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Um narrador competente, por favor

Fotos: Reprodução

O campeonato brasileiro de futebol vai chegando ao fim com muitos mais acertos do que erros, comprovando que a fórmula de pontos corridos pode ser emocionante. Há disputas nas duas pontas, de cima, pelo título e embaixo para evitar o rebaixamento.

Para quem acompanha os jogos pela TV, no entanto, o sucesso não é o mesmo. Faltam comentaristas com credibilidade e narradores eficientes.

O vácuo deixado por Galvão Bueno, apesar da sua última fase opinativa, ainda não foi preenchido. Luís Roberto é um regra três, mais para stand by do que titular. E na escolinha que seria a SporTV não tem quem possa ser promovido. Há anos o mais escalado é Luiz Carlos Jr, cheio de cacoetes e firulas, já caracterizado como uma voz de tv fechada.

Na equipe que chegou como uma boa promessa, Gustavo Villani, se perdeu no caminho, provavelmente ficou em segundo plano após ter reclamado por não ir à Copa do Qatar. Consta que a indicação dele foi do próprio Galvão.

Já Cleber Machado, ignorado na saída de Galvão, deixou a emissora sem ter direito  a ser número 1. Provavelmente um grande erro.

O ano vai virando e não haverá novidades na área.

O mesmo é a expectativa local, pois em janeiro, com o campeonato catarinense começando, tudo indica que continuaremos sofrendo com o narrador hashtag – aquele que em dois ou três lances, chama a participação do telespectador. Chatíssimo.

 

Fora do ar

A Rádio Guarujá, uma das mais tradicionais de Santa Catarina, ficará fora do ar a partir do dia 31 de dezembro. Segundo comunicado, estará “revendo a parte técnica para voltar a operar em FM”. Enquanto isso, irá reproduzir a programação nacional da Bandeirantes, mantendo a operação dos breaks comerciais locais.

Informações de bastidores, no entanto dizem que a situação é preocupante: o encerramento da programação em AM estaria ligada a venda do terreno onde estava a situada a torre às margens da via expressa.

Para operar em FM, a Guarujá precisaria ter o canal liberado pelo Ministério das Comunicações, com a liquidação de eventuais débitos fiscais. Além de obviamente adquirir os equipamentos necessários.

Foto: Divulgação

 

 

Cadeiras

O Site nacional “Bastidores da TV” tenta antecipar uma dança de cadeiras que a Globo deverá realizar no ano que vem. César Tralli, hoje no Jornal Hoje e no Jornal das Seis na GloboNews, será preparado para substituir William Bonner no Jornal Nacional.

Poliana Abritta deixa o Fantástico e vai se esconder no GNT. Para o lugar dela, aos domingos, iria Andréia Sadi. Talvez aí esteja a mexida mais polêmica, pois apresentar o Fantástico é ser promovida ao nada. Andrea, até o momento, é uma âncora de noticiosos bem eficiente e repórter com acesso a muitas fontes políticas, atividade que deixaria de exercer.

César Tralli (Foto: Reprodução/Globo)

 

Pets e a praia

O portal da NSC publicou uma matéria muito bem elaborada por terceiros  que começa assim: “com a chegada do calor, a praia pode ser um local maravilhoso para os tutores aproveitarem momentos de diversão e relaxamento com seus cachorros.”

E segue relacionando 12 itens para os donos observarem sobre seus pets na praia, entre eles enxaguar o cãozinho depois do banho de mar.

Só que o editor da matéria não se deu conta: por lei, é proibido cachorros na praia em Florianópolis.

Foto: Reprodução

 

O X da questão

Elon Musk (Foto: Reprodução/Internet)

O bilionário Elon Musk esbravejou, mas não adiantou. Grandes empresas como a Disney, IBM e Apple deixaram de nunciar no X, ex-twitter, depois que ele fez postagens antissemitas.

Afetado comercialmente, Musk está tentando atrair pequenos e médios anunciantes em uma tentativa de não quebrar.

 

Emoção

O multi-campeão Roger Federer sempre se caracterizou pela frieza e precisão nas quadras de tênis, como um relógio suiço, sua terra natal. Com 103 troféus na bagagem, tem seu lado emocional muito bem guardado.

Menos, quando é chamado ao palco e ao lado do tenor Andrea Bocelli ouve um canto em sua homenagem.

Mas, quem não se emocionaria?

 

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