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quarta-feira, 31 janeiro, 2024

Anúncios de mensagens geram mais resultados

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“Quem não é visto não é lembrado”. A máxima é para lá de válida quando o assunto é a presença de marcas em mídias digitais. Assim, do microempreendedor individual, passando por pequenas e médias empresas, até megacorporações, para todos esses grupos a realização de campanhas publicitárias e promocionais em redes sociais e aplicativos é imprescindível para a conquista de mercado.

Uma das ações mais comuns são os anúncios de mensagens, principalmente por aquelas plataformas mais populares, como WhatsApp, Instagram e Messenger do Facebook. Trata-se daqueles anúncios em que há um link que leva o usuário para o direct messenger (DM) do Instagram ou do Facebook, ou para o WhatsApp da empresa.

Mas, embora acessíveis e de simples operacionalização, a criação de campanhas e anúncios por essas mídias demanda certas estratégias, para que de fato comuniquem e gerem leads. Entre elas, é importante dispor de ferramentas de omnichannel, isto é, integrar todos os perfis de uma mesma empresa em uma única conta, assinalam especialistas.

“Os anúncios de mensagens dão visibilidade ao negócio, dão resultados. É uma forma de comunicar, colocar o negócio, a marca, a empresa, perto do cliente, e dos potenciais clientes; fornecer ao público informações sobre os seus produtos. É, enfim, importante para a geração de leads”, afirma a Head de Sucesso do Cliente Mariana Magre, da Poli, startup de automação e integração de canais digitais de atendimento.

A especialista menciona alguns benefícios, práticos. Por exemplo, o fato de que os anúncios de clique para o WhatsApp levam o cliente diretamente para a equipe de vendas da empresa, dinamizando esse processo. “Além de melhorar a experiência do cliente, aumenta também sua confiabilidade, mantém um relacionamento de longo prazo, gerando fidelidade e continuidade na prestação do serviço”, pontua Magre.

A especialista cita os mais recentes dados do “Panorama Mobile Time/Opinion Box – Mensageria no Brasil”, estudo sobre o mercado de conteúdos em dispositivos móveis, para ilustrar a importância dessas ferramentas. O levantamento mostra que o WhatsApp é utilizado por 99% dos usuários de celular no Brasil. E que 81% dos brasileiros entram em contato com marcas e empresas por meio do aplicativo. “Além de uma ferramenta presente em praticamente todos os smartphones em operação no país, é utilizado com grande frequência: 88% das pessoas usam o WhatsApp todos os dias”, acrescenta a executiva da Poli.

A startup é parceira oficial do grupo Meta, detentor, além do WhatsApp, de outras duas ferramentas massificadas: o Instagram e o Messenger do Facebook. O estudo “Panorama Mobile” aponta, por exemplo, o crescimento considerável do uso do Instagram. De 2019 a 2022, o percentual de brasileiros com conta na rede passou de 72% para 86%. O “Direct”, funcionalidade de troca de mensagens pelo Instagram, é a opção de 66% das pessoas na comunicação com marcas, e o Facebook Messenger, 52%.

Por isso, Mariana Magre alerta sobre a necessidade de centralizar e integrar os perfis em uma plataforma única, por meio de soluções omnichannel. “A comunicação centralizada facilita a vida do consumidor ou do potencial cliente, e da empresa. Evita ruídos, perdas de informações. Sabe aquela situação em que a pessoa chama pelo WhatsApp, mas o produto foi localizado via Instagram, e aí fica aquela comunicação cruzada, confusa, repetitiva? O omnichannel elimina essa experiência ruim”.

Indo para a criação e distribuição dos anúncios, planejar e estabelecer passos básicos são ações que contribuem para a efetividade da estratégia, pontua o relações públicas João Lucas Fernandes, especialista em homologações e anúncios da Poli. Ele explica que os próprios aplicativos (WhatsApp, Instagram, Facebook Messenger) dispõem da funcionalidade específica, de configuração e realização de campanhas. Entretanto, para além da operacionalização, é importante se dedicar a conceber os anúncios.

Neste sentido, estabelecer um objetivo da campanha – tornar a marca mais reconhecida, ou incentivar uma compra específica, por exemplo; definir o orçamento a ser aplicado; identificar o público potencial; e, ainda, criar um anúncio “do zero” ou promover alguma postagem já existente, com potencial de engajamento, estão entre os quesitos a serem observados. “Também é importante a criatividade do anúncio. Não é só o orçamento aplicado que garante aproveitamento. Não adianta definir público, estar com tudo bem estruturado, se não houver um anúncio interessante”, recomenda o relações públicas.

Recentemente, João Lucas Fernandes e Mariana Magre realizaram um webinar em que apresentaram um passo a passo para se criar e implementar uma estratégia de anúncio de mensagens, e tiraram dúvidas dos participantes.

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