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terça-feira, 30 janeiro, 2024

Estudo da Squid traça raio-x dos criadores de conteúdo

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Todos os dias somos inundados por informações sobre como a Creator Economy cresce cada vez mais e como o marketing de influência veio para ficar. De acordo com a Nielsen, o Brasil já possui mais de 500 mil criadores de conteúdo em todo país, por isso, a Squid – empresa de tecnologia líder em marketing de influência baseado em dados -, e que detém em sua plataforma mais de 200 mil influenciadores, lança o primeiro Censo dos Criadores de Conteúdo do Brasil (CCCB), um raio-x completo dos profissionais que trabalham com a produção de conteúdo em suas redes sociais.

Entre o total de influenciadores pesquisados, o estudo da Squid apontou que 74,7% dos influenciadores se declaram mulheres e 49% se autodeclaram brancas, sendo 61% moradores da região Sudeste do País. Já quanto à faixa etária, 21% dos influenciadores são bem jovens, entre 16 a 24 anos, enquanto os Millennials, de 30 a 39 anos, representam a maioria, com um total de 36%.

Uma das dúvidas que mais giram em torno do tema é quantos seguidores nas redes sociais uma pessoa precisa ter para ser considerada um criador de conteúdo? Segundo o levantamento da Squid, o Brasil é o país dos micro influenciadores. Do total analisado, 40% dos criadores possuem menos de 10 mil seguidores e 78% têm até 50 mil seguidores. E são esses perfis que possuem grande capacidade de capilarização da mensagem, mais engajamento e um contato mais próximo com a sua audiência.

O Instagram é onde 99% dos influenciadores possuem perfis ativos para a postagem de fotos e vídeos, sendo que 76% têm a plataforma como rede social principal e local de maior audiência.

Ganhando mais força no Brasil, o TikTok tem a presença de 73% dos criadores de conteúdo, entretanto mais de 80% da geração Z está presente na rede social. Ainda sobre a geração mais nova, 60% dos entrevistados afirmaram que sequer possuem cadastro no Facebook, rede social onde estão presentes 67% dos creators millennials e 76% dos representantes da geração X.

O estudo mostra que menos de 20% dos nano influenciadores (creators que possuem até 10 mil seguidores), já fizeram algum trabalho remunerado. Entre os micro influenciadores (creators que possuem entre 10 e 50 mil seguidores), 84% responderam que já fizeram permutas, parcerias ou divulgação de recebidos em suas redes sociais. Dos queridinhos das marcas, perfis com mais de 500 mil seguidores, 65% afirmam que já fizeram trabalhos monetizados.

Ainda segundo o levantamento realizado pela Squid, apenas 1,2% dos creators recebem mais de R$ 15 mil reais por mês com o marketing de influência. Também foi identificado que dois terços dos criadores não recebem nem um salário mínimo ao mês com criação de conteúdo, enquanto 2,3% dos respondentes afirmaram receber entre e R$ 7.000 e R$ 15.000 mensais na profissão.

Muito além dos valores recebidos, o estudo aponta que 80% dos influenciadores afirmam que o fator mais importante na decisão de fazer publicidade para as marcas é se eles gostam ou não do produto ou serviço oferecido. Já o que faz com que rejeitem e não queiram se associar a uma marca, 64% dos respondentes afirmaram ser o fato das mesmas não estarem alinhadas com seus valores pessoais ou estarem envolvidas em escândalos como casos de desastres ambientais, homofobia e racismo.

Entre as top brands mais admiradas pelos entrevistados estão Nike, Apple e Adidas. Já quando perguntados para quais marcas gostariam de trabalhar, os criadores responderam Nike, Adidas, Salon Line e Shein.

Clique aqui para ter acesso ao estudo completo.

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