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quinta-feira, 26 maio, 2022

O MELHOR DO MUNDO

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O MELHOR DO MUNDO
Buffalo Trace Distillery/Divulgação

Um bourbon produzido no estado de Kentucky foi considerado o melhor do mundo pelo World Whisky of the Year.

A escolha está sendo publicada na Whiskey Bible, que está na 15ª edição. O guia avalia e classifica mais de 4.600 uísques em todo o mundo (japoneses, bourbons, tenessee, irish, scotch, entre outros) e a pesquisa e avaliação é comandada pelo londrino Jim Murray, um renomado crítico de uísques. O William Larue Weller (foto) é produzido pela Buffalo Trace Distillery, usa malte de trigo na composição e leva o nome de um dos pioneiros do uísque de Kentucky.

O lote em questão foi destilado em 2005 e lançado no ano passado. Nas palavras de Murray, a bebida “é suave e macia, com sabores sutis de caramelo, marshmallows e baunilha”. A garrafa custa, em média, US$ 1.600. Glen Grant 18, um uísque escocês, foi o vice-campeão deste ano. E o Thomas Handy Sazerac Straight Rye, outro uísque da Buffalo Trace Distillery foi eleito o terceiro melhor do ranking.

Nota: A propósito das grafias diferentes o uísque escocês é chamado Whisky. No caso um uísque americano é Whiskey com um “e” a mais.

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WHISKY COM CERVEJA



Jameson/Divulgação

A multinacional Pernod Ricard lançou uma nova série do whisky Jameson Caskmates. A bebida foi envelhecida em barris usados para a maturação de cerveja Indian Pale Ale (IPA). Bruno Calvão, head de Marketing da empresa diz que a forma ideal de consumir o whisky é acompanhado de uma cerveja bem lupulada.

Apesar de badalada a iniciativa não é necessariamente nova. Em outro experimento da série Caskmates a própria Jameson já havia maturado whisky em barris de stout. A Glenfiddich fez um experimento em barris de IPA e a Grants usou barris de cerveja para emprestar um sabor diferente teo Grant’s Ale Cask.

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PRIMEIRA EDIÇÃO

Por falar em cerveja, 171 empresas – 25 delas de Santa Catarina – participam da primeira Copa Cerveja Brasil. A competição é realizada em Brasília desde quarta-feira (17). Os jurados estão tendo trabalho para avaliar 590 rótulos. A categoria mais concorrida é a IPA, com 53 cervejas inscritas.

Além das categorias previstas no BJCP (guia que orienta a atuação dos juízes), vão ser premiadas as melhores cervejarias, brewpubs e cervejarias ciganas do país. O evento é organizado pela Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva).

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MELHORES DA AMÉRICA


Copa Cerveza de America/Divulgação

Na semana passada, outro concurso mobilizou cervejarias de todo o Continente. A Copa Cerveza das Americas foi no Chile e reuniu mais de 1.600 rótulos de 18 países. O Brasil conquistou 67 das 170 medalhas em disputa (12 de ouro, 24 de prata e 31 de bronze).

Destaque para a mineira Wäls, a melhor do evento, com três medalhas de ouro, uma de prata e dois bronzes. Já a cervejaria Pratinha de Ribeirão Preto produziu uma Flanders Red Ale, considerada a melhor do evento pelos jurados. Dama, Bohemia, Cevada Pura, Bier Hoff, Imigração e Colorado foram algumas das brasileiras premiadas no Chile.

Santa Catarina trouxe medalhas com a Doppelbock da Bierbaum (Treze Tilias); as Catharina Sour da Schornstein (Pomerode) e da Lohn Bier (Lauro Muller) e com a Flanders da Stannis (Jaraguá do Sul). A lista completa dos vencedores você confere no site.

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VINHO MAIS CARO?

Protecionismo é pouco pra definir o projeto que está sendo discutido na Câmara Federal. De autoria de um deputado gaúcho a proposta quer taxar em pelo menos 40% os vinhos chilenos e argentinos vendidos aqui no Brasil. Atualmente estes produtos tem isenção de imposto de importação – por conta de acordos comerciais. A IBRAVIN, que representa a cadeia produtiva vinícola diz que é contra o projeto e deve pedir mudanças no projeto. Ao invés de taxar o produto importado, vai propor a redução do imposto do produto nacional, para aumentar a competitividade.

Jefferson Douglas da Silva
Jornalista com especialização em Gestão de Marcas, tem mais de 30 anos de experiência em telejornalismo, comunicação corporativa e governamental. Estuda o setor de bebidas desde 1995, tendo formação em coquetelaria (Senac), produção de cerveja artesanal (Escola Superior de Cerveja e Malte) e produção de gin (Inovbev/Esalq). É sommelier de cachaças (Inovbev/Esalq), sommelier de gins (Inovbev/Esalq) e vem se aperfeiçoando no setor de vinhos e espumantes (Enocultura/WSet). Desde 2018 escreve no Portal Making Of sobre ações de marketing do setor de bebidas, curiosidades do mercado (local, nacional e mundial) além de inovações e tendências na área de alcoholic beverages.
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