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Menina impedida de abortar após estupro voltará a morar com mãe

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A Justiça de Santa Catarina determinou na manhã de hoje, 21, que a menina de 11 anos mantida em um abrigo para evitar que fizesse aborto autorizado volte a morar com a mãe.

A informação foi confirmada pela advogada da família, Daniela Felix, no início desta tarde, durante o Jornal do Almoço, da NSC TV. A defensora, porém, não deu detalhes sobre qual será a decisão da família em relação ao aborto.

O caso ganhou repercussão ontem, 20, após reportagem dos sites Portal Catarinas e The Intercept ontem, 20. Veja aqui.

Vítima de estupro no começo do ano, a menina descobriu estar com 22 semanas de gravidez ao ser encaminhada a um hospital de Florianópolis, onde teve o procedimento negado. O hospital informou que pelas normas da unidade o procedimento só poderia ser feito até a 20ª semana de gestação e exigiu uma autorização judicial.

A juíza Joana Ribeiro Zimmer encaminhou a menina a um abrigo para evitar que faça o aborto. Em audiência, Zimmer afirma que o aborto após esse prazo “seria uma autorização para homicídio”. Perguntou, ainda, se a garota poderia “esperar um pouquinho” para que o bebê pudesse nascer e ser adotado por outra família.

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) divulgou uma nota informando que instaurou pedido de análise da conduta da juíza.

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