eduardo Valente / SECOM

Santa Catarina registra salto de 50% no turismo internacional em 2025. Santa Catarina teve um avanço expressivo no turismo internacional em 2025, com 741.401 turistas estrangeiros, alta de 50% em relação a 2024, quando o estado havia recebido pouco mais de 495 mil visitantes. O desempenho positivo está alinhado à estratégia da Embratur de diversificação de destinos internacionais e foi impulsionado pelo potencial turístico diversificado do estado, que combina litoral, turismo de experiência, aventura e infraestrutura consolidada. Apenas em dezembro de 2025, foram 89.421 chegadas internacionais, crescimento de 12,32% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo dados divulgados pela Embratur, Ministério do Turismo e Polícia Federal.

Entre os principais países emissores, a Argentina manteve a liderança, com 464.690 turistas em 2025, seguida pelo Chile (211 mil), Uruguai (9.969) e Paraguai (9.768). O desempenho catarinense acompanha o movimento nacional: o Brasil encerrou 2025 com 9,28 milhões de turistas internacionais, crescimento de 37,1% em relação a 2024, consolidando o turismo como vetor relevante de desenvolvimento econômico, geração de empregos e fortalecimento da imagem do país no exterior.

 

Microempresas lideram a geração de empregos em Santa Catarina em 2025. As microempresas foram responsáveis por 60,5% dos empregos gerados em Santa Catarina entre janeiro e novembro de 2025, consolidando-se como o principal motor do mercado de trabalho no estado, segundo levantamento do Sebrae/SC com base no Caged. No período, o estado criou mais de 106 mil vagas formais, impulsionadas sobretudo pelo setor de Serviços, que respondeu por metade do saldo positivo e foi o único sem meses negativos ao longo do ano. Em termos regionais, a Grande Florianópolis liderou em números absolutos, enquanto a Foz do Itajaí se destacou no indicador per capita, reforçando o papel do empreendedorismo local e dos pequenos negócios como vetores de dinamismo econômico, geração de renda e capilaridade produtiva em Santa Catarina.

 

Reprodução/Kantar

Dados do Indice de Custo de Vida – ICV da Universidade do Estado de Santa Catarina, mostram que Florianópolis fechou o ciclo recente com a maior inflação entre as capitais brasileiras.

  • IPCA Florianópolis (Acumulado): Atingiu 5,17%, superando a média nacional de 4,26%.
  • Vilões da Temporada: O grupo de Alimentos e Bebidas e Habitação foram os principais responsáveis. Itens como a batata inglesa (+68%) e o tomate (+46%) impactam diretamente o custo operacional de restaurantes no litoral.
  • Passagens e Transportes: O reajuste no transporte coletivo no início de janeiro também pressionou o índice local.

 

 📡 |Radar Político|

Fatos que marcaram a semana com impactos diretos na vida em sociedade e nos rumos da economia.

 

Lula sanciona Orçamento de 2026 e veta R$ 400 milhões em emendas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na quarta-feira (14) a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, que define despesas e estima receitas do governo federal. O texto aprovado pelo Congresso Nacional previa cerca de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares, mas Lula vetou dispositivos que somam R$ 400 milhões, alegando inconformidades legais — os valores não constavam na proposta original do Executivo, em desacordo com a Lei Complementar 210/24. Os vetos ainda serão analisados por deputados e senadores, com expectativa de deliberação no início de fevereiro. O veto, contudo, não resolve o problema estrutural: a lógica do chamado orçamento secreto persiste, com opacidade, autoria difusa e uso político do dinheiro público, mesmo após a declaração de inconstitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federal. O desfecho se repete — obras não executadas, canteiros abandonados, denúncias de propina e intermediários — enquanto a população fica sem o serviço prometido e o Estado perde capacidade de planejar e investir. A fragmentação do orçamento por interesses eleitorais corrói a eficiência do gasto e enfraquece o controle social; no fim, a conta recai sobre o cidadão, enquanto o debate público se perde em distrações periféricas — como se o problema fosse apenas o chinelo, quando o escândalo caminha descalço, à vontade, dentro dos cofres públicos.

 

Fraude escrachada! STF impõe freio a emendas para ONGs ligadas a familiares de parlamentares. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, decidiu nesta quinta-feira (15) proibir o direcionamento de emendas parlamentares a ONGs ligadas a parentes de deputados ou senadores, em uma resposta direta a práticas que corroem a impessoalidade e a transparência do gasto público. No parecer, Dino destacou que os repasses ao terceiro setor explodiram nos últimos anos, acumulando mais de R$ 1,7 bilhão desde 2019, e chamou atenção para a fragilidade técnica na prestação de contas dessas organizações. A decisão mira um atalho recorrente de conflitos de interesse, reforça o controle sobre o uso de emendas e deixa um recado claro: o orçamento público não pode servir de fachada para favorecimento privado, travestido de interesse social.

 

Banco Master: quando a fraude vira risco sistêmico. O colapso do Banco Master não foi um acidente — foi o resultado previsível de crescimento artificial, governança frágil e fiscalização tardia. Após ostentar lucros bilionários e captar recursos oferecendo retornos muito acima do mercado, o banco acabou em liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central do Brasil em novembro de 2025, diante de violações graves às normas do sistema financeiro. Em janeiro de 2026, o quadro se agravou com bloqueio judicial de R$ 5,7 bilhões, avanço da Polícia Federal na operação Compliance Zero — que investiga fraudes estimadas em até R$ 17 bilhões — e a constatação de que o rombo será socializado via Fundo Garantidor de Créditos, no maior acionamento de sua história: R$ 41 bilhões para ressarcir mais de 1,5 milhão de investidores. A prisão domiciliar do controlador Daniel Vorcaro, as tentativas frustradas de venda e a demora nos reembolsos escancaram um problema maior: quando a supervisão falha, o risco privado vira custo público, a confiança no sistema é corroída e o mercado aprende — mais uma vez — que promessas fáceis costumam esconder prejuízos coletivos.

 

📡 |Sustentabilidade & Regeneração|

Histórias e práticas que revelam como empresas estão integrando sustentabilidade, impacto social e inovação regenerativa aos seus modelos de negócio.

Pixabay

SulGesso transforma passivo ambiental em solução para o agronegócio. A SulGesso, sediada em Imbituba, tornou-se referência em economia circular ao transformar o fosfogesso — coproduto histórico da antiga Indústria Carboquímica Catarinense — em insumos de alta performance para o agronegócio. O processo converte um passivo ambiental em sulfato de cálcio, essencial para a correção de solos, evitando o acúmulo de resíduos e promovendo ganhos agronômicos relevantes. Diferente de fertilizantes convencionais, o produto atua em camadas profundas do solo, reduzindo o alumínio tóxico e fornecendo cálcio e enxofre, o que melhora o desenvolvimento radicular e a eficiência no uso de água e nutrientes. O modelo alia sustentabilidade e produtividade, reduz a pressão por abertura de novas áreas agrícolas e contribui para a recuperação ambiental e paisagística de Imbituba, exemplificando como a indústria pode fechar ciclos produtivos, gerar valor econômico e resolver problemas ambientais históricos no Sul de Santa Catarina.

 

💼 Negócios em Movimento

Cases de sucesso que mostram a força, a inovação e a presença estratégica das pessoas, empresas e instituições catarinenses no Brasil e no mundo.

 


Foto: Diretor Administrativo-Financeiro da Celos, Leandro Nunes da Silva / Crédito: divulgação.

O Diretor Administrativo-Financeiro da Celos, Leandro Nunes da Silva, foi nomeado membro titular da Comissão de Fomento da Previdência Complementar Fechada (COFOM), órgão consultivo vinculado à Previc. A indicação reforça a presença da Celos nos debates estratégicos sobre o futuro da previdência complementar no Brasil. Leandro integra o colegiado como representante da Anapar, entidade na qual também atua como Diretor de Imprensa e Divulgação, levando à comissão a experiência da gestão da Celos e a visão dos participantes na construção de diretrizes para o fortalecimento e a sustentabilidade do setor.

 

 

JBS Terminais recupera volumes pré-paralisação e consolida Itajaí como hub logístico.  JBS Terminais encerrou 2025 com movimentação próxima de 390 mil TEUs, resultado 11% superior a 2022 (período pré-paralisação do terminal), sinalizando a retomada plena da competitividade do Porto de Itajaí. Em seu primeiro ano completo de operação, a companhia combinou eficiência operacional, carteira diversificada de cerca de 3 mil clientes e R$ 220 milhões em investimentos em infraestrutura e tecnologia — incluindo guindastes de última geração, ampliação das tomadas para contêineres refrigerados (reefers) e implantação de gates reversíveis, que permitem ajustar o fluxo de entrada e saída de caminhões conforme a demanda operacional — para ampliar a conectividade internacional, atender 10 linhas regulares com sete escalas semanais e reforçar o papel estratégico de Santa Catarina nas cadeias globais de comércio, com destaque para proteínas, madeira e cargas de maior valor agregado.

 

Foto: Para João Victor da Silva, da Orsitec / Divulgação.

Distribuição de lucros exige estratégia após nova tributação.  Com a Lei nº 15.270/2025, o Brasil encerrou a isenção plena de lucros e dividendos vigente desde 1995 e instituiu o IR mínimo para rendas anuais acima de R$ 600 mil, elevando a carga sobre contribuintes de alta renda e exigindo planejamento tributário mais fino. Especialistas apontam cinco frentes para mitigar o impacto: (i) antecipar a deliberação de lucros acumulados até 31/12/2025 — cujo prazo foi prorrogado até 31/01/2026 por liminar do ministro Nunes Marques, garantindo isenção para pagamentos até 2028; (ii) escalonar retiradas para evitar retenção quando excedem R$ 50 mil/mês por fonte; (iii) usar JCP no Lucro Real, aproveitando a dedutibilidade (IRPJ+CSLL) frente à alíquota da pessoa física; (iv) ajustar pró-labore para faixas de menor tributação quando aplicável; e (v) estruturar holdings para reinvestimento e diferimento do imposto. Para João Victor da Silva, da Orsitec, a eficiência depende de execução rigorosa: práticas como despesas pessoais na empresa ou distribuições desproporcionais caracterizam evasão e elevam o risco de penalidades, tornando assessoria contábil e tributária especializada indispensável.

 

Ailos Únilos inicia 2026 com distribuição de R$ 1,8 milhão em juros ao capital. A Ailos Únilos começou 2026 reforçando o retorno aos seus cooperados ao distribuir R$ 1,8 milhão em Juros sobre o Capital, creditados em 2 de janeiro, com rendimento de 4,46% sobre as Cotas de Capital. A cooperativa, que atua na Grande Florianópolis, destacou que os juros refletem a participação direta dos cooperados nos resultados, calculados com base no saldo médio anual. Para a diretora-executiva Delbora Machado, o mecanismo fortalece o patrimônio dos associados e a sustentabilidade financeira da instituição. Em 2025, a Únilos completou 28 anos, com R$ 374 milhões em ativos e mais de 20 mil cooperados, integrando o Sistema Ailos, que soma R$ 25 bilhões em ativos e 1,7 milhão de cooperados no Sul e Sudeste do país.

 

Circuito

CRÉDITO DA FOTO DE DRONE: Leandro Amaral

Acompanhe os eventos que movimentam o setor econômico em Santa Catarina

Cultura e Lazer

  • Festa Pomerana (Pomerode): de 14 a 25 de janeiro, celebrando a cultura alemã com muita tradição.
  • Floripa Rock Festival (Florianópolis): 31 de janeiro, no Stage Music Park.
  • Maratona Cultural de Florianópolis (Florianópolis): 20 a 23 de março, com shows gratuitos de Marisa Monte e Joelma, celebrando os 100 anos da Ponte Hercílio Luz.
  • SC Custom Show (Balneário Camboriú): 10 a 12 de julho, no Expocentro, o maior evento latino-americano de Kustom Kulture.

 

Negócios e Tecnologia

  • ACATE 40 Anos (Florianópolis): 11 de abril, no P12 Jurerê, com a Feijoada ACATE para celebrar as quatro décadas do hub de inovação.
  • Empreende Brazil Conference (Florianópolis): 22 e 23 de maio, na Arena Opus, para empreendedores.
  • Startup Summit (Florianópolis): 26 a 28 de agosto, reunindo startups, investidores e grandes nomes do ecossistema.
  • Magazord Summit (Balneário Camboriú): 16 a 18 de setembro, no Expocentro, focado em e-commerce e negócios digitais.

Os colunistas são responsáveis por seu conteúdo e o texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal Making of.

Compartilhe esses posts nas redes sociais:

|Radar Econômico| Retrospectiva 2025

Por Janine Alves, colunista do Portal Making Of   A retrospectiva de 2025 revela um ano intenso, marcado por avanços expressivos, contradições profundas e lições

|Radar Econômico| Retrospectiva 2025

Por Janine Alves, colunista do Portal Making Of   A retrospectiva de 2025 revela um ano intenso, marcado por avanços expressivos, contradições profundas e lições