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Tomou um torrão? Confira dicas da dermato para amenizar queimaduras solares no verão

Na coluna de hoje a dermatologista Ana Maria Benvegnú compartilha dicas para evitar as queimaduras do sol e amenizar os problemas dos famosos torrões na estação mais quente do ano.

Como muitos sabem, durante o verão há um aumento significativo da radiação ultravioleta (UV) que atinge a superfície da Terra, resultado da incidência mais perpendicular do sol entre dezembro e fevereiro e da redução sazonal na espessura da camada de ozônio. Somado a isso, o período de férias e o calor favorecem uma maior exposição corporal, o que explica por que as queimaduras solares são tão comuns nesta época. Segundo a dermatologista, esse conjunto de fatores cria o cenário ideal para o surgimento dos famosos “torrões”.

Os sintomas da queimadura costumam aparecer poucas horas após a exposição solar. Vermelhidão, sensação de calor, ardência, dor e sensibilidade são os primeiros sinais. Na vermelhidão leve, esses sintomas são mais suaves e tendem a melhorar em 24 a 48 horas. Já na queimadura de 1º grau, a vermelhidão é mais intensa, acompanhada de dor, ardência, sensibilidade ao toque, inchaço e possível descamação.

Nos casos de 2º grau, os sintomas são mais exuberantes, com dor intensa, inchaço, vermelhidão importante, formação de bolhas e até drenagem de secreção. A médica orienta que o atendimento deve ser procurado diante de sinais de 2º grau ou sintomas gerais como febre, calafrios, náuseas e mal-estar, e sempre em crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas ou autoimunes, mesmo quando os sintomas forem de 1º grau.

Cuidados imediatos

Ao perceber uma queimadura solar, a primeira medida é evitar nova exposição ao sol. Banhos curtos com água morna ou fria, compressas frescas, hidratação frequente, ingestão de água e roupas mais soltas ajudam a aliviar o desconforto. Essas são as medidas realmente eficazes, reforça a dermatologista.

Por outro lado, algumas práticas devem ser evitadas. “Não aplicar produtos que contenham ácidos, álcool, perfumes, esfoliantes, vinagre, creme dental ou manteiga”, orienta. O gelo direto também não deve ser usado, pois pode queimar a pele.

Em caso de bolhas, a orientação da médica é de não estourar e não remover a pele descamando. “O ideal é deixar que ela se solte espontaneamente, após a formação da nova pele, para evitar cicatrizes”, compartilha.

Para aliviar a dor e a ardência, a médica recomenda banhos frescos, compressas e hidratantes com ativos como aloe vera, pantenol e ceramidas, aplicados diversas vezes ao dia. Nos dias seguintes, cremes reparadores da barreira cutânea podem ajudar na recuperação.

Para prevenir as queimaduras solares, o melhor caminho é evitar a exposição direta ao sol entre 10h e 16h durante o verão e fazer o uso de protetor solar com FPS 50 ou mais a cada duas horas. Roupas com proteção UV, chapéu, boné, óculos de sol e sombra são aliados importantes.

Crianças e idosos precisam de cuidados especiais?

Sim. A pele das crianças é mais fina, a barreira cutânea ainda está em desenvolvimento e a melanina não bloqueia totalmente a radiação. Já os idosos têm perda de colágeno, elastina e menor capacidade de regeneração e cicatrização.

É possível se queimar em dias nublados?

Sim. A radiação continua presente mesmo com o céu encoberto. O nível diminui, mas não desaparece.

Queimadura solar aumenta o risco de câncer de pele?

Sim. A radiação UV é o principal fator de risco e tem efeito cumulativo. Cada queimadura representa um dano celular significativo que pode predispor à mutação e evolução para câncer de pele.

Pessoas bronzeadas queimam menos?

Sim, mas isso não significa proteção. A pele bronzeada também precisa de cuidados e proteção solar.

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Grande encontro

O pianista e maestro de renome internacional João Carlos Martins esteve na residência de seu irmão, o jurista Ives Gandra Martins, em São Paulo, durante um encontro que reuniu o amigo e advogado criminalista catarinense Claudio Gastão da Rosa Filho (esq) e seus familiares, em São Paulo.

Símbolo de superação, o músico segue sua trajetória artística com o auxílio de luvas biônicas. Ele enfrenta limitações severas na mão esquerda há mais de 50 anos.

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Tecnologia no Pré-Carnaval

Como já publicamos, o Pré-Carnaval Floripa acontece nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro na beira-mar do Estreito, reunindo milhares de pessoas em um evento gratuito com atrações nacionais e locais. E para garantir uma experiência positiva para todos, a segurança é prioridade absoluta. O evento contará com um dos mais completos esquemas de segurança já implementados em eventos de grande porte em Florianópolis, combinando tecnologia de última geração com integração total das forças de segurança pública do estado e município.

O acesso ao evento será feito através de pontos controlados equipados com sistema de reconhecimento facial integrado diretamente com a Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina. A mesma tecnologia já utilizada com sucesso em outros grandes eventos da cidade permite a identificação instantânea de pessoas com mandados de prisão em aberto ou restrições judiciais, aumentando significativamente a segurança de todos os participantes. Todos os acessos contarão com revista de segurança, independentemente do setor (Pipoca, Bloco ou Open Bar).

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No Jardim das Delícias

Neste domingo (01/02), a fanfarra carnavalesca Filhas e Filhes de Eva no Jardim das Delícias realiza seu cortejo de pré-Carnaval na Lagoa da Conceição. O bloco, formado por mais de 70 mulheres e pessoas não-binárias, leva às ruas um desfile marcado por sopros, percussões e ritmos brasileiros, em uma celebração aberta ao público.

A concentração será às 14h, na Rua Rita Lourenço da Silveira, 673, em frente ao Windcenter, no gramado à beira da lagoa. O cortejo integra a programação informal de aquecimento para o Carnaval de Rua da cidade e reforça a proposta do grupo de ocupar os espaços públicos com música, alegria e protagonismo feminino.

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