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Minha avó é uma bicicleta

Foto: Reprodução/NSC TV

1 – Minha avó é uma bicicleta

Este é o primeiro lance que os dirigentes e executivo do Avaí reclamam, dizendo que o gol não deveria ser anulado. O auxiliar do jogo Joinville 1 x 1 Avaí, Eder Alexandre comunica a irregularidade ao árbitro Gustavo Bauermann, continua correndo e quando para, levanta a “bandeirinha” para que todos no estádio vejam que ocorreu uma irregularidade. O “frame” não mente e o Garcez está impedido.

 

 

2 – Minha avó continua sendo uma bicicleta

Foto: Reprodução/NSC TV

Com o perdão do Miguel Livramento, observe o segundo “flame” de imagem retirada da gravação de um vídeo da televisão, que mostrou o jogo. É o Garcez que, no “quadro” anterior, em impedimento domina e toca para Gava, atrás da linha da bola. O lance na origem é ilegal. A sequência está anulada: a regra é clara, pois o bandeirinha avisou ao árbitro. Ah, mas ele demorou. Quer dizer que só tem “delay” na televisão e na radio? Os avaianos não querem ver, só enxergam o segundo lance.

 

3 – Impedido

Notaram que pelo VAR vale apontar impedimento se o jogador estiver com um dedo, corpo ou ombro na frente do defensor? Mas para marcar pênalti não vale. Se o atacante sofrer a falta antes da risca da grande área e se traçar uma linha igual ao do impedimento mostrando que o dedo, corpo ou ombro estiver dentro da área, não é pênalti, o que vale é o pé do atacante. Mas impedimento vale. Como?

 

4 – Bandeiras e fumaça

A bandeirinha que o auxiliar de arbitragem carrega é um dos instrumentos mais antigos de comunicação no mundo e o mais lento. Assim como os sinais de fumaça. O Vaticano ainda usa fumaça para divulgar que foi eleito um novo papa? A comunicação hoje em dia mais rápida, feita pelo interfone para o árbitro que interrompe a jogada, mas o auxiliar levanta a bandeirinha para que no estádio saibam que ocorreu uma irregularidade.

 

5 – VAR e Joinville

Foto: Agência de Notícias Mix Mídia

E chamam o estádio de Arena sem cadeiras, sem condições para se usar um VAR, onde tratam os contrário como inimigos e agem como “varzeanos” sem regras, regulamentos ou educação. O Tribunal de Justiça Esportiva tem que punir, senão eles acabam com o futebol ao vivo.

 

6 – Lava roupa

Os dirigentes do futebol em Santa Catarina aprovaram um regulamento, e depois querem rasgar o que assinaram. Eles têm um fórum para discutir, protestar e reclamarem mas usam a crônica esportivas e redes sociais para colocarem dúvidas no que eles mesmo aprovaram.

 

7 – Estádios de SC

Nenhum deles está aparelhado para atender e fazer funcionar as novas tecnologias nesta era digital. O implante de gramado segue ruim, não fazem manutenção, se gabam de estar na Série A mas jogam em um estádio sem cadeiras, os vestiários dos árbitros e visitantes são acanhados, os torcedores visitantes pagam ingressos e assistem aos jogos nos piores lugares, os banheiros “deus-me-livre” e o sistema elétrico não sofre uma revisão há muito tempo.

 

8 – E reclamam

Da grama alta, da grama sintética, da falta de VAR, dos árbitros e auxiliares, mas dos jogadores que perdem gols feitos passam a mão na cabeça. Reclamam desvalorizando o próprio negócio, desconhecendo que vivem das apostas  que eles mesmos consideram manipuladas.

 

9 – Torcida do Hercílio

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Tentou boicotar o VAR no estádio Dr. Aníbal Costa, agiu como de fosse um jogo de várzea e o último do Hercílio Luz no campeonato. Não pensou nas consequências que pode impedir o clube de jogar no seu estádio, caso passe pelo Criciúma. São os que jogam a toalha antes de começar a luta.

 

10 – Time cascudo

Foto: Patrick Floriani/FFC

Aquele time do Figueirense que a torcida não acredita, vive pedindo reforços e esquecem que esses jogadores trouxeram o clube até as quartas de final. Neste domingo ganhando do Barra por 3 a 0, o treinador pessimista fez entrar dois jogadores contratados e o que aconteceu? O Barra com um a menos dominou o final do jogo e diminuiu o placar para 3 a 1, quase fez 3 a 2. Camilo e Jefinho deviam ficar treinando para o brasileiro e deixar os “cascudos” tentarem ser campeões do estado.

 

11 – Pasto do Bode

Quando o John Textor, dono do Botafogo chamou os gramados naturais de “campos de bezerros”, lembrei do Pasto do Bode. Os argentinos chamam os campos ruim de “potreiros”, lugar de cavalos e vacas. Os jogadores reclamam da grama artificial de ouvirem dizer. Quantos jogadores se machucam jogando na Europa onde usam gramados mistos? As lesões musculares ocorrem em qualquer piso, até em treinamentos.

 

12 – Jogos de Volta

Foto: Lucas Gabriel Cardoso/BFC

A FCF confirmou na noite de domingo (10) os dias e horários dos jogos de volta das quartas de final do Estadual 2024 assim: na sexta-feira, dia 15, às 20 horas, no Estádio Orlando Scarpelli jogam: Figueirense x Barra; no sábado, dia 16, às 16h30, Avaí x Joinville na Ressacada; no domingo, dia 17, às 18h Marcilio Dias x Brusque no estádio Dr. Hercílio Luz e às 18h30 Criciúma x Hercílio Luz no estádio Heriberto Hulse.

 

 

FIM

Os colunistas são responsáveis por seu conteúdo e o texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal Making of.

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