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Indicação de Dilma Rousseff como “Mulher Economista de 2023” gera polêmica

Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

A recente indicação de Dilma Rousseff como Mulher Economista de 2023 tem gerado intensa polêmica entre os diversos setores políticos do Brasil. Enquanto a esquerda celebra a escolha, a direita manifesta repúdio, destacando a persistência da polarização política que há anos permeia as discussões no país.

Dilma Rousseff, primeira mulher eleita presidente do Brasil e atual presidente do Banco do Brics, recebeu a honraria do Sistema Cofecon/Corecons, composto pelo Conselho Federal de Economia e pelos Conselhos Regionais de Economia. A decisão foi tomada durante a 729ª Plenária Ordinária do Cofecon, realizada no último sábado, 9.

A premiação reconhece a significativa contribuição de Dilma para o desenvolvimento econômico e social do país ao longo de sua carreira. O Brics, bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, também destaca a importância de reconhecer e valorizar mulheres que desempenham papéis relevantes na promoção do desenvolvimento com responsabilidade social.

Em nota, o conselho afirmou: “A escolha de Dilma Rousseff como a Mulher Economista de 2023 reflete o reconhecimento do seu legado e expertise no campo econômico, bem como seu papel fundamental na formulação e implementação de políticas que moldaram a trajetória econômica do Brasil.”

Contudo, a indicação não passou despercebida pela parcela da população brasileira que, segundo relatos, sequer tomou conhecimento do fato. Os comentários feitos em grupos demonstram divisões profundas, onde alguns destacam a importância histórica de Dilma, enquanto outros ressaltam os desacertos de sua gestão na condução da política econômica.

A premiação de Dilma Rousseff como Mulher Economista de 2023 será entregue durante a solenidade de posse da nova diretoria do Cofecon, em data ainda não confirmada. Enquanto a esquerda aplaude a escolha, a direita e outros setores mais moderados expressam preocupações sobre a possível influência política na decisão, enfatizando a necessidade de avaliação técnica e imparcial nessas nomeações.

Ao longo dos anos, outras mulheres economistas foram reconhecidas, incluindo Tania Bacelar em 2022, Esther Dweck em 2021 e Denise Lobato Gentil em 2020, contribuindo para a diversidade de vozes e perspectivas no cenário econômico brasileiro.

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