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terça-feira, 30 janeiro, 2024

O começo da despedida de Moacir Pereira

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Aos 78 anos de idade e 60 de profissão, o jornalista Moacir Pereira anunciou na semana passada que vai reduzir as atividades diárias no Grupo ND.  No jornal, ele fará a nota principal da coluna; as demais serão completadas por Paulo Rolemberg, vindo das assessorias de imprensa de várias entidades.

Na TV, segundo disse no Balanço Geral, Moacir irá participar apenas eventualmente. Enquanto isso, vai se dedicar a escrever um livro sobre o fundador do grupo RIC, Mário Petrelli.

A semiaposentadoria de Moacir sinaliza que vai chegando ao fim uma das carreiras mais significativas no comentário político de Santa Catarina, com passagens pelos jornais O Estado, Jornal de Santa Catarina e Diário Catarinense, antes do ND onde está desde 2020.

Antes da internet, a caneta de Moacir tinha enorme peso na vida política do Estado, e nada era validado no noticiário sem que passasse por ele.  Para começar, tinha o hábito de comparecer a todos os eventos significativos sempre munido de seu bloco de notas.

 

Outras atividades

Moacir também teve destacada participação na fundação do curso de jornalismo da Universidade Federal, onde foi professor. E no Sindicato dos Jornalistas e Associação Catarinense de Imprensa, onde foi presidente. Também é aposentado do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas de Santa Catarina.

Nos últimos anos, contrastando com sua longa carreira de testemunha da vida política, Moacir adotou linha editorial alinhada ao governo que deixou o País recentemente, que investiu em medicamentos não aprovados para a Covid-19 e questionou a eficácia da vacina.

Deixando essa fase polêmica, a carreira de Moacir foi exemplo de persistência rumo as notícias mais importantes para seus leitores.

 

Enfim, repórteres

Foto: Reprodução/Instagram

Para alívio dos expectadores, os canais de TV investiram em novos repórteres tanto na capital quando nas demais cidades do Estado.  São caras novas, sem vícios de linguagem capazes de dizer o texto sem muletas como “né?” e outras deficiências de formação.

Todos os canais têm destaque nessa linha, como Mariana Passuelo na NSC TV.

 

Momento

Reprodução de texto de José Armando Vanucci, no site No Play News:

“A televisão brasileira não atravessa o melhor dos momentos. Com verbas publicitárias menores e distribuídas também para as redes sociais, plataformas digitais e outros produtos da internet, as emissoras de TV aberta começaram a sentir os efeitos dos poucos investimentos e de um novo jeito do brasileiro consumir audiovisual. Os executivos e responsáveis pelas estratégias de grade assistem a um avanço cada vez maior das plataformas digitais, que já chegam a atingir 20% de share em vários momentos do dia, e uma cobrança maior de quem ainda gosta de assistir aos programas da TV por novidades. A sensação que o telespectador tem é que os profissionais da TV estão com os braços cruzados.”

 

Volta, Galvão

Ao que parece Galvão Bueno vai assinar contrato para narrar para a Globo os jogos Olímpicos de Paris. Será um contrato de 400 mil reais, bem distantes dos 5 milhões mensais que recebia quando contratado. A condição para voltar: o narrador não abre mão de atualizar seu canal no YouTube que tem 1 milhão de assinantes.

Por trás dessa negociação, está uma constatação que Galvão ficou sem substituto na Globo, onde Luís Roberto não entusiasma e recentemente foi criticado na internet por narrar mal um jogo da seleção feminina de futebol.

 

Desserviço

Foto: Thais Magalhães/CBF

Por faltar em futebol feminino, a técnica sueca da seleção, Pia Sundhage, prestou um desserviço ao não classificar a seleção na Copa da Austrália. A pergunta que fica é porque ninguém na CBF e mesmo na mídia não viu durante a preparação  que não iriamos chegar a lugar nenhum.

 

Homenagens

Miguel Livramento recebeu lindas homenagens da cidade (foto), do Avaí e das pessoas. Fica mais difícil entender como um profissional com tanto prestígio estava fora do ar no rádio da capital.

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Claiton Selistre
Publisher, colunista e owner do Portal Making Of, é jornalista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Foi diretor de Jornalismo por 25 anos da RBS TV, TVCom e Rádio CBN/Diário, além de coordenador do comitê editorial da RBS em Santa Catarina. Antes atuou na Rádio e TV Gaúcha do grupo RBS e em redações de jornal, rádio e tv do grupo Caldas Jr. em Porto Alegre. Foi também repórter da na Sucursal do Jornal do Brasil. Planejou e Coordenou coberturas multimídia nas Copas do Mundo de Futebol na Alemanha, Argentina, Espanha, México, Itália, Estados Unidos, França e Japão/Coréia. Dirige a Making of há 12 anos.
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