Na última segunda-feira, 26, o vereador de Joinville, Adilson Girardi, do MDB, deu uma entrevista para o jornalista Marcos Pereira, da rádio Jovem Pan News Joinville.
Girardi também é suplente de deputado estadual e pode, em 2025, assumir a vaga na Alesc por quatro meses, entre 15 de julho e 15 de novembro.
Na eleição deste ano, ele e o deputado Fernando Krelling serão novamente os candidatos a deputado estadual do MDB em Joinville e o ex-deputado Rodrigo Coelho será lançado a deputado federal na região norte.
Quando perguntado sobre a escolha do prefeito Adriano Silva (Novo) para ser vice de Jorginho Mello (PL), o vereador Adilson Girardi disse que “deixando de lado todas essas questões partidárias, toda a história do MDB, eu vejo que foi uma grande escolha do governador Jorginho Mello ter indicado o prefeito Adriano porque o prefeito Adriano vem fazendo um grande trabalho”.
Ele entende que, se o prefeito de Joinville esperasse por mais 4 anos para ser candidato a governador pelo Novo, ele acabaria ficando dois anos sem mandato e, segundo Girardi, “na política, dois anos sem mandato, a pessoa desaparece do cenário”.
Sobre as candidaturas nas bases, ele acredita que o rompimento com Jorginho não deva afetar a disputa aos cargos na proporcional.
Ele entende também que o governador Jorginho Mello não tirou o MDB da sua base de apoio, mas somente da vaga na majoritária. “O vice é um dos componentes de todo o conjunto… e ainda, dentro do conjunto, existe a composição de apoio a eleição da Assembleia Legislativa e todos os espaços que serão ocupados num futuro governo”.
Ele falou também que “as coisas não mudam do dia para a noite em relação a apoio. Na minha avaliação, Jorginho Mello faz um excelente trabalho e não foi por causa dessa decisão que, no meu ponto de vista, vai mudar em relação ao trabalho que ele vem fazendo. Não dá pra gente desfazer e desdizer aquilo que a gente já disse em relação a apoio e em relação ao governador Jorginho Mello”.
Sobre a possibilidade de o MDB apoiar Lula (PT) em 2026, Girardi fala que conversou com Baleia Rossi, presidente nacional do MDB, e ouviu dele que apenas 20% do partido deva ficar com o petista na eleição nacional deste ano. Os demais devem mesmo compor com a candidatura de direita.









