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sexta-feira, 2 fevereiro, 2024

Livro, dividas, finalista e não se perde gols assim

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1 – Hoje a noite no Faial

Na foto: Ronaldo, Rogério, Isaac, Deodato, Zilton e Joceli. Agachados: Rogério II, Caetano, Ito, Cavallazzi e Carlinhos. Quer dizer, não a ilha, o prédio ou a cidade do Arquipélago dos Açores, mas no hotel da rua Felipe Schmidt, a noite em que Adalberto Kluse, Felipe Matos e Spyros Diamantaras irão apresentar o livro: “Cavallazzi – o Garoto de Ouro”, da editora Dois por Quatro. A semana passada lembrei de como nos reuníamos para vê-lo jogar.

 

2 – Cia da turma

Nos anos 60 esperava pelo Xandoca, Batista e Zé Bias na esquina das ruas Saldanha Marinho e Anita Garibaldi e quando a “caterva” estava reunida, rumávamos para a casa do Tullo, irmão do Milton para aguardar a turma na rua Souza França: Paladino; Beto Bandeira; Amauri Malhado; Polli; China; Beto Vaz e por ultimo o Gega, amigo do Valoca, zelador do Campo da Liga que nos abria portão da casa e entravamos no Estádio Adolfo Konder. Sentávamos juntos, torcedores de todas as cores, comandados pelo “maestro” Tullo, torcíamos pelo Milton Cavallazzi. Uma pena que durou um ano, pois foi jogar no Olímpico com o Carlos Roberto, para ajudar o Avaí e Zé Amorim pagarem as dividas que contraíram na praça.

 

3 – O Novo selecionador da CBF

Não entendo que em uma península de onde saiu a arte mais bela da Europa durante 2.000 anos produza um futebol tão aborrecido. Sempre pensei que o caos italiano fosse o motor de sua criatividade. Mas Ancelotti nos demonstra em cada escalação do Real Madrid que pensa o futebol como uma cidade suíça. Cada decisão que toma é puro pragmatismo. Ele conhece como poucos a fórmula do êxito. Mas como espectador mendigo por uma “jogadinha’ que me levante da cadeira, como diria Eduardo Galeano.

 

4 – Carlo Ancelotti

É um autêntico treinador italiano. Uma máquina de ganhar. O treinador com mais vitorias na historia das Champions… Mas eu prefiro o rock and roll de Carlos Queiroz ou um centro de campo com Guti-Beckham e Roberto Carlos acampado junto ao corner. Era um time festivo, mas creio que Carlo não deixa entrar as câmaras no vestiário porque tem uma foto da equipe de Queiroz com o seguinte lema: “No é liberdade, é libertinagem”.

Se quiseres levantar da cadeira, quando Carlo estiver com a seleção brasileiro, pense no Tite.

 

5 – O jogo estava 2 a 2 no Rio e 1 a 0 no Beira rio

E o treinador mete um monte de gente para defender, termina com um empate. Na volta, no Beira Rio o jogo esta 1 a 0, classificado para a final e o Valencia na primeira cara a cara com o goleiro, demora o zagueiro vem e lhe rouba a bola, na sequência levantam a pelota para dentro da área Valencia vai de cabeça e joga pra fora e por ultimo novamente cara a cara com o goleiro chuta para fora. Não demorou muito Kennedy cara a cara com o goleiro, tira de lado e mete para o gol.

 

6 – Pânico no Beira Rio e Abel

Pânico no Beira rio que festejava uma vitorias. Cano aparece e põe 2 a 1, vitória, classificação e a espera, hoje a noite, do adversário que sai entre Palmeiras x Boca. Abel Ferreira tem 33 jogadores, poupou todos contra o Bragantino, perdeu por 2 a 1 e tem que vencer para justificar a especulação, a presunção de que sem jogar o time ficará melhor para enfrentara o Boca.

 

7 – Obrigação

Li no texto do meu amigo Fabio Machado de que antes do jogo contra o Sport Recife o Avaí tinha a obrigação de vencer. E eu que pensei que os times de futebol entram em campo com a obrigação de perderem. O futebol mudou e os treinadores não sabem atacar. Obrigação?

 

8 – Betão foi embora

E li: O ídolo do o Avaí. Ídolo do Avaí é o Marquinhos Santos, criado e ainda tentando ajudar o time que ele defendeu, jogou e torce, mas há aqueles que acreditam que sentando na arquibancada sabem tudo, que são mais avaianos de quem meteu o pé, fez gols, arrumou dinheiro para o clube. O gente ingrata.

 

9 – Lage e o Botafogo

Nunca vi jogador se reunir e publicamente pedir a Said do treinador porque não escalou o Tiquinho desde o inicio. Quem jogou naquela noite e perdeu dois gols foi Diego Costa que como Tiquinho foram revelados no futebol de Portugal, porque quando saíram daqui ninguém os conhecia. Mas agora tem cronista torcedor que sabe tudo, Pois esse Tiquinho jogou 12 partidas e não fez nenhum gol, botaram a culpa no treinador, ele entrou fez um gol e continuaram botando a culpa no treinador.  Como tem entendido em futebol no Brasil, sabem tudo.

 

10 – Divida e a transparência

Sem calendário, sem formação de juvenis, com publico no estádio que não paga luz, água e impostos o Figueirense vive na amargura. Deve três meses de salário, como todos os clubes de futebol no Brasil, mas o Figueirense não tem como adiantar recursos da Liga Brasil, como fez o Avaí na semana passada. Assim se expõe e vira tema de chacotas.

 

11 – Hoje tem jogo

Pela Série B em Chapecó, Chapecoense x ABC às 19h15; amanhã Atlético/GO x Itu e CRB x Ceará, ambos as 21h30 e sábado às 17h Botafogo RP x Avaí e no domingo Criciúma x Vitoria, às 18h no Estádio Heriberto Hülse.

 

12 – Cancha de Vôlei e Beach Tênis


Renan Dalzotto comprou uma casa no Jurere In quando ninguém morava lá. Só especulavam, construíam para alugar à argentinos e paulistas. Morando na praia e gostando de vôlei, Renan limpou a área, tirou a sujeira e construiu uma cancha de vôlei. Veio a moda do tênis de praia e surgiu outra cancha. Mas sempre aparece um invejoso que entra na justiça para fechar uma área de lazer. Não entendo, porque se irão aumentar a faixa de areia da praia em 20 metros, estas duas canchas não irão fazer falta? É como cortar as orelhas dos cachorros dizem que é mutilar, castrar não é. Na favela do Siri ninguém mexe e são mexe numa praia urbanizada. Ele querem o caos.

 

FIM

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Paulo Brito
Paulo Brito nasceu em Florianópolis, graduou-se em jornalismo na PUC RS em 1972, mas desde 1971 exerce o ofício de comentarista esportivo, tendo trabalhado em jornais, rádios e televisões nas praças de POA, SP, BCN e FLN. Foi professor do IEE: - Instituto Estadual de Educação e no Colégio Catarinense, profissão que o levou a UFSC: - Universidade Federal de Santa Catarina onde permaneceu até 1998. Foi membro da Comissão que criou o Curso de Jornalismo na Federal de SC.
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