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O gosto pessoal no vídeo pode atrapalhar a mensagem

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O gosto pessoal no vídeo pode atrapalhar a mensagem

O que está errado se a moça pinta as unhas com esmalte vistoso, usa calça rasgada, brincos de argola, colar e braceletes? Nada, se ela estivesse indo a uma festa ou cinema. Só que ela está assim na frente de uma câmera de TV.

Ao que se saiba, um dos pilares da comunicação, ainda não revogado, diz apresentar é chamar a atenção para a notícia e não para si. Penduricalhos em excesso, por mais bonitos que seja, são uma distração.

A mesma coisa vale para desleixo com as roupas, homens com barba por fazer, camisa amassada. E para textos rebuscados, cheio de voltas e abobrinhas. Estar na moda não significa estar bem no vídeo.

E por que isso acontece? Em primeiro lugar porque não tem ninguém prestando atenção na redação. E provavelmente por uma falha no aprendizado. O visual pode ser simples – mas elegante – e o mais importante de tudo é a mensagem.

 

Voz

Pode ser que os mais antigos lembrem de um antigo comercial de shampoo que massacrava os ouvidos na década de 1970. A moça dizia: “Hey, hey, lembram da minha voz? Continua a mesma, mas os meus cabelos…. quanta diferença!”

Às vezes, na TV, certas vozinhas lembram esse comercial.

 

Censura

Aqueles que defendem a censura de maneira indireta, ao apoiar personagens que querem regular a mídia, estão em modo mute com o que está acontecendo na Rússia. A pressão é total e leva a mídia tradicional e isenta, como a BBC, a retirar seus profissionais de lá, já que não há mais garantias de trabalho. O governo estabeleceu que fake news dá cadeia, só que dizer que a invasão à Ucrânia é guerra, é considerada notícia falsa. Oficialmente é “operação militar especial”.

Para driblar as dificuldades, a poderosa rádio britânica está gerando quatro horas diárias de informações em ondas curtas de rádio, como era feito na segunda guerra mundial. Os censores não têm como neutralizar o serviço. As ondas curtas se propagam melhor à noite, pois as ondas rebatem na atmosfera mais densa e vão bem mais longe do que as ondas médias.

As grandes rádios brasileiras dos anos 50 e 60, como a Nacional, conquistavam o Brasil desta forma, na era muito antes da internet. 

 

Resistência


Reprodução

Há jornalistas que resistem e não se submetem, tentando driblar a censura. Entre eles está Clarissa Ward, repórter da CNN, substituta da lenda Cristiane Amanpour. Experiente no país do Leste Europeu, onde já havia sido correspondente, com 42 anos de idade, casada, dois filhos, Ward mantém a frieza ao informar usando colete à prova de balas e capacete, seja no top de um hotel ou nas ruas da Ucrânia.

Outros jornalistas também chamam a atenção, como Gabriel Chaim, que ontem fez um passeio com câmera em Lviv. Ele é independente e tem mostrado suas reportagens na Globo. É o único brasileiro no teatro da guerra.


Reprodução
 

Solidariedade

O mundo está solidário com os ucranianos. De todas as partes surgem demonstrações comoventes. Uma delas, muito inteligente: pessoas continuam reservando acomodações na Ucrânia pelo AirBnb – só nos dias 2 e 3 novembro, foram 61 mil noites. Não há pensamento de usá-las, mas o dinheiro que é recebido lá serve de apoio para vítimas da guerra.

  

Álbum

Textos e fotos com histórias de Jornalismo.


ARQUIVO PESSOAL

Esta foto é do arquivo do grande JB Telles, tirada nos bastidores do estádio do Dodgers, em Pasadena, Califórnia, onde se apresentaram os três tenores: Plácido Domingo, José Carreras e Luciano Pavarotti. Fazia parte da programação do Copa do Mundo de Futebol. À esquerda do Telles, o colunista Paulo Santana, do outro lado o então presidente da RBS, Nelson Sirotsky, e à direita Iara Ranzolin, esposa de Armindo Antônio, o maior narrador gaúcho de todos os tempos.

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