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quarta-feira, 7 fevereiro, 2024

Jorginho Mello juntou velhos amigos num mesmo grupo em Blumenau

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Lá em 2005, no início da sua administração, o prefeito João Paulo Kleinubing colocou Mário Hildebrandt como secretário municipal de Assistência Social, onde permaneceu até o fim de 2008.

Já no segundo mandato de Kleinubing, Mário se elegeu vereador e fez parte da base do governo do prefeito. Nessa mesma gestão, o diretor da Secretaria de Obras do município era o atual presidente da Câmara de Vereadores, Almir Vieira (PP), que até hoje tem fortes ligações com Kleinubing.

Agora, entre tapas e beijos, Mário e Kleinubing se reencontram para possivelmente formarem, mais uma vez, uma dobradinha na disputa a cadeira de prefeito de Blumenau.

Depois da ida de Hildebrandt para o PL, o nome de Kleinubing ressurge como uma alternativa mais viável para o partido na disputa de 2024. Mário não pode se reeleger e precisava de um lugar para se acomodar a partir de 2025.

Esse lugar deve ser o Governo do Estado, que dará visibilidade para que ele dispute uma cadeira na Assembleia Legislativa em 2026.

João Paulo sempre disse que só seria candidato a prefeito em Blumenau se tivesse um grupo forte de apoio e parece que deve conseguir isso com a ajuda de Jorginho Mello e de Mário Hildebrandt.

Com todas essas decisões, faltou resolver o caso da vice-prefeita Maria Regina Soar, que hoje está no PSDB. Tudo indica que ela seguirá também para o PL, mas terá que abrir mão da sua pré-candidatura, que hoje já é vista como morta.

Nessa engenharia política, Mário Hildebrandt poderá indicar o vice do candidato do PL, que pode vir dos aliados PSDB, do PP, do Podemos ou até do MDB, que diz querer lançar o deputado estadual Egídio Ferrari como candidato a prefeito, mas no fim pode aceitar a vaga de vice para continuar na coligação.

OS ADVERSÁRIOS

Se Kleinubing vier, pode ter como adversário mais forte o ex-promotor Odair Tramontin, do Novo, que deve ter ao apoio do PSD do deputado federal Ismael dos Santos e do deputado estadual Napoleão Bernardes.

Vai correr por fora o PT, que deve lançar a deputada federal Ana Paula Lima, mas sem a garantia do apoio de todos os partidos de esquerda da cidade.

Além desses, o União Brasil ensaia uma pré-candidatura do deputado estadual Marcos da Rosa, mas no fim, pela proximidade que tem com Ismael, deve se juntar ao grupo de Tramontin para garantir o total apoio da igreja Assembleia de Deus para levar o candidato do Novo ao segundo turno.

Março e abril são meses decisivos para sabermos se tudo isso vai realmente acontecer. Uns vão trocar de partido e outros terão que sair dos cargos que ocupam e isso dará uma ideia mais clara de o que deve ocorrer em Blumenau e nas principais cidades de Santa Catarina.

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Sergio de Oliveira
Jornalista formado pela UniSociesc tem graduação também em Gestão Comercial pela Uniasselvi. Foi dirigente e consultor nas Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDL) de Blumenau e Gaspar. Tem experiência em comunicação governamental, com passagem por órgãos públicos de Blumenau. Atua na área de comunicação desde 1993 com passagens por veículos como Rádio Atlântida FM, Rede TV Sul, Rádio Blumenau e Jornal O Município. Já foi produtor, editor e colunista, além de empreender na área de jornalismo digital. Há 14 anos estuda e escreve sobre o cenário político de Santa Catarina, procurando apresentar informações que orientem e ampliem a visão do leitor/internauta. Contato: sergio.redacao@gmail.com
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