Semifinal garantida
O Figueirense venceu o time Sub-20 da Chapecoense por 2 a 0 e garantiu vaga na final da Copa Santa Catarina. Os dois gols foram marcados por Felipe Augusto, destaque absoluto da partida, com chutes de fora da área. O triunfo apagou a má impressão da derrota por 2 a 1 em Chapecó e manteve o time vivo na temporada.

A vitória marcou o primeiro resultado positivo do técnico Waguinho Dias no comando do Alvinegro. Agora, ele reencontrará o Marcílio Dias, equipe que ajudou a montar e conhece bem. A decisão será em dois jogos, sendo o primeiro no Scarpelli, domingo que vem, 15 horas, e o confronto final no Estádio Dr. Hercílio Luz, em Itajaí.
Protestos

Uma hora antes do jogo, torcedores realizaram protestos em frente ao Scarpelli, com faixas e gritos de “Fora Prisco” e “Fora Lages”, em crítica à gestão da SAF. O presidente da Associação, Tadeu Cruz, também foi alvo. Os torcedores exigem mudanças estatutárias para ampliar a participação dos sócios nas decisões do clube.
Anos de estagnação
Mesmo com a vaga e o alívio momentâneo, o cenário estrutural do Figueirense segue preocupante. O clube completa sete anos consecutivos na Série C e vê pouca perspectiva de mudança. A vitória serve como respiro, mas não apaga o sentimento de estagnação que domina o Scarpelli.
Triunfo que pouco muda
O Avaí venceu o Paysandu por 2 a 1, em Belém, num jogo que serviu mais como alento do que como reação real na Série B. Os gols de Jonathan Costa e Thayllon garantiram os três pontos, mas a equipe segue em 10º lugar, distante oito pontos do G-4. Foi uma atuação correta, sem brilho, de um time que parece apenas cumprir tabela.

Bergantin tenta se afirmar
Vinícius Bergantin chegou à segunda vitória no comando do Leão e tenta deixar boa impressão na reta final. O técnico sabe que o clube passará por eleições em novembro, mas demonstra vontade de permanecer para 2026. O próximo compromisso será na Ressacada, diante do Athletic, no sábado.
Passeando na Série B
Com 48 pontos, o Avaí parece se contentar com a permanência e vaga assegurada na Série B de 2026. Sem riscos e sem ambições, o time joga sem pressão, mas também sem propósito. O torcedor esperava mais de uma campanha que, ao fim, soa como um passeio morno por uma competição que já terminou para o Leão.
Tropeço que cobra caro

O Criciúma deixou escapar uma chance de ouro para se firmar no G-4 da Série B. Diante de mais de 13 mil torcedores no Heriberto Hülse, o Tigre fez uma das piores atuações recentes e perdeu por 2 a 1 para o Goiás. O revés, em casa, foi um golpe duro para o time, que caiu para a sexta colocação e agora precisa reagir longe de seus domínios para seguir sonhando com o acesso.
Decepção e alerta ligado
A queda de rendimento preocupa e acende o sinal vermelho. O Criciúma perdeu intensidade, com falhas defensivas e pouca criação ofensiva, e acabou superado por um adversário direto na briga pelo G-4. O torcedor, que fez sua parte, saiu frustrado. Restam quatro rodadas e a obrigação de pontuar fora de casa, começando pelo confronto em Araraquara, se o Tigre quiser manter viva a esperança do retorno à elite.
Superação que vale título
Mesmo sob ameaças de não entrar em campo por conta dos atrasos salariais, o Avaí/Kindermann mostrou sua força e conquistou o Campeonato Catarinense Feminino de 2025. O título veio em uma final dramática, decidida nos pênaltis por 4 a 2, após dois empates (1 a 1 em Criciúma e 0 a 0 em Caçador), no sábado, no Estádio Salézio Kindermann. Foi mais um capítulo de superação e entrega de um grupo acostumado a lutar dentro e fora de campo.

Tradição mantida
O Avaí/Kindermann chegou ao seu 16º título estadual nos últimos 18 anos, um domínio impressionante. Apenas em duas temporadas o campeonato não foi realizado, e em todas as outras o clube figurou entre os protagonistas. A força do projeto, mesmo enfrentando sérios problemas financeiros, reforça a tradição do futebol feminino de Caçador.
Mais que um título
A vitória em Caçador transcende o campo. Representa resistência, dignidade e amor ao futebol. Mesmo com os desafios extracampo, as jogadoras mostraram que a paixão pelo esporte é maior do que qualquer obstáculo. O Avaí/Kindermann segue como símbolo de superação no futebol feminino e exemplo para todo o esporte catarinense.
Bugre volta com força total
O Guarani de Palhoça está de volta à Série B do Catarinense com o título da Terceira Divisão. Mesmo perdendo por 1 a 0 para o Jaraguá neste domingo (26), no Renato Silveira, o Bugre levantou a taça graças à vitória por 2 a 0 no jogo de ida. O troféu marca o terceiro título estadual da história do clube, que já havia vencido a Série B em 2003 e 2012.

Campanha firme e coroada
A conquista simboliza a recuperação rápida de um time que havia sido rebaixado no ano passado. Com nove pontos em quatro jogos na primeira fase, 17 gols marcados e apenas nove sofridos, o Guarani mostrou solidez e equilíbrio. Destaques da campanha, Cadu e Gabriel Morais dividiram a artilharia com três gols cada, e o goleiro André foi o menos vazado da competição.
Calendário nacional garantido
O Blumenau vive um momento histórico. Ao eliminar o Tubarão nas quartas da Copa Santa Catarina, com vitórias por 1 a 0 e 3 a 1, o BEC conquistou vaga no Campeonato Brasileiro da Série D de 2026. É a confirmação de um novo tempo para o clube, que sairá da segunda divisão estadual para o cenário nacional no próximo ano.
Vitória com autoridade no SESI
Diante da torcida, o time comandado por Carlos Correa mostrou intensidade e equilíbrio. Vinícius Jaú, Welisson e Luketa marcaram os gols da vitória no estádio SESI, consolidando a classificação. Tinoco ainda descontou para o Tubarão nos acréscimos, mas o dia era do BEC, que celebra o feito com méritos.

Reconstrução coroada
O acesso ao calendário nacional coroa o trabalho de reconstrução do Blumenau, que volta a figurar entre os protagonistas do futebol catarinense. A conquista da vaga na Série D simboliza a força de um projeto que combina ambição e estabilidade, abrindo um novo capítulo para o clube e sua torcida.
Brasil volta a sorrir

O domingo foi histórico para o esporte brasileiro. João Fonseca, de apenas 19 anos, conquistou o ATP 500 de Basileia, na Suíça, ao derrotar o espanhol Alejandro Davidovich Fokina por 6/3 e 6/4. O feito é gigantesco: o carioca é o primeiro brasileiro a vencer um torneio acima do nível 250 desde Gustavo Kuerten, em 2001.
Novo ídolo para o país
Com talento, carisma e maturidade impressionante, Fonseca mostra que o Brasil tem novamente um nome para acreditar nas grandes quadras. A trajetória meteórica, do título do Next Gen ATP Finals em 2023 ao top 30 em 2025, emociona e inspira. “É uma loucura. Estou muito feliz e agradecido”, disse o jovem, emocionado, ao celebrar o maior título da carreira.









