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sexta-feira, 20 maio, 2022

TOP 10

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TOP 10
Elevate/Divulgação

Tem cerveja brasileira na lista das mais consumidas do mundo. Mas antes dos nomes do Top 10, alguns dados sobre esse mercado: em valores o consumo de cerveja no planeta movimentou 590 milhões de Euros. E as cinquenta maiores indústrias cervejeiras do planeta, produziram mais da metade do que foi consumido. Os dados foram consolidados pelo site Vinepair com base nas informações de 2017. A lista das mais consumidas ficou assim:

10. Coors Light

Uma ilustre desconhecida no Brasil, a Coors é a segunda cerveja mais vendida nos Estados Unidos.

9. Corona

A cerveja mexicana, adquirida pela AB Inbev, está no mundo todo e vende algo em torno de 28.8 milhões de hectolitros em todo o mundo.

8. Yanjing

Produzida na China, a Yanjing tem a pilsen como carro chefe. A empresa faturou mais de 850 milhões de dólares este ano.

7. Harbin

Também adquirida pela AB Inbev, a Harbin se gaba de ser a cerveja mais antiga da China. Produziu em 2017 quase 30 milhões de hectolitros.

6. Heineken

A compra da Brasil Kirin ajudou abrir pontos de venda para a holandesa Heineken por aqui. E melhorar o consumo mundial que chegou a 34.3 milhões de hectolitros.

5. Skol

Também controlada pela AB InBev, a Skol é consumida somente no Brasil. Foram 35.1 milhões de hectolitros da cerveja em 2017.

4. Bud Light

É a lager mais vendida nos Estados Unidos, com uma produção estimada em 44.8 milhões de hectolitros no ano passado.

3. Tsingtao

A marca chinesa vendeu algo em torno de 49 milhões de hectolitros no ano passado.

2. Budweiser

É a segunda nos Estados Unidos, mas o consumo global compensa. Foram 49.2 milhões de hectolitros produzidos em 2017.

1. Snow

A Snow é uma cerveja chinesa, provavelmente desconhecida fora daquele país. Mas como o mercado chinês é gigantesco produziu 101.2 milhões de hectolitros em 2017 – mais que o dobro do segundo colocado.

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BRIGA DE CACHORRO GRANDE


Arquivo pessoal/Reprodução

O bilionário Elon Musk, CEO da Tesla, está numa briga com o Conselho Regulador da Tequila (CRT), com sede no México. O motivo é o registro de uma bebida. Musk solicitou ao Departamento de Marcas e Patentes dos Estados Unidos o registro de um destilado de ágave, ao qual deu o nome de “Teslaquila”. O CRT diz que o nome evoca a palavra tequila, que é protegida – inclusive nos Estados Unidos e que se Musk quiser tornar a marca e o produto viáveis deve se associar a um produtor autorizado, cumprir determinados padrões, e solicitar o registro da marca primeiramente no México.

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WHISKY NO MUSEU


Museu del Whisky/Divulgação

Para quem gosta de whisly e costuma viajar para a Argentina, uma dica: a cidade tem um museu exclusivo com a maior coleção privada do mundo. O espaço fica no bairro Belgrano é iniciativa de um colecionador local, Miguel Angel Reigosa. Ao longo de quinze anos ele reuniu mais de 600 rótulos de whisky. São preciosidades como o Royal Salute 50, uma edição especial comemorativa ao primeiro voo do Concorde e, cuja garrafa é avaliada em 195 mil reais. O museu tem quase 4.500 associados (fãs argentinos do whisky) e está a apenas 70 rótulos de alcançar a maior coleção do mundo: a do museu de Edimburgo (Escócia).

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GIM PRA QUE TE QUERO


Reprodução

Coluna mostrou no fim de outubro que o gim se tornou o queridinho dos brasileiros. O consumo vem aumentando consideravelmente nos últimos anos – apesar da crise – com inúmeros lançamentos nacionais e internacionais. Neste feriadão a Revista Isto É Dinheiro traz uma reportagem que confirma a tendência e mostra o movimento de algumas empresas do setor. O grupo francês Pernot Ricard (dono de marcas como Bacardi, Chivas e Absolut), por exemplo, deve inclusive exportar o gim Amázzoni, um gim nacional do qual comprou uma participação societária.

Jefferson Douglas da Silva
Jornalista com especialização em Gestão de Marcas, tem mais de 30 anos de experiência em telejornalismo, comunicação corporativa e governamental. Estuda o setor de bebidas desde 1995, tendo formação em coquetelaria (Senac), produção de cerveja artesanal (Escola Superior de Cerveja e Malte) e produção de gin (Inovbev/Esalq). É sommelier de cachaças (Inovbev/Esalq), sommelier de gins (Inovbev/Esalq) e vem se aperfeiçoando no setor de vinhos e espumantes (Enocultura/WSet). Desde 2018 escreve no Portal Making Of sobre ações de marketing do setor de bebidas, curiosidades do mercado (local, nacional e mundial) além de inovações e tendências na área de alcoholic beverages.
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